Poecrónicas – Año 2010

NOTICIAS DE MAIL ART Y POESIA VISUAL DE PHAYUM Y BOEK861

Año 2010

Fecha
19 diciembre 2010

Evento
O OLHAR CÔMICO DA ARTE

A arte ou um saber sobre o plágio. Esta ciência maldita que ri de suas invenções “inúteis” (para a disciplina do circuito cotidiano). O artifício do riso é um meio de desfazer o compromisso do homem com a ideologia da seriedade. Tudo é possível para tornar visível a obscuridade do fazer social e cultural. Ao artista é concedido o direito de mudar e dissimular o valor e a ordem das coisas e do mundo. Ele inventa ilusões, relações, e “inutilidades” para ironizar os desencantos de um determinado lugar da vida. O artista tem o bom senso de falsificar simbolicamente, sob o olhar do vigilante, sem ludibriar a vítima.

PENSE O JOGO: Um campo de futebol com uma única trave no centro. O futebol tem suas regras, mas neste campo perverso há uma sugestão de um possível jogo onde suas regras não estão explícitas. Fica com o espectador a difícil tarefa de imaginar hipóteses de impossíveis soluções. Uma sutil ironia aos dois jogos o do gramado e do território da arte.

CASA PARA VOYEUR: Uma casa com cômodos interligados por pequenos buracos, impossível à penetração do corpo, apenas o fluxo do olhar percorre os seus espaços. No jogo da arte o olho é um instrumento privilegiado, primeiramente a obra de arte é destinada ao olhar. A imaginação e o humor inventam problemas e o aparelho riso entra em funcionamento. – (1975)

BANCO ALMANDRADE: Uma surda gargalhada contra o rito da sociedade de crédito. Para que serve um cheque de um banco falso? A garantia é a marca do artista, mas essa marca não pertence ao circuito das instituições bancárias. Sem dúvida é uma fraude, aceito com risos no meio de arte de onde emergem suas significações críticas. – (1977)

SEM CRUZEIRO Uma nota falsa e sem valor. Um problema imaginário que encontra no riso uma provável solução. Pode até insinuar uma crítica a sociedade da moeda, da troca e da própria arte. Mas ela escapa a todas as leituras e se afirma como uma nota que não compra nada, mas que pode ser vendida, por um destino irônico, já que o mercado de arte vende tudo. A garantia de sua autenticidade é a assinatura do artista. – (1976/versão 1986)

FOTOGRAFIAS DE PAISAGENS BRASILEIRAS: Uma legenda para quatro fotografias que não foram reveladas. Fotos talvez, de uma câmara sem visor ou de um turista que capta a paisagem sem história, para o espetáculo de uma recordação momentânea. Trata-se de signos e códigos. Uma legenda para um signo icônico que não aparece. Alguém ri. Onde estão as paisagens? Eis a questão, para o olho e o riso.- (1978)

Almandrade
(artista plástico, poeta e arquiteto)


Fecha
19 diciembre 2010

Evento
ex!poesía2008 creamos una colección enL.U.P.I. llamada “ARTES”. En su primer número, Pere Sousa nos adentraba en el mundo de las vanguardias y nos presentaba a Jon Andoni Goikoetxea, con el libro “El camión de la Poesía”.

Este año de la mano de Yolanda Pérez y Javier Seco (Coordinadores de este volumen), nos adentramos en el mundo de la performance y la acción.

Bartolomé Ferrando nos adentra con una introducción rápida, pero clara sobre la performance.

Nos encontraremos con cinco artículos, que esperemos den luz a la comprensión de este arte de:

Javier Seco, Yolanda Pérez, Fernando Aguiar, Isidoro Valcárcel, José Luis Campal.


Fecha
11 diciembre 2010

Evento
Quisiera informarte del Iº Encuentro de performance, que coordino en el Espai d’Art Contemporani de Castellón los próximos días 17 y 18, viernes y sábado, de este mes de diciembre a las 19h.

Esperando que tengas ocasión de venir

Recibe un saludo de

Bartolomé Ferrando

I would like to inform you about the

Iº performance Meeting that I coordinate at the Espai d’Art Contemporani de Castellón, next 17th and 18th december, at 19.00 p.m.

With best wishes from

Bartolomé Ferrando

Programa/ Programme

Viernes, 17 de diciembre, a las 19h / Friday, december 17 at 19 p.m.

Proyección del film dirigido por Luciano D’Onofrio y Monica Affatato:

La voce Stratos.

(Film sobre Demetrio Stratos)

Viernes, 17 de diciembre, a las 20h / Friday, dec. 17 at 20 p.m. performances de:

Silvia Antolín (Santander): Siembra

Li-Ping Ting (China): My Falling Stone Smile

………………………………………………..

Sábado 18 de noviembre, a las 19h / Saturday, 18 dec. at 19 p.m.

Proyección del film dirigido por Luciano D’Onofrio y Monica Affatato:

La voce Stratos.

(Film sobre Demetrio Stratos)

Sábado 18 de noviembre, a las 20h / Saturday, 18 dec. at 20 p.m. performances de:

Michel Collet y Valentine Verhaeghe (Francia): Composite five

Hong O-Bong (Corea): The bird and I

Entrada libre

EACC

C/ Prim s/n 12003 Castelló

T: 34-964723540

EACC(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)EACC.es

WWW.EACC.es

Bartomeu Ferrando
e-mail: bartferrando(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)yahoo.es
http://www.bferrando.net


Fecha
3 diciembre 2010

Evento
Postais com Poemas Visuais de Constança Lucas

Os postais são suporte de um projeto artístico específico. Faço uso dos correios para o envio destes poemas visuais, a uma lista de poetas, historiadores, artistas visuais, jornalistas, professores, instituições e revistas culturais, no Brasil e no exterior. Criando assim uma rede de cumplicidade, onde cada participante toma posse do poema visual recebido. O poema visual como obra de arte integrante de uma renovação contínua do meio cultural em que existe.

http://postaiscompoemasvisuais.blogspot.com/


Fecha
3 diciembre 2010

Evento
projectes poètics sense títol – propost.org presenta la tercera i la quarta edició de ReVox, que tindran lloc a l’Arts Santa Mònica i La Fontana (Barcelona) el 14 i el 15 de desembre i al Museu Reina Sofia (Madrid) el 16 i 17 de desembre, respectivament. ReVox és un programa regular per a la poesia sonora europea actual que des de 2009 presenta anualment dues edicions amb els autors que estan definint les noves formes de fer poesia i experimentar amb el so. És la primera vegada que el cicle es presenta també a Madrid.
Sis destacats poetes joves de diferents ciutats europees presentaran les seves propostes poètiques en aquestes dues edicions de ReVox, cadascuna de les quals comptarà amb dues sessions. La programació està formada per un bloc central, que serà comú a Barcelona i Madrid, i un poeta local a cada ciutat, a banda de l’actuació a Madrid d’un poeta que ja va ser present a Barcelona al 2009.

El poeta francès Anne-James Chaton presentarà al costat del músic electrònic alemany Alva Noto i el guitarrista de The Ex Andy Moor el projecte Décade, una confluència entre veu, electrònica i experimentació que es presenta per primera vegada a l’Estat espanyol i que és la proposta més destacada d’aquestes dues edicions de ReVox. També actuaran a Barcelona i Madrid el poeta i DJ brasiler establert a Berlín Ricardo Domeneck, que barreja vídeo i poesia, i el poeta i musicòleg belga Jelle Meander, que experimenta en les fronteres entre la música i la poesia.

Pel que fa als autors locals, actuaran a Barcelona el poeta Albert Balasch acompanyat del guitarrista Hans Laguna i a Madrid el poeta d’origen peruà Peru Saizprez, que combina diferents elements de la performance en els seus recitals. Finalment, Jörg Piringer, un referent internacional de la poesia digital que ja es va presentar a ReVox I (Barcelona, maig 2009), actuarà també en la primera sessió de Madrid.


Fecha
1 diciembre 2010

Evento
Il paese delle lunghe ombre

di Yoani Sánchez

da El Comercío (Perù) – http://elcomercio.pe/

La Sicurezza di Stato controlla i dissidenti sotto le loro abitazioni, li segue, li rende radioattivi. A Cuba vige ancora il pensiero unico ed è un’utopia parlare di pluralismo e di libera espressione del pensiero. Nonostante le menzogne del regime. Yoani Sánchez ci racconta come stanno realmente le cose…


Fecha
28 noviembre 2010

Evento
Exclaimed Chochinov when he saw Susanna Hertrich’s design. Part calendar, part clock, part paper shredder, the device— which takes 24 hours to turn each day into hamster bedding—yields a poetic yet tangible reminder of the passage of time. While researching hibernation as a possible cancer cure, Hertrich wondered if long naps might be looked to as the next fountain of youth (the metabolism slows to such an extent that the aging process is delayed). If so, she asked, “Would there be a need to remind people to actually live their lives? Would people start to count awake seconds in the future, just like people today obsessively count calories?” A microchip allows Chrono_Shredder to work at a constant rate; like time, it can’t be paused. “Cinematic and very poignant,” Zurkow said.

http://dailypoetics.typepad.com/daily_poetics/artdesign/


Fecha
17 noviembre 2010

Evento
Taylor Lane is a British company, specializing in graphic designs for advertisers, and the corporation has won an Epica Award for publishing a calendar that features twelve pin-ups, each one produced from one of twelve different typefonts—and like any set of centerfolds in pornography, each image features a shorthand biography about the adult model, except that, in this case, each bio describes the provenance of the typefont itself. “Miss Bodoni,” for example, is “often seen in Paris and Milan and her face regularly appears in leading style magazines” (because, of course, Bodoni is one of the preferred typefonts used by Vogue).
Exponents of visual poetry have often used typefonts playfully to depict either animals or objects (just as the designer Roberto de Vicq de Cumtich has done, for example, in his work Bembo’s Zoo)—but such visual design often finds itself consigned to literature for children; whereas the designers at Taylor Lane have advertised their skills by quite literally depicting the “bodytext” of their work, corporealizing such textuality for a more decadent audience. The designers have restricted themselves to the repertoire of “penstrokes” found only in a singular typefont, thereby showcasing the surprising, aesthetic potential of such a limited palette.
Aesthetic criticism has, of course, remarked at length upon the role of the nude in the history of art, describing the ways in which the body of the woman has become a cipher for both the idealized values of formal “beauty” and the subaltern values of erotic “desire.” The pin-ups here suggest the extreme degrees to which a poet might begin to fetishize the sensual, optical appeals of language itself, admiring the contours of letterforms in a manner reminiscent of obsessive, libidinal fixations. The letters in the caption of the usual, porno image have thus begun to displace the nude body, behaving like it rather than referring to it….
http://www.poetryfoundation.org/harriet/2007/12/visual-poetics-05/


Fecha
13 Noviembre 2910

Evento
Early subscribers might remember the yearly occurence of the Visual Poetry works, such as those of 2005 (oh, where is the time?), 2006, and most recently the years 2007 and 2008. Now finally, the documentation of the 2009 and 2010 [esono.com] editions have appeared online.

All these data art works were designed in the context of Poetry on the Road, an international literature festival which is held every year in Bremen, Germany. Since 2002, designer and university professor Boris Müller has been commisioned to design the main visual theme for the festival. While the theme itself is changing, the underlying idea for the visuals is always the same: all graphics are generated by a computer algorithms that turn the poetry texts into compelling images. As a result, every image is the direct representation of a specific text.

The 2009 Visual Poetry version uses a combination of a Treemap visualization algorithm and a Code128B bar code generator. Each word is represented as a rectangle, which corresponds to the frequency of the word. Each word is then also encoded as a barcode, which fills the according rectangle. So it is possible to decrypt the poster using an appropriate bar code scanner.

The 2010 Visual Poetry version is based on the concept of a mad origami master, as every poem is represented as a data sculpture made from virtual paper. A long paper strip is folded in an extremely complex manner, as every ridge represents a word from a poem. Depending on the length and frequency of the word, the form of the ridge changes. The virtual paper is then folded between the ridges, resulting in 3D abstract shapes.


Fecha
9 noviembre 2010

Evento
Quisiera informarte del Ier Encuentro de performance y poesia fonetica, homenaje a Miguel Hernandez, que coordinamos Josep Sou y yo, y que tendra lugar en Elx los proximos dias 19 y 20 de este mes de noviembre a las 21h.
Esperando que tengas ocasión de venir
Recibe un saludo de Bartolomé Ferrando


Fecha
8 Noviembre 2010

Evento
La revista Poe + // El sabado, 11 de diciembre, a las siete y media de la tarde-noche, la revista Poe + llevara a cabo su puesta de largo con un primer acto de presentacion en Madrid.lunes 25 de octubre de 2010 / La revista Poe + realiza su presentacion publica en Madrid con motivo de su primer aniversario / El sabado, 11 de diciembre, a las siete y media de la tarde-noche, la revista Poe + llevara a cabo su puesta de largo con un primer acto de presentacion en Madrid.La presentacion tendra lugar en el cafe El Despertar, sito en la c/ Torrecilla del Leal, nº 18. Metro: Anton Martin. Madrid.


Fecha
8 Noviembre 2010

Evento
lunes 25 de octubre de 2010 / La revista Poe + realiza su presentacion publica en Madrid con motivo de su primer aniversario / El sabado, 11 de diciembre, a las siete y media de la tarde-noche, la revista Poe + llevara a cabo su puesta de largo con un primer acto de presentacion en Madrid.


Fecha
6 noviembre 2010

Evento
THE VISUAL POEMS OF ALEXANDER JORGENSEN

For those unfamiliar with the multimedia/intermedia of the literary — visual wedding called visual poetry, I first offer up a definition followed by an overview of a very generalized context. This may help the reader-viewer to frame and set in time and place the works of Alexander Jorgensen.

A visual poem may be defined simply as a poem composed or designed to be consciously seen.
The contemporary visual poem is generally composed with assembled and/or disassembled language material. This stuff of language includes word, text, note, code, petroglyph, letter or other phonic character, type, cipher, symbol, pictograph, sentence, number, hieroglyph, rhythm, iconograph, grammar, cluster, stroke, ideogram, density, pattern, diagram, logogram, accent, line, color, measure, etc.
The minimalist poet composes with fissioned language material to create new and free particles, and/or sonic patterns, clusters, densities, and/or textures. Generally, today’s minimalist visual poet maintains the post World War Two tradition of Concrete Poetry, begun in Northwest Europe, Brasil and Japan around 1951. Others in Northeast USA followed later.

Ideally, the visual poet composes with these freed particles and generally weds or fuses them to one or more art forms. By doing so, by crossing art form boundaries, the visual poet composes in a field of multimedia or borderblur or intermedia with unrestricted horizons.

The contemporary visual poem is a form reinvented by various twentieth century avant-garde movements and influenced by abstract, surrealist, minimalist, photo realistic . . . art and photography. It is the contemporary expression of the pre-1900 visual poem handed down through millennia under a host of forms such as acrostics, anagrams, colored or illuminated text, emblems, labyrinths, pattern and shaped poems which in turn evolved from other forms back to the earliest ancestor, rock art.

Within this setting, Jorgensen’s works evolve from his American primary river of influence and concerns expressed and composed by Kenneth Patchen, Robert Creeley and others within the area of societal concerns. Patchen is considered by many as the American Blake. With great skill and eloquence, he essentially covered all the space most concrete poets, but with much less dexterity and eloquence, would later attempt. From Creeley, one can see and read the influence of condensed lexical lines and arrays.

Jorgensen carries on what I consider to be an important lineage of American visual poetry. That is to say, he composes along Patchen’s trajectory. He does so not as a copier but as a continuer with his unique evolving use of a deeper American visual poetry shaped and shaded by his long residence in a variety of diverse cultures and nations. By deeper, I mean in contrast with most of his contemporaries trapped within a shallow almost veneer neo-concrete poetic.

Each culture and nation has its own expression uniting sign, word and image. Jorgensen has absorbed these various expressions at the visceral level, wedded them with his conscious American and European artistic influences to make his own unique work.
Conjoined language, sign and image are found far back in the proto-writing eras of various cultures. One of the oldest writing systems remaining untranslated was initially called the Indus Valley Script. It was found on terra-cotta and fired clay seals. I point to these seals because they are part of a culture for which Jorgensen and I share a deep admiration and respect. He spent more time in Bharat (India) than I. This particular writing system’s age is older and more widely spread than previously theorized. New recoveries of the script and associated imagery on objects other than seals now range in Bharat from south of Mumbai to northern Afghanistan. The name of the culture has been changed to the Saraswati Culture. One can clearly make a link between these seals and the visual poems of Jorgensen: visual image and esthetically placed language and sign.

Since the seals are yet to be translated, much is made out of each seal and the entire script. Likewise, once can approach Jorgensen’s visual poems as a mystery to be unraveled. Each needs a focused viewing: first as a whole, then its parts and finally as a whole again that now has a deeper meaning than the first look and read. His works are a log of seeking out the truth of our human condition. Some point to the consequences of our darker nature, others to the Beauty Way in which we are all surrounded by and immersed in.

Karl Kempton

Oceano, Ca


Fecha
3 noviembre 2010

Evento
Salón Dadá es un streeptis: proyecto en destrucción de arquitectura de interiores y desvestimento de fachada. Al tiempo que paseamos por las distintas plantas carnívoras de mi casa y os voy enseñando mis habitaciones principales: el cuarto de mis miedos, la habitación de mis dudas, el balcón del placer de vivir, la sala de tristeza sin chimenea. Mi colección de cuadros místicos: nostalgias, lapidiarios, hoy no me puedo levantar el no-fin de semana me dejó fatal, la faquiresa sin camisa y gato, retrospectiva de soluciones para media hora de silencio… Mi colección de anillos de soltera con compromiso. Mis a-guantes de los pies; las pulseras de mis cejas, novias apartidas de parpados como rejas que encierran ojos a condena perpetua con demasiadas horas de patio interior. El sobrante de perfumes de melancolía adquiridos muy baratos en subasta post-ruptura, que aun no he empeñado a cambio de abrazos postales.

Cuando adentras en los sótanos interiores de mis intestinos, el invitadoa, se convierte inmediatamente a toque de contraseña en niñoa de siete añitos, se le da de cenar y mientras, se le acompaña por el cuento preferido de mis sueños infantiles.

El Salón Dadá es una experiencia que trabaja directamente con el inconsciente de los las asistentes. Se trata de desbloquear la creatividad y de ampliar su campo visual, de ver que la realidad no es algo único, que la misma escena pueden ser varias realidades diferentes, dependiendo del observador, observadora. Que las cosas son lo que son y además otro tanto. Que por la vida podemos ir a pies puntillas o hundirnos hasta los tobillos o el cuello, todo depende de cuanto este dispuesto unoa a dar.

Les propongo vivir esta excitante experiencia de adentrase por mi ombligo y serán conducidos de la mano por un pasillo mágico hasta la suite más acogedora que anida en mi corazón. Alicia se atrevió a seguir al conejo, ¿de que son capaces ustedes?


Fecha
3 noviembre 2010

Evento
EX!POESÍA 2010
http://www.bienalexpoesia.blogspot.com/
MIÉRCOLES 20 DE OCTUBRE DE 2010
Revista: SE VENDEN?
Es una publicación que consiste en acercar al público no especializado a lo que es y significa la Poesía Visual, por medio de una obra que sea simultáneamente una declaración sobre lo que entiendes por poesía visual, mediante una publicación en formato A3, similar en características a la propaganda de las Grandes Superficies comerciales que se distribuirá en comercios, a la salida del metro, etc.

[coordinación: Juan Crego+Patxi Serrano]


Fecha
22 Octubre 2010

Evento
EL HUMO LETRADO En este libro el contenido, lo temático, es, visto generalmente, algo semejante a lo que escribo en inglés, y hay algunas semejanzas en el nivel formal, en los trucos literarios empleados.Pero tengo que subrayar lo de “generalmente” porque cuando escribo en español hago cosas que no se pueden hacer en inglés; por la estructuración distinta de las dos lenguas, por los contextos culturales e históricos distintos, y por el trasfondo literario muy diferente.Y, y de igual importe, por la gran diferencia en el lugar de la poesía en las dos culturas. Por ejemplo hay variedades de juegos de palabras que son posibles en el español que no se pueden hacer en el inglés, y además el importe y sentido de ese juego quiere decir, en el nivel cultural, algo distinto. Hasta cierto punto soy un poeta muy distinto en el español que en el inglés, aunque hay quienes en el mundo luso-hispánico que me dicen que soy igualmente experimental y excéntrico.Pero que quede claro: lo experimental y lo excéntrico de mis obras hispanas e inglesas son dos cosas con un sentido y una resonancia únicos.No son iguales. Este libro El Humo Letrado tiene pasajes y palabras en inglés, que sirve como espejo al hecho de que mis libros en inglés tienen lo mismo: pasajes, frases, a veces poemas enteros, en el español (o en el francés, o el portugués).Insisto que estos pasajes anglofónicos se entienden dentro del contexto de la poesía hispanofónica del libro entero.O por lo menos es ésta mi lectura; otros leerán estos textos desde sus propios puntos de vista y desde sus propias maneras de entender las culturas.Especialmente en relación a la obra de John M. Bennett, no hay, ni habrá nunca, lectura definitiva. John M. Bennett Septiembre de 201


Fecha
20 octubre 2010

Evento
miércoles 20 de octubre de 2010
NOTA DE PRENSA SOBRE CELEBRACIÓN DEL III ENCUENTRO DE POESÍA VISUAL

Durante los días 1, 2 y 3 de octubre de 2010 ha tenido lugar en la biblioteca municipal de Peñarroya-Pueblonuevo el III Encuentro de Poesía Visual, el cual se puede catalogar como de rotundo éxito puesto que, fundamentalmente el sábado, el espacio se quedó pequeño para acoger al público asistente.

El acto inaugural corrió a cargo de la alcaldesa Luisa Ruiz, del concejal de cultura José Ignacio Expósito y del coordinador del Centro de Poesía Visual (CPV) Francisco Aliseda.

En esta edición se han tratado temas como la relación del graffiti y el poema visual, contando con la participación de tres graffiteros, entre los que se encuentran dos artistas locales. Los tres autores pudieron dejar huella de su arte en una pared preparada para el encuentro situada detrás de la biblioteca municipal.

También se analizó la relación entre las poéticas visuales y la actividad docente, recogiéndose las experiencias llevadas a cabo en diferentes centros de enseñanza. Por último, se estudió la situación de las revistas experimentales españolas, participando los responsables de buena parte de ellas.

El sábado por la noche se celebró un cerconcierto en el Centro Polivalente, que constaba de una mezcla de imágenes del cerco con luz y sonido. A lo largo de los tres días de duración se llevaron a cabo diversas exposiciones de revistas experimentales, gracias a la colaboración de los autores participantes como de las obras existentes en el Centro de Poesía Visual de Peñarroya-Pueblonuevo.

En esta edición ha habido una participación muy elevada de interesados en este forma de expresión, llegando a tener personas procedentes de todos los rincones de España, pero también de países como Portugal y Alemania.

En este año 2010, el encuentro se ha integrado en el proyecto “Periféricos” de la Diputación de Córdoba, que es una de las apuestas culturales de la institución provincial para apoyar la candidatura de Córdoba como capital europea de la cultura en 2016.

En el acto de clausura participaron el diputado provincial de cultura José Mariscal, el concejal de cultura José Ignacio Expósito y el coordinador del CPV Francisco Aliseda. Durante el mismo se presentó el catálogo que recoge las actas del II Encuentro de Poesía Visual celebrado en el año 2008, gracias a la colaboración de la Fundación de Artes Plásticas “Rafael Botí”.

Para el concejal de cultura José Ignacio Expósito “el grado de aceptación que ha tenido en esta ocasión el encuentro demuestra que es un proyecto consolidado, y que es referente ya no solo a nivel nacional en el mundo del arte”.


Fecha
20 octubre 2010

Evento
Body & Copy es una muestra internacional de copy art que reúne 250 obras de 85 artistas pertenecientes a 27 países. Copy art es el nombre acuñado en los 60’s en Estados Unidos para designar una práctica artística basada en la utilización creativa de máquinas fotocopiadoras. Ya en 1968 se editó un libro esencial sobre el género, conocido como “the xerox book”, incluyendo obras de artistas tan relevantes como Carl André, Joseph Kosuth, Sol Lewitt y Robert Morris. En Latinoamérica, grandes cultores y pioneros del xeroxarte o arte por fotocopia han sido el brasileño Paulo Bruscky y el argentino León Ferrari. En la actualidad, el copy art es una práctica corriente en algunas de las zonas más experimentales del arte contemporáneo, en especial en el arte postal y la poesía visual, aunque todavía está bastante distante su aceptación por parte de la crítica y del mercado.
Body & Copy recupera y pone en perspectiva el potencial subversivo del copy art, en tanto práctica que quiebra con los mitos del original y la unicidad de la obra, pero, además, se revela como un vasto ejercicio performático en el que los artistas se convierten en la materia prima de la obra. Porque de lo que se trata es de copiar el propio cuerpo y de mostrarse a sí mismo en una difusa urdimbre hecha de fragmentos y experimentos creativos a través de la electrografía.
Body & Copy es también un proyecto en tránsito o en viaje. Las copias de los cuerpos reproducen la dinámica nómade o itinerante de los cuerpos reales. Pero el itinerario es incierto y cambiante porque se va construyendo en el mismo tránsito, a través de redes de artistas que aportan su colaboración y su amistad.

La exposición estará montada desde el
viernes 22 al 29 de Octubre
viernes 22 | 20hs INAUGURACIÓN
sábado 23 | 19hs PERFORMANCE
Silvio de Gracia y Calixto Saucedo
domingo24 | 18hs TALLER
“La experiencia electrográfica”
a cargo de Silvio de Gracia
Taller de copia creativa. Traer: material gráfico
(revistas, periódicos, reproducciones y todo tipo de imagen fotocopiable),
cualquier tipo de objeto. También pueden trabajar con su propio cuerpo
como material experimental.
en la semana la muestra se podrá visitar de 16 a 21hs.

invitan y organizan

www.lavacademuchoscolores.blogspot.com
www.lagrieta.org.ar


Fecha
20 octubre 2010

Evento

La exposición estará montada desde el
viernes 22 al 29 de Octubre
viernes 22 | 20hs INAUGURACIÓN
sábado 23 | 19hs PERFORMANCE
Silvio de Gracia y Calixto Saucedo
domingo24 | 18hs TALLER
“La experiencia electrográfica”
a cargo de Silvio de Gracia
Taller de copia creativa. Traer: material gráfico
(revistas, periódicos, reproducciones y todo tipo de imagen fotocopiable),
cualquier tipo de objeto. También pueden trabajar con su propio cuerpo
como material experimental.
en la semana la muestra se podrá visitar de 16 a 21hs.

Body & Copy es una muestra internacional de copy art que reúne 250 obras de 85 artistas pertenecientes a 27 países. Copy art es el nombre acuñado en los 60’s en Estados Unidos para designar una práctica artística basada en la utilización creativa de máquinas fotocopiadoras. Ya en 1968 se editó un libro esencial sobre el género, conocido como “the xerox book”, incluyendo obras de artistas tan relevantes como Carl André, Joseph Kosuth, Sol Lewitt y Robert Morris. En Latinoamérica, grandes cultores y pioneros del xeroxarte o arte por fotocopia han sido el brasileño Paulo Bruscky y el argentino León Ferrari. En la actualidad, el copy art es una práctica corriente en algunas de las zonas más experimentales del arte contemporáneo, en especial en el arte postal y la poesía visual, aunque todavía está bastante distante su aceptación por parte de la crítica y del mercado.
Body & Copy recupera y pone en perspectiva el potencial subversivo del copy art, en tanto práctica que quiebra con los mitos del original y la unicidad de la obra, pero, además, se revela como un vasto ejercicio performático en el que los artistas se convierten en la materia prima de la obra. Porque de lo que se trata es de copiar el propio cuerpo y de mostrarse a sí mismo en una difusa urdimbre hecha de fragmentos y experimentos creativos a través de la electrografía.
Body & Copy es también un proyecto en tránsito o en viaje. Las copias de los cuerpos reproducen la dinámica nómade o itinerante de los cuerpos reales. Pero el itinerario es incierto y cambiante porque se va construyendo en el mismo tránsito, a través de redes de artistas que aportan su colaboración y su amistad.

invitan y organizan

www.lavacademuchoscolores.blogspot.com
www.lagrieta.org.ar


Fecha
19 octubre 2010

Evento
INFORMA ROBERTO FARONA EN GALVANOPLASTIA
http://www.galvanoplastias.blogspot.com/

El Taller de Zenón nunca descansa

Miguel Jiménez circula por Sevilla en bicicleta y llega montado en una contundente máquina que amarra a la farola más próxima para tomarnos un café en una tabernilla junto al puente de Triana. Hace ya unos cuatro años coincidimos en Edita, un foro nacional que él suele frecuentar para sentir el pulso al mundo de la edición alternativa, campo que cultiva sirviéndose de su ingente directorio de contactos internacionales con los que mantiene correspondencia revitalizando el arte postal, en el que Miguel Jiménez es consumado maestro desde su Taller de Zenón, estudio situado a unos 15 kilómetros de Sevilla, adonde diariamente se desplaza para elaborar una producción en la que destaca el grabado y la fotocomposición artesanal.

Últimamente ha lanzado el cuaderno This is visual poetry publicado en EE UU por Chapbooks, y del que amablemente me regala un ejemplar dedicado, publicación que recoge un puñado de intervenciones gráfico-conceptuales (variaciones gráficas sobre una página matriz intervenida con tachones y demás signos de acuerdo a un grupo de números surgidos al azar) con el que parece homenajear el espíritu dadá, además de incorporar imágenes intervenidas y poesía visual varia en la que destaca el influjo op-art con decidida voluntad.

Se alegra de los nuevos aires que ha tomado la ciudad, el clima de efervescencia artística nueva que hace ahora natural la actividad de Miguel Jiménez, trabajando desde años con la apatía general del ambiente, reacio a todo lo que no fuese arte populachero y trasnochado. Miguel Jiménez es un abulense transterrado en Sevilla, él forma parte de una casta de artistas transterrados en Andalucía con un perfil definido. Vuelve a su tierra de cuando en cuando y se da un garbeo por Castilla cuando está de humor, como su último viaje a Soria y a Segovia, pero no le apetece mucho alejarse de la capital hispalense, en donde tiene su sede desde la que se relaciona con el resto del planeta.


Fecha
17 octubre 2010

Evento
El salón de ná… VIDA’ cuya celebración transforma anualmente el espacio expositivo Sala LAi en un lugar de encuentro para el intercambio de propuestas e inquietudes y el chateo en vivo con los que vienen a “casa” por Navidad, es también una invitación a la creación y disfrute de propuestas artísticas específcas presentadas colectivamente en formato expositivo salalai

Dentro de este contexto se presentó en 2009 TODO enCAJA encuentros de arte portátil, un proyecto producido por Luzernario con comisariado y coordinación de Klauss van Damme & Maria Castellanos en el que participaron los artístas cuyos nombres figuran en la columna de la derecha.

Si desea ver las obras creadas para esta exposición por cada uno de dichos artistas pulse con el ratón sobre su nombre para abrir el enlace que le llevará al correspondiente espacio electrónico de LAi MUSEUM donde se aloja el registro documental de las mismas, asi como de las dos microacciones sonoras de Nel Amaro comisariadas por Klauss van Damme que sirvieron como colofón.


Fecha
14 octubre 2010

Evento
VELADA CON D. ANTONIO GÓMEZ
Dentro del programa “Leer Extremadura” impulsado por la Junta de Extremadura, el Hogar Extremeño de Zaragoza acoge el 23 de octubre a las 19:00 en el Centro Cívico Universidad (C/Domingo Miral), una velada acompañada de músicos del Conservatorio Superior de Zaragoza con D. Antonio Gómez, poeta visual residente en Mérida, con reconocido curriculum en ferias de Arte como ARCO, Transito o Foro Sur, en más de veinte países, con ponencias, talleres y publicaciones que alaban su trayectoria y labor artística.
Entrada libre hasta completar aforo.
Publicado por HOGAR EXTREMEÑO ZARAGOZA


Fecha
12 octubre 2010

Evento
propost/updates
PROPOST
> Properes activitats:
>
> Divendres 15 d’octubre, After Wolman al MACBA
>
> Del 21 al 23 d’octubre, 2010 poetas por km2 a Madrid (Casa de América)
>
> Dilluns 8 de novembre, Eugen Gomringer a Barcelona (Palau de la Virreina)
>
> Dimarts 14 i dimecres 15 de desembre, ReVox a Barcelona (Arts Santa Mònica i La Fontana)
>
> Dijous 16 i divendres 17 de desembre, ReVox a Madrid (Museo Reina Sofía)
>
> After Wolman
>
> Performances i accions poètiques en el marc de l’exposició de Gil J Wolman Sóc immortal i estic viu
> http://www.macba.cat
>
> Divendres 15 d’octubre, 21 h
>
> Auditori del MACBA (Museu d’Art Contemporani de Barcelona)
>
>
> Amb accions de Gérard-Philippe Broutin, François Poyet, Esther Ferrer i Anton Ignorant
>
> i audicions de Gil J Wolman, François Dufrêne, Maurice Lemaître i Isidore Isou
>
>
> Una proposta de Frédéric Acquaviva i Eduard Escoffet
>
>
> MACBA (Museu d’Art Contemporani de Barcelona)
>
> Pl. dels Àngels, 1
>
> Barcelona
>
> http://www.macba.cat
>
> Entrada lliure, aforament limitat
>
> 2010 poetas por km2
>
> Del 21 al 23 d’octubre, Casa de América (Madrid)
> http://www.poeticofestival.es
>
> Amb la participació de Jesús Lizano, Francisca Noguerol, Josep Pedrals, Raúl Zurita (Xile), Julián Herbert (Mèxic), Quico Cadaval, Taller de Nubes, Mayra Oyuela (Hondures), Ex (Reynaldo Jiménez i Fernando Aldao, Perú-Argentina), Luz Interruptus, Eduardo Scala i Enrique Morente.
>
> Organitza: Arrebato Libros
>
> Col·labora: projectes poètics sense títol – propost.org
>
> Més informació: http://www.poeticofestival.es
>
> Eugen Gomringer a Barcelona
>
> En el marc del Festival Europes
> http://www.europes-festival.eu/
>
> Un dels pares de la poesia concreta ens visita per parlar-nos del seu treball.
>
> Dilluns 8 de novembre, 18:30 h
> Palau de la Virreina
>
> Entrada lliure
> Organitza: La Fábrica Barcelona
> Col·labora: projectes poètics sense títol – propost.org
>
> Més informació: http://www.europes-festival.eu/
>
> ReVox III – Barcelona
>
> Dimarts 14 de desembre (Arts Santa Mònica) i dimecres 15 de desembre (La Fontana)
> http://propost.org/revox
> http://artsantamonica.cat
>
> Amb les actuacions de:
>
> Décade – Anne-James Chaton, Alva Noto i Andy Moor (França/Països Baixos/Alemanya)
> Albert Balasch i Hans Laguna
> Jelle Meander (Bèlgica)
> Ricardo Domeneck (Brasil/Alemanya)
>
> Organitza: projectes poètics sense títol – propost.org
>
> ReVox IV – Madrid
>
> Dijous 16 i divendres 17 de desembre, Museo Reina Sofía
> http://propost.org/revox
> http://www.museoreinasofia.es
>
> Amb les actuacions de:
>
> Décade – Anne-James Chaton, Alva Noto i Andy Moor (França/Països Baixos/Alemanya)
> Peru Saizprez
> Jörg Piringer (Àustria)
> Jelle Meander (Bèlgica)
> Ricardo Domeneck (Brasil/Alemanya)
>
> Organitza: projectes poètics sense títol – propost.org
>
> Nota: A causa de les múltiples activitats que tenim previstes aquesta tardor i les restriccions pressupostàries, durant aquests mesos no programarem regularment a l’Antic Teatre. Esperem tornar-hi al gener! Gràcies pel vostre suport durant aquests mesos.
>
> prou!… darse de baja…no more… >>>
>
> subscriure’s … recibir info… + updatings… >>>
>
> projectes poètics sense títol – propost.org
>
> http://propost.org
>
> www.myspace.com/polipoesia
>
> www.youtube.com/polipoesia
> www.vimeo.com/polipoesia
> endins(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)propost.org
>
> ap. 34.101
>
> 08080 barcelona
>
> PROPOSTA 2000-2004
> http://propost.org/proposta

>
> activitats +/- poètiques
>
> http://propost.org
> www.myspace.com/polipoesia
> www.youtube.com/polipoesia
> www.vimeo.com/polipoesia


Fecha
12 octubre 2010

Evento
“Lost & Found” – Internationales Festival der Fotografie

veröffentlicht am 19.09.2008 von Administrator | Kategorie: Veranstaltungen, Vorlaufprojekte
Mit dem Internationalen Festival der Fotografie präsentiert der AortA Kultur e.V. vom 18. Oktober bis 3. November 2008 ein weiteres Vorlaufprojekt der 1. Ruhrbiennale 2010.

Die Eröffnung der Ausstellung findet am 18. und 19. Okober 2008 jeweils ab 15 Uhr im Kultur- und Freizeitzentrum Duisburg-Rheinhausen statt. Nach der Eröffnung kann die Ausstellung nach Vereinbarung (Telefon: 0203.23785) besucht werden.

“Lost & Found” zeigt über 80 Arbeiten der folgenden Künstler: Petropavlovskaya (Odessa), Baal Sharma (Helsinki), Laura Monteleone (Mailand), Sushil Kumar (Neu Delhi), Ling Xu (München), Olaf Rauch (Bochum), Antje Felscher (Düsseldorf), Anita Dube (Neu Delhi), Marion Marquardt (Duisburg), Herbert Schero (Duisburg), Gerhard Labudda (Hamburg), Bernadette de Cunha (Goa), Pamela Singh (New York), Dai Guang Yu (Cheng Du), Liu Cheng Ying (Kunming) und der GRUPPO SINESTETICO (Torreglia).

Adresse:
Kultur- und Freizeitzentrum Duisburg-Rheinhausen
Schwarzenbergerstr. 147
D-47226 Duisburg


Fecha
10 Octubre 2010

Evento
O TRAMPOLIM _ nasce do desejo de facilitar e impulsionar a produção e projeção da arte da performance na cidade de Vitória, possibilitando a ativação e visibilidade necessárias para o seu desenvolvimento. A plataforma será um espaço de encontro de artistas do Brasil, Argentina, México, Colômbia, Polônia, Espanha, Itália, Bélgica, Venezuela, Israel, Japão, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Coréia do Sul, Escócia, Cuba, Finlândia, Irlanda e Porto Rico, para compartilhar e discutir acerca da bagagem que cada um carrega a partir de suas próprias particularidades, características e possibilidades. TRAMPOLIM _ se pensa então como uma oportunidade para debater as práticas e emergências de cada artista, permitindo uma relação ativa de processos colaborativos e de intercâmbio artístico.

Em 6 edições, realizadas de outubro de 2010 a março de 2011, o TRAMPOLIM _ reunirá mais de 50 artistas numa experiência poética de encontro com a prática da arte da performance e o diálogo entre artistas e público, servindo aos participantes de plataforma para abrir o espectro de ideias e conexões, e ir além dos padrões já existentes de eventos de performance. Durante três dias, mensalmente, esses artistas estarão reunidos nos diversos equipamentos culturais da cidade realizando uma série de atividades como workshops, bate-papos, mostras de vídeo e performances.

O TRAMPOLIM _ é uma iniciativa independente do LAP! _Laboratório de Ação & Performance, com apoio da Secretaria de Estado da Cultura, através do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria de Produção e Difusão Cultural da UFES.


Fecha
11 octubre 2010

Evento
action art 01:
la performance

Clemente Padín
Encuentro CUERPO A CUERPO
15 al 18 de Setiembre 2010
Las Palmas de Gran Canaria, Islas Canarias, España.
organizado por el curador Pedro Diniz del Centro de Arte La Regenta.

abierto de acción
PREAVIS DE DESORDRE URBAIN
de Marseille (Francia)
“Mer Intermédiaire”
http://www.geifco.org/actionart/newsletters/68/Programme_PDU_2010.pdf

sintomAaccion:B
Del vacio metafisico al vacio de lo real…
Gabriel Montero Performance.
http://www.youtube.com/user/seresservisto

TRAMPOLIM
plataforma de encontro com a arte da performance Vitória, Brasil
www.plataforma-trampolim.com

action art 02:
la manifestación

Universos Co Habitados
Alejandro Masseilot
Curador Clemente Padín

1 Gran Circuito Urbano / 7 Exposiciones Simultáneas

barrio de San Telmo / barrio de San Nicolás, zona centro / barrio de la Recoleta / barrio de San Nicolás, zona Micro Centro / barrio de Balvanera, zona Abasto / barrio de Floresta / barrio de Caballito
universoscohabitados.wordpress.com

Congrés USUAL
Primer Congrés Ibèric d’Organitzadors de Trobades, Programes i
Festivals d’Art d’Acció
(en el marc les activitats de la 6a edició internacional de poesia d’acció i performance la Muga Caula 2010)
Organitza:
Acción! MAD, Contenedores, FEM i la Muga Caula
http://www.lamugacaula.cat

INTERACCIONES (POST) ELECTORALES
EXPOSICIÓN+TALLERES
octubre 2010
CCEBA (CENTRO CULTURAL DE ESPAÑA EN BUENOS AIRES)
www.interaccioneselectorales.org

TANIA BRUGUERA: HUELGA GENERAL. DOMINÓ CANÍBAL . PACMURCIA 2010.
24 DE SEPTIEMBRE – 31 DE OCTUBRE. Sala Verónicas, Murcia.

CONVERSACIÓN ENTRE TANIA BRUGUERA, CUAUHTÉMOC MEDINA
E ISABEL TEJEDA
22 de septiembre CENDEAC, Murcia.
www.pacmurcia.es

action art 03:
la fragmentación

filMO VUELVE, festival de cine de bolsillo
festival de cine hecho con dispositivos móviles de LABoral Centro de Arte y Creación Industrial.
www.filmolaboral.com

Joan Brossa “Poema visual”, 1988

De la palabra a la imagen. La poesía visual como discurso poético alternativo
Curso monográfico a cargo de Enric Bou
21 al 28de septiembre de 2010
Auditori MACBA
Museu D’Art Contemporani de Barcelona


Fecha
11 octubre 2010

Evento
action art es un magazine electrónico que tiene como concepto eje la acción. Se trata de una investigación en sí misma, que tiene forma inicial de magazine. Esto permite investigar cuáles son las líneas fundamentales que toma este concepto en la teoría y en el arte actual. action art se estructura en tres áreas: la performance, la manifestación y la fragmentación. En cada una encontrará artículos, material sobre los artistas y las entidades que trabajan en esta línea. Además de información general, encontrará información sobre los eventos más importantes, así como revistas y editoriales del sector.


Fecha
11 octubre 2010

Evento
ESCULTURA NEL PATIU´L PALACIU 2010

DAMOCLES 88- 800 K

Desde hace varios años, las tierras leonesas , sus mejores paisajes montañeses, tienen una amenaza que, como una espada de Damocles , pende sobre ellas y pone en grave peligro su integridad , su belleza y sus modos de vida futuros , basados en la sostenibilidad y en la preservación de sus valores naturales, históricos y culturales.
Es un compromiso moral que todos : intelectuales, poetas, artistas, científicos, técnicos, políticos, ciudadanos…nos unamos para hacerle frente, para defender la tierra que nos cobija porque, si no lo hacemos , enormes torres serán sembradas en los mejores paisajes de nuestras montañas … durante 88 Km. y un enorme látigo de 800 Kv. fustigará todo vestigio de vida a su alcance, vertiendo su contaminación visual y electromagnética… en unas tierras …y sobre unas gentes… cuyas vidas dependen de su integridad natural.
Diego Segura www.diegosegura.es

Palaciu Don Gutierre, León … Otoño de 2010


Fecha
10 Octubre 2010

Evento
Conferencia Internacional Campo Adentro: arte, agriculturas y medio rural

Madrid, 21—24 Octubre de 2010 – Diferentes sedes.

Inscripción (gratuita), programa y más info. en: www.campoadentro.es

¿Cuál es la situación del medio rural en la actualidad?

Un espacio de reflexión y transmisión de información: el estado de la cuestión rural, la reciente investigación teórica sobre arte y paisaje, la práctica de intervenciones desde el arte contemporáneo en relación a lo rural…También se oirá la voz del campo, uno de los principales objetivos de Campo Adentro. Paralelamente habrá un ciclo de cine y documental, concierto, performance y actividades diversas en distintos puntos de la ciudad.


Fecha
6 octubre 2010

Evento
Colectivo Efímero Otoñeces, en palabras de sus creadores: “surge como una propuesta distinta y de calidad que aspira a ocupar decididamente un hueco importante dentro de calendario cultural en Córdoba. Se trata de un proyecto de poesía y arte itinerante que aúna de una manera muy particular las iniciativas poéticas y artísticas de los jóvenes creadores cordobeses”.

Otoñeces cuenta con una amplia programación que arrancó el pasado 1 de octubre y se extenderá hasta el mes de diciembre.

El Píxel en el Ojo ha tenido la fortuna de ser solicitado para participar en una de las actividades que se desarrollará en un espacio donde se siente tan cómodo como en un monitor de 32 pulgadas: una zapatería. Su cometido: contactar con los fotógrafos que participarán en el evento y que son El Colectivo ISO 23 y Rafael de Torres.


Fecha
6 octubre 2010

Evento
Quan Produccions Escopeta i Usted es un Colectivo vam estar preparant l’edició de l’antologia poètica Nueve Fresquíssimos d’Espanya, vam pensar que una forma d’aconseguir els diners suficients per a l’impressió del llibre seria establir un sistema de subscriptors que compressin el llibre abans de que aquest existís físicament. La cosa va tenir els seus seguidors, i vam aconseguir que unes 80 persones es convertissin en coproductores del tinglado. Per agrair la seva confiança, i un cop el llibre va estar imprès, sel’s hi va fer arribar a casa junt amb tota una sèrie de productes, un lot fresquíssim que incloïa:
– L’antilogia poètica Nueve Fresquíssimos d’Espanya ( Roger Atrofe, F.P. Domènech, Sebastià Jovani, Lucía Lijtmaer, Cesc Martínez, Eduard Mont de Palol, Juan Nicho, Lucas Quejido, Xavier Tort).
– Un exlibris proposat per Lucía Lijtmaer.
– La montaña enana, un muntatge de Lucía Cocopino amb els seus dibuixos i textos d’Atrofe.
– Una rampoina-trouvée.
– La revista Suicidio Autónomo, editada per Juan Nicho.
– El número 53 de la publicació d’humor groller Azofaifa.
– Un punt de llibre (tercera linea, pàg. 784, de la primera edició d’ Anna Karenina).
– Un CD musical amb enregistraments d’alguns dels mateixos poetes frescos.

para mas informacion ir a
http://udesuncolectivo.blogspot.com/


Fecha
4 octubre 2010

Evento
Acerca del proyecto CFCPBA
Estimados amigos de Clemente Padín, y lectores del CFCPBA:

Soy Beatriz Ramírez, artista invisible e independiente, creadora de esta situación denominada “Club de Fans de Clemente Padín de Buenos Aires” (Manifiesto)

Como consecuencia de mi formación humanista, siempre he considerado el Arte como un pensamiento emancipador en la Sociedad cuyo aporte filosófico, ecuánime, poético y estético revela un modo Otro de mirar y presentar la cotidianidad. Por ello, mis proyectos artísticos, del cual este blog es integrante, son creados con la ambición de propiciar el bienestar general y la Igualdad de Oportunidades.

Cuando conocí a Clemente Padín, su obra no estaba lo suficientemente difundida en Buenos Aires y como consecuencia de una broma de su parte “Nombrarme Fanática de Clemente Padín en Buenos Aires” desarrollé este proyecto artístico en varias etapas y a través de casi 3 años.

Caminar este trecho junto a él, ha sido de inspiración y aprendizaje con mayor razón, cuando conocí su obra “EL ARTISTA ESTA AL SERVICIO DE LA COMUNIDAD” presentada en la XVI Bienal de Sáo Paulo.

Octubre de 2010 en Buenos Aires, presenta un Clemente Padín conocido en C.A.B.A, presentando su Obra, sus Libros y rodeado de alumnos y amigos que aprecian y valoran tanto su Persona como su Obra. Por lo tanto, considero que ha llegado el tiempo de cerrar este proyecto donde el mismísimo Clemente Padín, con la generosidad que lo caracteriza se integró como contribuyente, colaborando con el envío de fotografías, textos e imágenes que pasan a ser parte del Dominio Público.


Fecha
29 septiembre 2010

Evento
Lunes 4 de Octubre 2010 / En la Sala Anibal Ponce en el marco del 2do.Congreso Internacional Artes en Cruce a realizarse de 19 a 20 hs., en el Centro Cultural de la Cooperación, Av. Corrientes 1543, barrio San Nicolas, Zona Centro, Buenos Aires se presentará la edición española del libro “De la Représentation a l´Action” de Clemente Padín.

Coordinan:

Guillermo Pérez Raventós, Artista plástico, director de arte y editor de la revista Malabia y Ediciones Al Margen.

Fernando Davis, Profesor e investigador de la UNLP. Actualmente investiga la producción de artista Clemente Padín en relación con los intercambios con la escena argentina.

Clemente Padín, poeta experimental, artista y diseñador gráfico, artecorreista, performer, curador, videista y networker. Licenciado en Letras.

“En cuanto a los hechos acerca del libro: mi propuesta hacia un arte de la acción, sin objetos es de fines de los 60. En 1971 comencé a difundir por correo los comunicados en donde doy cuenta de la iniciativa (cuatro en total). En 1975 Julien Blaine, de gira por América Latina, me visita y se lleva los originales del libro DE LA REPRESENTACION A LA ACCION que traduce y edita en Francia en el nro. 1 de su revista DOC(K)S y,luego, en formato libro para la colección “Les Anartistes”, en 1975.” Clemente Padín

“Esta publicación es la primera de Padín en Argentina y es a su vez, la primera edición en castellano del libro “De la Representación a la Acción”. Con ella, Ediciones Al Margen, pretende cubrir un vacío en la instrumentación de una colección para el estudio de los movimientos artísticos contemporáneos latinoamericanos. En esta ocasión, prologada por Julien Blaine quien fuera su primer editor, esta edición que consideramos muy actual en la discusión del tema, viene a reivindicar a Padín como pionero del arte de acción.” Guillermo Pérez Raventós

Este es otro servicio a la comunidad del Club de Fans de Clemente Padín, sede Buenos Aires, Argentina. Si Usted desea desafiliarse cliqué acá…dónde?http://www.beatrizramirez.com.ar/videosdeCP.htm
http://clementepadin.blogspot.com/

clementepadin(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)gmail.com


Fecha
29 septiembre 2010

Evento
La Diputación de Córdoba enmarca en Periféricos el III Encuentro de Poesía Visual de Peñarroya-Pueblonuevo
Fecha embargable 27-09-2010 00:00
Publicado el 27-09-2010

Del 1 al 3 de octubre el municipio de Peñarroya-Pueblonuevo acoge el III Encuentro de Poesía Visual, iniciativa que se celebra cada dos años y que por primera vez se enmarca en el proyecto de arte contemporáneo Periféricos, impulsado por la Diputación de Córdoba a través de la Fundación Botí.
Durante la presentación del programa, el delegado de Cultura de la institución provincial, José Mariscal, ha insistido en que se trata de “un proyecto interesante y único en la provincia” que se sitúa al nivel de todas las iniciativas que componen Periféricos, “una ruta de arte contemporáneo dentro de la provincia que está secuenciada en el tiempo permitiendo a los amantes del arte contemporáneo disfrutar de varias citas”. Finalmente, ha hecho hincapié en que la cultura puede contribuir “a incentivar el turismo y crear riqueza y desarrollo”.
Por su parte, el coordinador del encuentro y responsable del Centro de Poesía Visual de Peñarroya-Pueblonuevo, Francisco Aliseda, ha insistido en que este centro “es el único de España y Europa sobre esta tendencia del lenguaje y el arte contemporáneo, y está en contacto con realizadores de España, América Latina y Europa”.
En esta tercera edición del encuentro participan unos 20 artistas, aunque el número total de asistentes superará los 50. El programa de actividades comienza el día 1 de octubre con la realización de graffitis-poemas visuales en paredes próximas a la Biblioteca Municipal a cargo de los artistas cordobeses Luis Triviño y Daniel Cabrera, y del granadino “Sex, elniñodelaspinturas”.
Además, habrá ponencias sobre temas variados como literatura e imagen, poesía experimental en el aula o contrapublicidad en la escuela, y se analizarán varias revistas experimentales españolas.
Finalmente, el programa se completa con un “cerConcierto para luz y sonido” a cargo de José Blanco, Juan Crego y Patxi Serrano, y con una mesa redonda sobre “Pasado, presente y futuro de las revistas experimentales españolas”.


Fecha
23 septiembre 2010

Evento
José Antonio Sarmiento, comisario de “Escrituras en libertad”

http://www.cervantes.es/

“Brossa es el Borges de la poesía visual”

Director del Centro de Arte Experimental de Cuenca, profesor de Bellas Artes de la Universidad de Castilla La Mancha y artista, José Antonio Sarmiento es el comisario de esta exposición que recorre la historia de la poesía visual en España e Hispanoamérica desde las vanguardias del siglo XX hasta los años 80.

¿Qué es la poesía visual y cómo y cuándo surgió esta expresión artística dentro de las vanguardias?

La poesía visual es una manifestación de las “palabras en libertad” de los futuristas. Significa la destrucción de la sintaxis, la eliminación del ordenamiento tipográfico convencional de la página… A principios del siglo XX, supone una verdadera revolución del lenguaje poético.

Esta exposición es la primera que aúna España e Hispanoamérica, ¿cuál ha sido el criterio de selección de los artistas? Porque los elegidos son treinta, pero habría muchos más.

Ante todo es un criterio de calidad. Tratándose de las vanguardias, están presentes Ramón Gómez de la Serna y sus conferencias, que él consideraba un acto de creación. Está Vicente Huidobro, chileno que vivía en París y acogió a muchos vanguardistas españoles en su casa, abriéndoles el mundo de las publicaciones de la vanguardia, tuvo su propio movimiento, el creacionismo… Y otro sudamericano, Juan José Tablada y este periodo acaba en 1928 con Ernesto Giménez Caballero, que para mí es el último vanguardista.

El futurismo llega a España a través de Gómez de la Serna…

Sí, esta exposición se inicia en 1909, porque curiosamente Gómez de la Serna dos meses después de que Marinetti publique su manifiesto en París lo traduce y lo publica en su revista Prometeo. Eso ocurre en España, en Sudamérica es Rubén Darío quien lo publica…

Aunque Darío abominaba de las vanguardias.

Sí, sí…, ¡el mayor enemigo de los vanguardistas es el introductor del futurismo en Sudamérica!. En España, la verdad es que el futurismo no tiene mucha repercusión porque al fin y al cabo la revista de Gómez de la Serna era muy pequeña, marginal… La figura más importante y lo que he intentado destacar en la primera parte de la exposición es el trabajo de Gómez de la Serna.

Pero Gómez de la Serna no estaba solo, también en estos primeros años destaca la figura de Cansinos Assens…

Sí, fueron los dos precursores. Asistían a la tertulia de de la Serna en el café Pombo. Después se separaron y Cansinos Assens creó el movimiento ultraísta, que es el primer movimiento de vanguardia española, aunque no es importante porque no hay ningún gran creador, pero fue positivo porque trajo algo nuevo y diferente.

Esta primera poesía experimental, ¿fue de alguna manera el pariente lejano de las actuales formas de creación como las instalaciones, o los happenings?

Claro. Este periodo tuvo una influencia determinante en todo lo que se hizo en el siglo XX. Este tipo de composiciones visuales los han seguido haciendo los poetas en los años 60, 70 y 80. Como la poesía fonética, que después derivó en el arte sonoro actual.

Después de los años 30 hubo en España un periodo de silencio marcado por la posguerra, y en los 60 y 70 resurge la poesía experimental pero transformada.

Sí, yo a esta parte la llamo la “poesía total” porque en este periodo el poema no se reduce solo a la página, sino que puede ser un objeto, una instalación, un libro, un vídeo, Y esto lo podemos ver en la exposición: la poesía objetual de Brossa, la poesía de acción del grupo Zaj, la poesía visual de Fernando Millán o la poesía letrista de Cirlot.

Cirlot, Brossa o Scala, eran poetas marginales, minoritarios, pero después el Museo Reina Sofía o el MACBA les han dedicado antológicas… ¿han sido aceptados dentro del “arte oficial”?.

Sí, claro, de alguna manera todo termina recuperándose.

¿Qué figura podríamos decir que es el Borges o el Octavio Paz de la poesía visual en español?

Brossa. Pero también están Juan Hidalgo e Isidoro Valcárcel Medina. Hay grandes figuras, pero realmente ellos tres son lo que más han trascendido.

¿La llegada de nuevos tiempos exige nuevas creaciones…?

Actualmente la poesía visual ya no representa ningún tipo de transgresión, ahora hay otras artes. Para mí esta manifestación es ya algo histórico que tuvo su apogeo en los años 20 y en los 60-70, pero en España todavía se sigue haciendo mucha poesía visual. La exposición llega hasta los 80, aunque haya obras que sean de 2000, pero son autores que comenzaron su andadura en los 80.

Su época dorada fue entonces el siglo XX…

Absolutamente, y sólo hasta la década de los 80.


Fecha
19 septiembre 2010

Evento
INFORMA FERNANDO AGUIAR / INTER-Art Actuel Nº 105.

A INTER, com sede no Québec e dirigida por Richard Martel, tem como temática “Fragments D’Art Actif” e é essencialmente dedicada às artes performativas com textos sobre Artaud, sobre a poética da violência, performance e fotografia, o movimento performativo na Ásia, Duchamp, o espírito de Maio de 68, Carolee Schneemann e Eric Andersen, da autoria de Bartolomé Ferrando, Silvio de Gracia, Chumpon Apisuk, Gusztav Uto, Nathalie Côté, Guy Sioui Durand, Jacques Donguy, Charles Dreyfus, Richard Martel, Antoine Simon, e outros.

De salientar que a INTER-Art Actuel, é uma das mais importantes revistas internacionais sobre a arte da acção, mas aborda também outros assuntos complementares, como a instalação, o vídeo ou a arte digital, com um design de grande rigor e sempre profusamente ilustrada.

PUBLICADO EN
http://ocontrariodotempo.blogspot.com/


Fecha
19 septiembre 2010

Evento
Clemente Padín abre la temporada Primavera 2010…
Festejando sus primeros 40 años de Performances e Intervenciones Urbanas, Clemente Padín se presentará en el Encuentro CUERPO A CUERPO a realizarse del 15 al 18 de Setiembre 2010, en Las Palmas de Gran Canaria, Islas Canarias, España. El evento que reúne a grandes performers de la hora actual es organizado por el curador Pedro Diniz del Centro de Arte La Regenta. De regreso abrirá una exposición personal el 24 de Setiembre, que se extenderá hasta el 15 de Octubre, en la recientemente inaugurada Galería Document-Art, en Loyola 32, Buenos Aires, Argentina.

Clemente Padin opens the season Spring 2010…

Celebrating his first 40 years of Performances and Urban Interventions, Clemente Padin will be introduced in BODY TO BODY Encounter from 15 to 18 September, 2010 in The Palms of Great Canaria, Canarias Islands, Spain. The event that gathers big performers of the current hour is organized for the curator Pedro Diniz of Art Center The Regenta . After Padín will inaugurate a personal exposition at 24 of September, that will extend until October 15, in Document-Art Gallery, Loyola 32, Buenos Aires, Argentina.

TODOS ESTÁN INVITADOS…!
ALL ARE INVITEDS…!

Este es otro servicio a la comunidad del Club de Fans de Clemente Padín, sede Buenos Aires, Argentina.


Fecha
15 Septiembre 2010

Evento
L’exposició Sextet visual català parteix de la primera generació de poetes concrets o visuals catalans, aquella que desenvolupà la seva activitat en un clima d’oposició al règim franquista i de reivindicació de la llibertat.

L’eix central de la mostra és la reconstrucció de l’exposició Poesia concreta que se celebrà a la Petite Galerie de l’Alliance Française de Lleida l’any 1971, una de les primeres exposicions de poesia visual a l’estat espanyol. El títol situava els poetes exposats dins del moviment nascut a Brasil i a Europa a primers dels anys cinquanta: la poesia concreta. Aquesta era, d’una banda, una hereva fidel del dadaisme, el qual reivindicava la validesa de tots els materials en poesia i la independència de la lletra com un material més, i de l’altra, de l’art concret.

L’exposició de Lleida fou la primera aparició pública de la poesia catalana experimental, tot i que els tres poetes: Joan Brossa, Josep Iglésias del Marquet i Guillem Viladot no havien format mai un grup. L’esdeveniment ajuntava tres trajectòries que venien de tres móns totalment diferents, però que, gràcies a les respectives relacions internacionals o espanyoles, havien arribat a aquest tipus de poesia. Al voltant de la mostra, es produí una gran efervescència que serviria per crear una escola a Catalunya que encara avui dia reconeix els tres poetes com els seus mestres.

Per aquest motiu, el Sextet visual català es completa amb un altre trio de la “segona generació” de poetes visuals, que podríem considerar hereus dels anteriors i que van començar les seves activitats en els convulsos finals dels seixanta i inicis dels setanta. S’ha triat, en aquest cas, un exponent de cadascun dels territoris catalans (Catalunya, País València i les Illes Balears), representatius tant del que es feia a cada indret com de tres tipus de poesia experimental diferent: 1) la poesia visual, a partir d’un seguit de poemes de J. M. Calleja; 2) l’acció, amb una performance de Bartolomé Ferrando, el vessant més característic d’aquest autor; i 3) el llibre objecte, amb un volum d’Andreu Terrades.

L’exposició pretén ser un diàleg entre poetes visuals i experimentals pioners i contemporanis i, alhora, mostra una selecció de les principals tècniques o formes en què allò que s’ha anomenat “poesia experimental” es pot manifestar. Se li ha donat el títol de “Sextet visual”, perquè es tracta de sis poetes i en record del “Septet visual” que Joan Brossa realitzà l’any 1978.

lloc
fundació joan brossa carrer de provença 318 08030 barcelona
tel : +34 934676952
fundacio(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)fundaciojoanbrossa.cat

horaris
exposició oberta al públic del 15 de setembre al 15 d’octubre de 2010.
de dilluns a divendres: 10h a 19h
tancat els dissabtes i diumenges


Fecha
14 septiembre 2010

Evento
La Biblioteca de Extremadura rinde homenaje a Antonio Gómez

Durante los meses de septiembre y octubre, la Biblioteca de Extremadura rinde homenaje al poeta Antonio Gómez, que está considerado como uno de los más importantes poetas visuales españoles. A los 20 años realizó en Cuenca su primera exposición de poesía virtual. Desde entonces, su obra se ha mostrado en más de veinte países en diferentes exposiciones y ferias de arte y se ha publicado en revistas internacionales. Ha ideado, diseñado y coordinado Hojas Parroquiales de Alcandoria, Colección Arco Iris, La Pirámide, La Centena, Píntalo de verde y otros.


Fecha
14 septiembre 2010

Evento
Diario de Galvanoplastias
http://www.galvanoplastias.blogspot.com/

JUEVES 2 DE SEPTIEMBRE DE 2010
El Cangrejo Pistolero afila sus pinzas
Atardecer cetrino en Sevilla como tregua en la jornada soporífera. Cruzan atolondrados vehículos la avenida. Refresca la conversación de la gente. Es la hora. Hemos quedado en su estudio y a lo lejos veo que salen de él Antonio García Villarán y Nuria Mezquita, paseo un trecho detrás de ellos hasta que le hago una llamada perdida al teléfono móvil y se percatan de mi presencia.

Los inventores del Cangrejo Pistolero me invitan a un vino en un bar próximo y me comentan los avatares del III Ciclo perfopoético que están organizando mediado septiembre en el que cuentan con la participación, entre otros, de Luis Eduardo Aute como invitado de honor.

El Cangrejo Pistolero es una de las pocas plataformas poético-experimentales que han surgido con fuerza en Andalucía en los últimos años. Fundada en el 2005 como editorial, se extendió hacia la performance sobre la que sus componentes se expresan entre el funambulismo, el cabaret y la transgresión .

Antonio Villarán y Nuria Mezquita lo tienen claro y apuestan por la profesionalidad y la honestidad para mantener su organización, ya que, como dice Antonio: si vamos en plan lúdico, un día nos cansaremos de jugar. La fórmula les funciona y han creado escuela, los autores que promociona El Cangrejo tienen un perfil determinado, uno de los más recientes es Eduardo Bonachera, alias Edi Tachera, que se une a nosotros en el bar, veterano músico con su grupo de garaje rock Los sentíos, un chico vitalista y conciliador, que acaba de publicar Esplendor en el melonar, una metáfora sobre la humanidad, que está preparando diversas performances con esta plataforma.

Cangrejo Pistolero lleva cuatro colecciones literarias en su haber (Poesía ilustrada Poesía de bolsillo, Ediciones de arte y Cuadernos caníbales), y sus tertulias, Las noches del cangrejo son ya referencia en el panorama andaluz. Gracias al esfuerzo de Antonio y Nuria, el Cangrejo pistolero se ha convertido en una alegre y despendolada barraca de feria en cuyo aire cómico, teatral e irreverente, todo se vuelve otra realidad: la pura vida vertida del arte en la sesión continua de una performance.
PUBLICADO POR ROBERTO FARONA EN 2.9.10 0 COMENTARIOS
MIÉRCOLES 1 DE SEPTIEMBRE DE 2010

La nueva etapa creativa de Pablo del Barco
Hemos estado desayunando Pablo del Barco y yo en un café del centro de Sevilla, conversado largamente sobre nuestros proyectos con una nota melancólica de su Burgos natal, con apunte a Antonio L. Bouza, (cuya cordialidad sentí en la ciudad castellana la pasada semana santa). La mítica galería que dirige, Factoría del Barco, abrirá la temporada próximamente con una exposición colectiva de fotógrafos chilenos contemporáneos, y él mismo por otra parte, es el comisario de una exposición titulada Sevilla y los Machado que se realizará el próximo 3 de noviembre en el convento de Santa Clara de esta ciudad. Dentro del mundo de la plástica ha abierto con su socio Antonio una tienda de materiales de pintura frente a la Facultad de Bellas Artes de la calle Laraña.

Dentro de sus proyectos literarios, en navidad saldrá un libro con narraciones y poemas sobre su último viaje a Japón, país este al que guarda tanto afecto y se encuentra en prensa su estudio sobre el poeta y narrador brasileño Joaquim Machado de Assis (1838-1908), escritor que se inicia en el romanticismo para avanzar hacia un realismo machadiano diríamos neorrealista, obra que editará la Fundación Biblioteca Literatura Universal (BLU), una faceta, la edición, que Pablo cultiva por afinidad estética con los autores trabajados, de esta manera, editando Alma y Ars Moriendi (Cátedra), reivindicó también la obra de Manuel Machado, mucho más rica y versátil que la de su hermano Antonio, pero caído en desgracia debido sobre todo (en su opinión) a quedarse relegado en Burgos al estallar la guerra civil, cosa que le estigmatizó, aparte del contexto burgués en el que vivía. Manuel Machado siente Sevilla de una manera similar a la que Pablo del Barco la siente y la vive, adusto burgalés transterrado por la fascinación de Sevilla, esta ciudad es para él una una amante consentida en sus caprichos que se hace perdonar por su gestos cariñosos. Realmente Pablo del Barco y Sevilla se compenetran muy bien, porque definitivamente, ambos se necesitan.
PUBLICADO POR ROBERTO FARONA EN 1.9.10 0 COMENTARIOS
MARTES 31 DE AGOSTO DE 2010

Cenando con Juan Orozco
Juan Orozco extiende su obra recientemente hacia la novela, ofreciendo ahora intermitentemente un relato por entregas en el Diario de Algeciras y está por pasarse al Diario de Sevilla por ser más oportuno. Nos vemos en una noche que no consigue apaciguar el ardor del día, invitándome a cenar en una taberna del centro de Sevilla, rodeados de estampitas de vírgenes y fotografías en blanco y negro de una ciudad menos febril. Juan habla sobre el proyecto del metro de Sevilla, al que le faltan unas cuantas líneas más y del mercado galáctico en la Plaza de la Encarnación. Tengo que tirarle de la lengua hábilmente para sacarle sus habituales comentarios sarcásticos sobre la vida política de la ciudad, ya que culturalmente, Sevilla aparte de los circuitos alternativos, no es muy activa, menos en agosto, pero pronto se despegará del tedio para meterse en el otoño y Juan tiene algunos recitales preparados para entonces.


Fecha
24 agosto 2010

Evento
COLECTIVO DE POESÍA VISUAL. Exposición de poesía visual en México con autores hispanoamericanos / Liberan la imaginación
REDACCIÓN/NÉSTOR DESALES
NOTA PUBLICADA: 8/13/2010

“La poesía visual es la impresión que provoca la imagen y libera la imaginación”, esta frase fue la que definió a la exposición de poesía visual inaugurada en la Universidad de Guanajuato Campus Celaya–Salvatierra durante su primera semana de clases a su regreso de vacaciones.

En presencia de autoridades educativas y alumnado de la institución se llevó a cabo la inauguración de esta peculiar exhibición, la cual fue organizada por la Extensión Universitaria.

Dentro del acto se mencionó que la expo fue montada a fin de tratar de integrar el arte en la cotidianeidad de la vida universitaria, asumiendo el campus como el recinto que alimenta mente, cuerpo y alma.

Ésta es la primera muestra de poesía visual que se coloca en la universidad, la cual contó con la participación de los autores Rodolfo Franco, Diana Briones, Juan Rosco, Eduardo Eielson, Alfredo Espinosa, Agudo, Milagro Haack, Guillermo de la Torre, Sergio Pinto, Antonio Gómez, Marian Rámentol, Julia Otxoa, Alfonso Aguado, así como la participación especial del poeta Jeremías Ramírez Vasillas, a quien se le homenajeó en reconocimiento de su labor artística y su aporte a la universidad.

Esta exposición tiene como peculiaridad que las obras están sobre muros, puertas, ventanas y vidrios del campus de la universidad, las cuales se fusionan con el ambiente escolar y complementan el quehacer diario del estudiante.

Así los chicos se detienen en cada parte de la escuela para apreciar las obras, las cuales ahora se convertirán en un elemento más de su institución.


Fecha
24 agosto 2010

Evento
COLECTIVO DE POESÍA VISUAL. Exposición de poesía visual en México con autores hispanoamericanos / Liberan la imaginación
REDACCIÓN/NÉSTOR DESALES
NOTA PUBLICADA: 8/13/2010

“La poesía visual es la impresión que provoca la imagen y libera la imaginación”, esta frase fue la que definió a la exposición de poesía visual inaugurada en la Universidad de Guanajuato Campus Celaya–Salvatierra durante su primera semana de clases a su regreso de vacaciones.

En presencia de autoridades educativas y alumnado de la institución se llevó a cabo la inauguración de esta peculiar exhibición, la cual fue organizada por la Extensión Universitaria.

Dentro del acto se mencionó que la expo fue montada a fin de tratar de integrar el arte en la cotidianeidad de la vida universitaria, asumiendo el campus como el recinto que alimenta mente, cuerpo y alma.

Ésta es la primera muestra de poesía visual que se coloca en la universidad, la cual contó con la participación de los autores Rodolfo Franco, Diana Briones, Juan Rosco, Eduardo Eielson, Alfredo Espinosa, Agudo, Milagro Haack, Guillermo de la Torre, Sergio Pinto, Antonio Gómez, Marian Rámentol, Julia Otxoa, Alfonso Aguado, así como la participación especial del poeta Jeremías Ramírez Vasillas, a quien se le homenajeó en reconocimiento de su labor artística y su aporte a la universidad.

Esta exposición tiene como peculiaridad que las obras están sobre muros, puertas, ventanas y vidrios del campus de la universidad, las cuales se fusionan con el ambiente escolar y complementan el quehacer diario del estudiante.

Así los chicos se detienen en cada parte de la escuela para apreciar las obras, las cuales ahora se convertirán en un elemento más de su institución.


Fecha
20 agosto 2010

Evento
•Exposición: Revista Urbana. (Argentina).Desde Abril a diciembre se expondrán los doce carteles que componen la revista urbana 2010.
LUGAR: Spazio Grossi en C/Manuel Allende 12, Bilbao.

Revista urbana (revista efímera urbana)La Ciudad
Una ciudad o un pueblo no es solamente un conjunto de casas y de calles amontonadas o dispuestas en serie sobre un espacio cualquiera; Una ciudad se define en torno a un espacio público, cuyo acceso esté abierto a todos, pero ese espacio público no es tanto un lugar físico como un medio de comunicación en el que podemos encontrarnos con los/otros o con nos/otros no solo a través de las palabras sino también a través de las imágenes que la propia ciudad genera.
Utilizando como marco el espacio público, Revista Urbana busca acercarnos
En lo particular sueño con un arte libre, sin fronteras, comprometido.
http://zonadeartepostal.blogspot.com/


Fecha
11 agosto 2010

Evento
INAUGURACIÓN DEL ESPACIO DE ARTE Y NATURALEZA
“CERRO GALLINERO”
Hoyocasero (Ávila), 14 de agosto de 2010
19 horas

“La naturaleza, pese a haber constituido el marco existencial del hombre a lo largo de su dilatado devenir histórico, sólo comenzó realmente a suscitar su interés en tiempos recientes. Quiero decir que aunque el desenvolvimiento humano era dependiente del ámbito natural, no existía un conciencia del valor y los significados del mismo”.

Javier Hernando Carrasco

Génesis del proyecto

Como muy bien nos dice Javier, este proyecto que ahora se va a inaugurar pretende potenciar el diálogo con el paisaje.
En el año 1999 con motivo de una conferencia de Agustín Ibarrola en el Círculo de Bellas Artes de Madrid, surgió el embrión de lo que más tarde se convertiría en Parajes nuncios de Infinito. 1999-09, una obra que con el tiempo propondría al equipo actual del Ayuntamiento. Esta obra tenía dos posibles emplazamientos en el término municipal. El primero de ellos ofrecía numerosas posibilidades para realizar futuros proyectos. Finalmentede el Ayuntamiento se decidió por el paraje del Cerro Gallinero, aprobándolo por unanimidad en el Pleno celebrado el día 4 de junio de 2008. Como era de esperar, este lugar también fue propicio para el proyecto.

Situación

El “Cerro Gallinero” se encuentra en Hoyocasero (359 h.), en la provincia de Ávila, a 7 Km. de la Venta del Obispo, es decir, de la N-502 y a 2,4 Km. de la Plaza del pueblo, situado al norte de la localidad. Su vertiente norte limita con la carretera que va a Navaquesera. Su extensión, de propiedad municipal, es de 31 Ha., ampliable hasta 46 Ha. para posibilitar un circuito cerrado, además de una pequeña extensión en su vertiente sur.
El lugar es un magnífico promontorio y sus vistas alcanzan toda la cuenca alta del río Alberche, a sus espaldas se contempla la Sierra de la Paramera y hacia poniente queda el macizo central de la Sierra de Gredos. En dirección sur tenemos los puertos de Serranillos y del Pico que permiten el paso de Gredos.

Objetivos

En el “Cerro Gallinero” se plantea una relación nueva entre el ser humano y el paisaje. Se desarrollarán obras donde el artista debe investigar y trabajar para este territorio y su contexto, lo que le convierte en espectador privilegiado, descubridor de elementos y sensaciones que, muy frecuentemente, pasarían desapercibidas para los habitantes del lugar si dichas obras no existieran. Se trata de poner en valor esta zona de inestimable legado paisajístico y con posibilidades para que diferentes artistas plasmen la impronta que cause en ellos.
Una de las partes de que se compone el espacio es una cantera de extracción de piedra en superficie. Este lugar fue abandonado tal como muestran las fotografías. Con este material abundante se pretende por un lado, aprovecharlo para realizar obras en las inmediaciones y por otro, paliar el impacto medioambiental.
Cuando en los tiempos actuales se piensa en promover proyectos que dinamicen la vida rural, “Cerro Gallinero. Arte y Naturaleza”, se plantea como una actividad que va más allá de los meses vacacionales, es decir, posee carácter permanente.
Una cuestión a tener en cuenta es la posibilidad de que el Espacio sea visitado por los estudiantes durante el curso escolar. De hecho, ya el pasado 12 de abril, los alumnos de 1º de bachillerato del I.E.S. “Valle del Alberche” de Navaluenga, disfrutaron de una visita guiada y participaron en un taller. De esta manera, a la vez que ponemos en
valor nuestro patrimonio natural, podemos desarrollar actividades plásticas con elementos naturales de gran valor educativo.

Obras realizadas y en fase de ejecución

Hasta la fecha se han concluido las siguientes obras: Parajes nuncios de Infinito. 1999-09, de 278 x 426 x 260 cm. Proyecto de eliminación-1. 2007-09, Desde mi atalaya (2008) visible “in situ” en maqueta, con un diámetro cuando esté terminada de 960 cm., Collar de agua. 2009, de 8,5 x 310 x 184 cm., comenzada y replanteada y Fuego alquímico. 2009, un triángulo cuya altura será de 7.500 cm.

Obras para la inauguración

Para el acto inaugural la poeta Ana Rossetti tiene concebida “Hojas con Agujas”, una obra efímera –ya que no todas las obras han de tener carácter permanente- y participativa en la que con libros construirá un “sarcófago” e invitará al público a que se los lleve a casa y así se descubrirá lo que contiene. El poeta y artista plástico Luis Luna tiene previsto realizar una performance titulada “La fuga está en la rama, la sílaba es nutriente. Un homenaje a Paul Celan”, en la que los asistentes formarán una comitiva fúnebre, portando una escalera con una vitrina de cristal. En ella se llevarán las obras completas del poeta homenajeado y el plantón de un pino. Por el camino se recitarán una selección de poemas y el recorrido finalizará en una estrella de ocho puntas, realizada con alambre de espino e inscrita en un cuadrado de 8 m. de lado. En su centro se depositará el libro en un hoyo y se cubrirá de tierra para, a continuación, plantar encima el pino.

Artistas invitados a visitar el Cerro

Otros artistas de prestigio como Eva Lootz, Premio Nacional de Artes Plásticas, Pamen Pereira y Fernando Casás han mostrado interés por el proyecto. También contaremos con la presencia de Eduardo Scala, poeta y Premio de Arte Gráfico “Lucio Muñoz”. 2008, del Ayuntamiento de Madrid, para conocer de primera mano el Cerro y proponer una obra.

Carlos de Gredos


Fecha
11 agosto 2010

Evento
INAUGURACIÓN DEL ESPACIO DE ARTE Y NATURALEZA
“CERRO GALLINERO”
Hoyocasero (Ávila), 14 de agosto de 2010
19 horas

“La naturaleza, pese a haber constituido el marco existencial del hombre a lo largo de su dilatado devenir histórico, sólo comenzó realmente a suscitar su interés en tiempos recientes. Quiero decir que aunque el desenvolvimiento humano era dependiente del ámbito natural, no existía un conciencia del valor y los significados del mismo”.

Javier Hernando Carrasco

Génesis del proyecto

Como muy bien nos dice Javier, este proyecto que ahora se va a inaugurar pretende potenciar el diálogo con el paisaje.
En el año 1999 con motivo de una conferencia de Agustín Ibarrola en el Círculo de Bellas Artes de Madrid, surgió el embrión de lo que más tarde se convertiría en Parajes nuncios de Infinito. 1999-09, una obra que con el tiempo propondría al equipo actual del Ayuntamiento. Esta obra tenía dos posibles emplazamientos en el término municipal. El primero de ellos ofrecía numerosas posibilidades para realizar futuros proyectos. Finalmentede el Ayuntamiento se decidió por el paraje del Cerro Gallinero, aprobándolo por unanimidad en el Pleno celebrado el día 4 de junio de 2008. Como era de esperar, este lugar también fue propicio para el proyecto.

Situación

El “Cerro Gallinero” se encuentra en Hoyocasero (359 h.), en la provincia de Ávila, a 7 Km. de la Venta del Obispo, es decir, de la N-502 y a 2,4 Km. de la Plaza del pueblo, situado al norte de la localidad. Su vertiente norte limita con la carretera que va a Navaquesera. Su extensión, de propiedad municipal, es de 31 Ha., ampliable hasta 46 Ha. para posibilitar un circuito cerrado, además de una pequeña extensión en su vertiente sur.
El lugar es un magnífico promontorio y sus vistas alcanzan toda la cuenca alta del río Alberche, a sus espaldas se contempla la Sierra de la Paramera y hacia poniente queda el macizo central de la Sierra de Gredos. En dirección sur tenemos los puertos de Serranillos y del Pico que permiten el paso de Gredos.

Objetivos

En el “Cerro Gallinero” se plantea una relación nueva entre el ser humano y el paisaje. Se desarrollarán obras donde el artista debe investigar y trabajar para este territorio y su contexto, lo que le convierte en espectador privilegiado, descubridor de elementos y sensaciones que, muy frecuentemente, pasarían desapercibidas para los habitantes del lugar si dichas obras no existieran. Se trata de poner en valor esta zona de inestimable legado paisajístico y con posibilidades para que diferentes artistas plasmen la impronta que cause en ellos.
Una de las partes de que se compone el espacio es una cantera de extracción de piedra en superficie. Este lugar fue abandonado tal como muestran las fotografías. Con este material abundante se pretende por un lado, aprovecharlo para realizar obras en las inmediaciones y por otro, paliar el impacto medioambiental.
Cuando en los tiempos actuales se piensa en promover proyectos que dinamicen la vida rural, “Cerro Gallinero. Arte y Naturaleza”, se plantea como una actividad que va más allá de los meses vacacionales, es decir, posee carácter permanente.
Una cuestión a tener en cuenta es la posibilidad de que el Espacio sea visitado por los estudiantes durante el curso escolar. De hecho, ya el pasado 12 de abril, los alumnos de 1º de bachillerato del I.E.S. “Valle del Alberche” de Navaluenga, disfrutaron de una visita guiada y participaron en un taller. De esta manera, a la vez que ponemos en
valor nuestro patrimonio natural, podemos desarrollar actividades plásticas con elementos naturales de gran valor educativo.

Obras realizadas y en fase de ejecución

Hasta la fecha se han concluido las siguientes obras: Parajes nuncios de Infinito. 1999-09, de 278 x 426 x 260 cm. Proyecto de eliminación-1. 2007-09, Desde mi atalaya (2008) visible “in situ” en maqueta, con un diámetro cuando esté terminada de 960 cm., Collar de agua. 2009, de 8,5 x 310 x 184 cm., comenzada y replanteada y Fuego alquímico. 2009, un triángulo cuya altura será de 7.500 cm.

Obras para la inauguración

Para el acto inaugural la poeta Ana Rossetti tiene concebida “Hojas con Agujas”, una obra efímera –ya que no todas las obras han de tener carácter permanente- y participativa en la que con libros construirá un “sarcófago” e invitará al público a que se los lleve a casa y así se descubrirá lo que contiene. El poeta y artista plástico Luis Luna tiene previsto realizar una performance titulada “La fuga está en la rama, la sílaba es nutriente. Un homenaje a Paul Celan”, en la que los asistentes formarán una comitiva fúnebre, portando una escalera con una vitrina de cristal. En ella se llevarán las obras completas del poeta homenajeado y el plantón de un pino. Por el camino se recitarán una selección de poemas y el recorrido finalizará en una estrella de ocho puntas, realizada con alambre de espino e inscrita en un cuadrado de 8 m. de lado. En su centro se depositará el libro en un hoyo y se cubrirá de tierra para, a continuación, plantar encima el pino.

Artistas invitados a visitar el Cerro

Otros artistas de prestigio como Eva Lootz, Premio Nacional de Artes Plásticas, Pamen Pereira y Fernando Casás han mostrado interés por el proyecto. También contaremos con la presencia de Eduardo Scala, poeta y Premio de Arte Gráfico “Lucio Muñoz”. 2008, del Ayuntamiento de Madrid, para conocer de primera mano el Cerro y proponer una obra.

Carlos de Gredos


Fecha
6 agosto 2010

Evento
A BICICLETA Nº 10, revista do grupo Mandrágora editada em Cascais por Manuel Almeida e Sousa e Bruno Vilão publica, como habitualmente, textos, poemas, fotografias, fotos de intervenções e poemas visuais, com a qualidade que sempre se lhe reconheceu.

O diferente material é de autoria de Pedro Oom, Floriano Martins, Nicolau Saião, António Goméz, Yolanda Pérez Herreras, Javier Seco, Miguel Meira, Fernando Rebelo, Fernando Aguiar, Inês Ramos e Gonçalo Mattos, para além de alguns outros, incluindo os editores.

No texto que serve de editorial, Bruno Vilão afirma que “Era de supor que um esqueleto de trinta anos tivesse as suas marcas de vida, certas mazelas de guerra, incertos sinais do tempo. Não é o caso de Mandrágora…”

Para além de um pequeno texto, colaborei nesta edição com 4 scanner-poems. Desta vez não vou respeitar a opção preto e branco do editor, e coloco aqui os “poems” conforme o original.

http://ocontrariodotempo.blogspot.com/


Fecha
5 agosto 2010

Evento
Ryosuke Cohen enviou-me mais um número do seu persistente BRAIN CELL, que já vai na 765ª edição, desta vez com a colaboração de seis dezenas de artistas visuais de 18 países, principalmente dos Estados Unidos, Itália, Espanha, Alemanha, Rússia, França, Inglaterra, Áustria, Ucrânia e do Brasil.

Entre os participantes estão Shmuel, John Held Jr., Carol Stetser, Bruno Capatti, Giovanni Strada, Tiziana Baracchi, Aloys Olhmann, Roberto Keppler, Daniel Santiago, Peter W. Kaufmann, Fernando Aguiar e o próprio Ryosuke Cohen…

que foi um dos 18 artistas estrangeiros representados na exposição “LINGUAGENS D’ESCRITA(S) – Poesia Experimental do Arquivo Fernando Aguiar”, patente em Março e Abril na Galeria Municipal de Abrantes.

Em cima um pormenor desta folha cultural editada num formato A-3.
http://ocontrariodotempo.blogspot.com/


Fecha
2 agosto 2010

Evento
Siempre es de celebrar la apertura de un nuevo centro dedicado al arte, en
este caso la performance, y mucho más si ello ocurre fuera de las grandes
urbes, donde se concentra la oferta cultural. La Riera de Gaià, un pequeño municipio situado a pocos kilómetros de la ciudad de Tarragona, acaba de inaugurar L’ovella vermella, el Centre d’Art d’Acció del Tarragonès CAAT con el festival Per-formate 2010 (que va por su segunda edición), celebrado entre el 10 y el 16 de julio.


Fecha
28 julio 2010

Evento
PREMIO SARGANTAS DE POESIA VISUAL

Comunidad: Andalucía
Provincia: Valencia
Disciplina: Poesía Visual
Fecha de Entrega: 30/09/2010
Nº de Visitas: 272
Descripción
Descripción

Podrán participar los autores/autoras nacidos o residentes en el ámbito del
Estado Español, siempre que sus obras no hayan sido premiadas ni publicadas
en otros certámenes ni en la convocatoria anterior a ésta
Para trabajos de creación poética, con plena libertad temática y técnica libre.
Máximo de dos obras por autor/autora.
Los originales irán sin firmar. En el dorso se anotará el título o lema de la obra.
y el formato deberá ajustarse a las siguientes dimensiones: mínimo A-4, máximo
de 30x40cm. Será preceptivo presentarlos sobre soporte rígido (cartón pluma)
y uno en formato digital (tiff, jpg, eps, freenad, illustrador, etc,) con la calidad y
resolución suficiente 300 dpi y en CMYK) para que -en caso de resultar premiadasea
posible su reproducción en el catálogo que se pretende editar de las obras
seleccionadas.
La dotación total del premio es de 1.500 euros, éste se repartirá de la forma
siguiente:
a) Primer premio: 1.000 euros.
b) Accésit 1: 250 euros.
c) Accésit 2: 250 euros.
De estas cantidades será deducido el IRPF que legalmente establezca la legislación
vigente.
El jurado será designado por la Comisión Informativa de Cultura del Ayuntamiento
de Chiva a propuesta de la Concejala de Cultura. El veredicto, inapelable, se hará
público en los medios de comunicación social, a través de la página web del
Ayuntamiento: www.chiva.es y será notificado a los participantes.

Las obras seleccionadas por el jurado serán expuestas en la sala de exposiciones
de la Casa de Cultura, del 29 de octubre al 12de noviembre de 2010. Como soporte
a la misma, se procederá a editar un catálogo con la reproducción de cada una de
las piezas que hayan sido objeto de selección. Cada uno de los artistas recibirá
cinco ejemplares del mismo.

El plazo de admisión de originales finaliza el día 30 de septiembre de 2010. Los
datos personales del autor/autora se presentarán en sobre cerrado aparte,
utilizando para ello el boletín de inscripción adjunto e indicando en el exterior del
sobre el lema o título de la obra así como el tipo de premio al que opta.
La entrega de premios tendrá lugar el día 29 de octubre de 2010. Las obras no
premiadas podrán ser retiradas en el plazo de 30 días siguientes al fallo del jurado,
o remitidos por la organización al artista conforme al modo elegido en boletín de
inscripción. (*)
El jurado podrá declarar desierto el premio, si estima que las obras presentadas
no reúnen la calidad necesaria.
El hecho de participar en este concurso supone la total aceptación de las bases.
Cualquier cuestión no prevista en las mismas, será resuelta a juicio del jurado.

(*) Los originales que el autor/autora no haya reclamado conforme a lo establecido
serán destruidos una vez transcurrido el plazo de tiempo antes referido (30 días)
Nota: La Casa de la Cultura de Chiva no se responsabiliza de los daños, pérdidas y/o deterioros que
puedan sufrir las obras presentadas al Certamen, no obstante, velará por su correcta conservación
durante su permanencia en las dependencias municipales,
Dr. Corachán, 2 · 46370 Chiva (Valencia)
Telf.: 96 252 21 29 · Fax: 96 252 14 36
e-mail: casacultura(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)chiva.es
www.chiva.es


Fecha
19 mayo 2010

Evento
•Exposición: Revista Urbana. (Argentina).Desde Abril a diciembre se expondrán los doce carteles que componen la revista urbana 2010.
LUGAR: Spazio Grossi en C/Manuel Allende 12, Bilbao.

Revista urbana (revista efímera urbana)La Ciudad
Una ciudad o un pueblo no es solamente un conjunto de casas y de calles amontonadas o dispuestas en serie sobre un espacio cualquiera; Una ciudad se define en torno a un espacio público, cuyo acceso esté abierto a todos, pero ese espacio público no es tanto un lugar físico como un medio de comunicación en el que podemos encontrarnos con los/otros o con nos/otros no solo a través de las palabras sino también a través de las imágenes que la propia ciudad genera.
Utilizando como marco el espacio público, Revista Urbana busca acercarnos
En lo particular sueño con un arte libre, sin fronteras, comprometido.
http://zonadeartepostal.blogspot.com/

Participantes:
15 marzo-26 abril
portada Nelda Ramos Argentina
Pág.1 Fabian Nikita

28 mayo-27 junio
Pág.2 Fausto Grossi Italia-España
Pág.3 Marina Salmaso

28 junio-16 julio
Pág.4 Hilda Paz Argentina
Pág.5 Norberto José Martínez Argentina

27 agosto-26 septiembre
Pág.6 Colectivo 303 Brasil
Pág.7 Roxana Beekman

27 septiembre-26 octubre
Pág.8 Samuel Montalvetti
Pág.9 Silvia Lissa

27 octubre-26 noviembre
Pág.10 Sol Pedrosa
Pág.11 Nelda Ramos Argentina

27 noviembre-15 diciembre
es expondrá toda la revista

•Acción: Pegado de la obra en la urbe.
Se hará una convocatoria para pegarlos en la calle donde quedaran hasta su desaparición. La revista urbana es efímera.

Todo vendrá recogido en el blog:
http://zonadeartepostal.blogspot.com/


Fecha
12 julio 2010

Evento
propost/updates escribió:
>
> 13 de juliol, 21h:
>
> Massa Aus Ferides
>
> Usted es un colectivo i propost.org tanquem aquest dimarts la nostra primera incursió en la programació de poesia a l’Antic Teatre. Després de sis mesos de malabarismes i prestidigitacions amb les paraules, voldríem, en aquesta traca final, prescindir-ne per, sense deixar de regar les orelles amb aigües refrescants, alliberar sons que sense vers ni rima resulten igualment estimulants: improvisació sacsejada, rock sense remenar. Massa Aus Ferides és la conjunció que ningú demanava a crits de tres de les bandes amb més morro i menys prejudicis de Barcelona: Macromassa, Les Aus i Bèstia Ferida. Amb ells ens acomiadem fins al proper octubre. Bon estiu a tothom!
>
> Mau Boada: guitarra elèctrica, teclats (Les Aus)
>
> Arnau Sala: bateria (Les Aus, Bèstia Ferida)
>
> Adrián de Alfonso: guitarra elèctrica, teclats (Bèstia Ferida)
>
> Mark Cunningham: trompeta elèctrica (Bèstia Ferida)
>
> Juan Crek: audiogenerador, veu (Macromassa)
>
> Victor Nubla: clarinet elèctric (Macromassa)
>
> prou!… darse de baja…no more… >>>
>
> subscriure’s … recibir info… + updatings… >>>
>
> projectes poètics sense títol – propost.org
>
> http://propost.org
>
> www.myspace.com/polipoesia
>
> www.youtube.com/polipoesia
> www.vimeo.com/polipoesia
> endins(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)propost.org
>
> ap. 34.101
>
> 08080 barcelona
>
> PROPOSTA 2000-2004
> http://propost.org/proposta


Fecha
7 julio 2010

Evento
STANDSTILL – FESTIVAL VIGO TRANSFORMA

FESTIVAL – VIGO Tras una semana de performances, instalaciones y talleres repartidos por toda la cudad, comienzan los conciertos. Empezan con Standstill, que no ha parado de crecer hasta convertirse en una de las mejores y más personales bandas del rock estatal. Con “Vivalaguerra” firmaron uno de los más importantes álbumes de la pasada década y sus directos, siempre con un planteamiento distinto, demuestran que estamos ante un grupo aparte. En Vigo transforma presentarán su espectáculo “Rooom”.


Fecha
5 julio 2010

Evento
Monika Günther i Ruedi Schill
Taller d’art d’acció dins la sisena edició de la Trobada Internacional de
Poesia d’Acció i Performance la Muga Caula, que tindrà lloc els dies
15, 16,17,18 i 19 de setembre de 2010 a Figueres i a les Escaules (Alt
Empordà).


Fecha
5 julio 2010

Evento
¿Qué es “La Bañera con Trampolín”? Es una revista ensamblada que toma varias formas, una revista objeto, una caja de arte o incluso la ilusión de un pequeño museo portátil.

Poemas objeto, visuales o discursivos, tampones, escritos literarios, fotomontajes, collages, pequeñas esculturas, dibujos, serigrafías, fotocopias, plantillas, fotografías, video, sonido, transparencias… Cualquier disciplina, formato o material puede convertirse en “página” de una revista ensamblada o una revista objeto. Quizás lo más importante sea que todas estas piezas, es que en todas las publicaciones de la Bañera las colaboraciones son obras originales, firmadas y seriadas por sus autores.

Desde esta plataforma nos gustaría mencionar publicaciones como “Caja de Truenos” o “La Nevera” unas de las primeras revista-objeto editadas en España. Lamentablemente estas publicaciones están hoy ya desaparecidas y solo queda su recuerdo en las colecciones de las galerías y museos de arte contemporánea. En “La Bañera con Trampolín” intentaremos seguir esa trayectoría, y por ello conviviremos en el mundo de la revista ensamblada y del arte junto a publicaciones hermanas como “La Más Bella”, “Lalata”, “Pa´ Comer Aparte”, “Metamorfosis” o “Vai Cajhar”.
http://www.labanera.net16.net/index.html


Fecha
1 julio 2010

Evento
IGUAZU Gracias a Erika Bruzonic que desinteresadamente se ha ofrecido a echarnos una mano con la distribución, la revista Iguazú se puede encontrar en los siguientes lugares de La Paz, Bolivia, a partir del lunes 7 de junio:

Librería El Pasillo
Librería Lectura
Escaparate Cultural
Centro Cultural Simón I. Patiño (La Paz y Cochabamba)
Café de Radio Deseo 103.3 – Mujeres Creando
Etno Café
Café Cinemateca Boliviana
Asociación de Periodistas de La Paz


Fecha
27 junio 2010

Evento
La revista Lalata participará en ‘De Zines’, una muestra que según se explica en el comunicado difundido por la organización “trata de reflejar qué está ocurriendo en la creación editorial contemporánea a nivel de publicaciones independientes; cómo se relaciona este campo con el de la producción artística y el entorno social, cultural y político actual”. Será inaugurada en La Casa Encendida el 29 junio y permanecerá abierta hasta el 29 de agosto.

Comisariada por Roberto Vidal y Óscar Martín la muestra reúne alrededor de 400 publicaciones internacionales, desde magazines más consolidados en el mercado hasta zines de manufactura artesanal y una selección de revistas experimentales. Entre ellas, claro, Lalata.


Fecha
18 junio 2010

Evento
El pasado día 16 de junio, con ocasión de una entrevista realizada al escritor, poeta visual, y editor Antonio Monterroso por parte del canal de televisión, Canal 2 Andalucía (España) el Centro de Poesía Visual fue el ámbito de un programa “El Club de las Ideas “en el que se hablo de la actualidad de las poéticas visuales.


Fecha
17 junio 2010

Evento
El pasado dia 10 de Junio se inauguro en la Filmoteca Andalucía de Córdoba La exposición colectiva El Píxel en el Ojo, presenta los trabajos de siete creadores audiovisuales (agrupados en tres) y once poetas visuales que comparten un lenguaje común: el uso de la imagen, sea estática o en movimiento, para crear metáforas y experimentar con total libertad formal. Partiendo de la realidad, la manipulación de los significantes crea nuevos significados contando siempre con la mirada activa del espectador para completar el discurso.

De entrada, en los monitores de la Filmoteca , donde se anuncia la programación, el poema de Edu Barbero “Iter, el viaje más bello” invitaba a ver la “Colectiva, El Píxel en el Ojo. Experimentos de poesía visual y no ficción”. Las hojas de sala, ilustradas con los poemas que ellos mismos seleccionaron de una muestra que les enviamos, acompañaban el texto con los trabajos de Ángels J. Sagués y Claudia Quade. Ya en el interior de la sala Espacio 3, el trabajo audiovisual de Fermín Marrodán (una multipantalla de 6) con la cara de distintos pastores que van llamando a su rebaño, “invitaban” a entrar. En uno de los monitores, los dos trabajos del creador audiovisual Gerard Freixes y otro de este con Pilar Pascual (videoclip del cantante Javier Molina “Delanada” titulado: Las horas). El segundo monitor dedicado al trabajo del colectivo: los hijos, premiado con el prestigioso Punto de Vista. Y por último….Un monitor con vuestros trabajos en transición y bucle. Total once poetas visuales y 57 trabajos (ahí es nada). En la sala de enfrente Alex D. Dios y el Dj Lukkah hicieron una magnífica actuación de vídeos y música.
Felicitaciones de Pablo García Casado (Director de la Filmoteca) y de su público. Mucha asistencia de gente que nadie conocía (se trata de eso). Y la presencia de los andaluces en pleno: Claudia Quade, Arturo Comas, Nuria Moya, Antonio Monterroso, José. G. Obrero y Fermín Marrodán.
El Pixel en el Ojo


Fecha
8 junio 2010

Evento
¿Qué es la Unexpected Gallery Cuando él esté viaje?
Es un proyecto artístico extravagante y mágico. La galería de arte más rara del mundo desconocido. Esa que sólo ocurre cuando el compañero de piso del colectivo La Pluma Eléctri*k está de viaje.
Y él no sabe que le vaciamos la habitación y la intervenimos artísticamente. Ni él, ni los otros 3 compis de piso que han pasado por la habitación. Y ya suman 13 exposiciones desde abril de 2008 cuando comenzamos con esta locura con sede en Lavapiés, Madrid
¿Qué tengo que hacer para asitir a la exposición?
Sólo tienes que enviarnos un email para solicitar la contraseña y la dirección. AFORO LIMITADÍSIMO.
¿Qué es La Pluma Eléctri*k?
Somos una secta comandada por un gato perseguido por la Justicia Intergaláctica. Arte Urgente, arte urbano. Electricidad diaria.

What (the hell) is Unexpected Gallery Cuando él está de viaje?
It´s an avant garde project in wich we make exhibitions in the room of our flatmate when he is on a trip for a few days. And he didn´t know what happens when his is far away. We started this project in april 2008 and we made since that, 13 exhibitions with 3 different flatmates.
What (the fuck) is La Pluma Eléctri*k?
They are a crazy art collective directed by a cat followed by the Intergalactic Justice. Street art, criminal art, urgent art. Art with electricity, every day.
¿How can I be go to the Unexpected Gallery?
Well, you just have to send us and email to ask for the password and the adress. It happens in Madrid.


Fecha
8 junio 2010

Evento
09 Barcelona, junio de 2010

www.geifco.org
a-caballero.blogspot.com

Alberto Caballero / coordinador de GEIFC grupo de estudio e investigación de los fenómenos contemporáneos y de: Action Art magazine sobre la acción / publica: // Instalar…la acción // en Escáner Cultural desde el nº 77 www.escaner.cl / profesor de la asignatura ‘Introducción a las teorías contemporáneas’ Máster en comisariado y prácticas culturales en arte y nuevos medios en MECAD\Media Centre d’Art i Disseny de la Escola Superior de Disseny ESDI y la Universitat Autònoma de Barcelona / miembro de AIAP Asociación de interacción Arte-Psicoanálisis Buenos Aires, Argentina.

La performance hoy

Como retrospectiva I
Reseña de Marina Abramovic
The artists is present
MOMA de Nueva York
marzo-mayo 2010-06-04
The Artist is Present es el título de la exposición de Marina Abramovic en el Museo de Arte Moderno (MoMa) de New York.
La muestra de la artista serbia está compuesta por 50 obras que dan cuenta de 40 años de trayectoria en el arte, en donde se destacan las piezas sonoras, vídeos, instalaciones, performances y fotografías.
Una particularidad de la exposición será una performance que se realizará todos los días en el museo hasta el 31 de mayo. La pieza está compuesta por personas desnudas dispuestas en los marcos de las salas, además de personas semivestidas distribuidas entre las obras de Abramovic. El objetivo de la artista contemporánea es poner en la superficie la relación que se establece entre el artista, la obra y el público.

Marina Abramovic. Portrait with Flowers, 2009
Descargar programa de eventos

Como retrospectiva I I
Juan Hidalgo
Desde ayacata Juan Hidalgo 1997-2009
Acciones fotográficas, objetos y ambientes
Artium
Vitoria
Marzo-agosto 2010-06-04
www.artium.org
Hidalgo jamás dio un paso por acercarse al museo como institución, ni educativa ni difusora ni, mucho menos, legitimadora de nada que para él fuera importante. Hasta el punto que Hidalgo puede aceptar que lo que él hace ni siquiera es arte, sino meras propuestas dirigidas a la mente y los sentidos, y resueltas como música, como poesía, como gestos, como objetos e incluso como fotografías, que no son sino la consecuencia (secundaria) de una «acción fotográfica» (principal).

Su radicalidad más notable es la de haberse mantenido fiel durante cinco décadas a unas ideas artísticas –y que esa fidelidad, sin embargo, no le haya impedido moverse por diferentes territorios–, la de no haber caído en las tentaciones mercantiles, a pesar de las dificultades económicas que esa posición le acarreó, la de no haber flaqueado ante la incomprensión o la indiferencia, no haber perdido la compostura ante el silencio, no haber dejado de sembrar un campo en el que después muchos otros artistas han encontrado los orígenes del sentido de sus trabajos.

Como Feria de Arte
ARCOMADRID2010-06-04
Performing ARCO
Mira Bernabeu, Santiago Sierra, Fabien Giraud-Raphaël Siboni,
SUSO33, Carlos Llavata

© Mira Bernabeu. Espectáculo-Enfermedad, Serie Mise en Scéne VIII

“Simulacro” Carlos Llavata

PROGRAMA DE PERFORMANCES PATROCINADO POR MANGO EN PABELLÓN 6
Sección Oficial
” Panorama (new economy) Série Mise en Scène XIII” de Mira Bernabeu.
Presentado por Trayecto, Vitoria.
” NO, Global Tour” de Santiago Sierra.
Presentado por Helga de Alvear / Prometeogallery di Ida Pisani, Madrid / Milán.
Pabellón 10. Portón 10H. Enfrente de SPO9 Helga de Alvear / Prometeogallery di Ida Pisani.

“The Straight Edge” de Fabien Giraud / Raphaël Siboni.
Presentado por DNA Galerie, Berlín.

“Yo soy pintura” de SUSO33.
Presentado por Adora Calvo, Salamanca.
” Simulacro” de Carlos Llavata.
Presentado por Mirta Demare, Rotterdam.

Panorama: Los Ángeles
” Post-Living Ante-Action Theater (PoLAAT)”, de My Barbarian.
Presentado por Steve Turner Contemporary, Los Ángeles.

PERFORMING ARCO / PABELLÓN 6

ARCOmadrid_ 2010 continúa con su sección dirigida a galerías que deseen presentar artistas visuales que propongan obras en vivo (performances). PERFORMING ARCO se dirige a todas aquellas galerías interesadas en explorar las posibilidades de la performance como práctica de las artes visuales y les brinda la oportunidad de presentar, en el contexto de una feria de arte contemporáneo, aquellas obras de sus artistas cuya expresión última sea la representación en vivo. El programa ha sido supervisado por Javier Duero, comisario independiente.

Como Festival
Interakcje
Piotrków
Polonia 2010
Curadores
Malgorzata Butterwick, Ángel Pastor
Tema: Art as a sinthome

John Cage Del signo (musical) a la letra
Jacques Lacan con John Cage

Los participantes del encuentro leen el texto parágrafo por parágrafo cada uno en su idioma (polaco, castellano, francés, inglés, catalán) en modalidades diferentes: lectura teatralización, canto, poesía sonora, la voz del ordenador, etc. Así el texto de mano en mano, de voz en voz, adquiere un valor perfomático. Privados del efecto de la mirada ya que están sentados uno a espalda del otro, la presentación se convierte en una performance sonora. No se trata de la comprensión del texto, sino de su escucha.

Descargar textos de los curadores en pdf

Como Encuentro
Epipiderme7
Encontros à volta de performance
Lisboa, Portugal
mayo 2010

Performance: Marcos Vinícius, Aisa Boaa, Adina Bar-On, Gilberto Gaspar
Videoperformance: Lezli Rubin-Kunda (Video)
Workshop de performance: Con Adina Bar-On Personality in real time and space.

Como Taller
Workshop-Clínica de performance
Pensar para deixar de pensar e agir
Oficina epipiderme
Rocío Boliver, La congelada de uva
Marzo 2010, Lisboa Portugal

La clínica consta de cuatro sesiones de cuatro horas.
Cada alumno debe reconocer la performance como un instrumento para influír en la realidad, expandiendo su sensorialidad, ensanchando su consciencia y trabajando su autoconocimiento.
El alumno irá apreciando la realidad cotidiana por su contemplación, suspendiendo el juicio, para alcanzar una visión performática que lo lleve a crear su obra a partir de sus necesidades de expresión. Y como resultado del proceso como epifenómeno.

El nombre del workshop de performance “pensar para dejar de pensar y hacer” expone la intención primera del objetivo a alcanzar: interligar conceptos filosóficos en el plano racional, para “abandonarlos” para quedarse en un plano irracional e inconsciente.
Más que pretender crear piezas de performance el principal objetivo es trabajar sobre la mente del alumno, para examinar realidades diarias como un desafío constante, de manera de alcanzar una visión performática, recreando una vida cotidiana en cualquier situación.

El objetivo es que el alumno desenvuelva una consciencia performática para observar las cosas, ideas, metáforas, expresiones, sentimientos de modo conceptual, y como se integra de manera natural en su pensamiento.
La performance En los medios

Eurovisión Festival de la canción 2010
Daniel Diges con la canción ‘Algo pequeñito’ representa a España.
Oslo, 29 de mayo de 2010
En el momento de la actuación del representante español, interviene de improviso el activista Jimmy Jump . Leemos la nota que el Periódico de Catalunya ha publicado el domingo 30 de mayo:
” En octubre del 2007 por primera vez Jimmy Jump se coló en la entrega de la Copa del Mundo de Rugbi en París; en junio del 2008 paseó su barretina en un encuentro de la Eurocopa de fútbol, en Basilea; en junio de 2009 interrumpió un partido de Federer en Roland Garros, en París, y ayer por la noche, el veterano y desgraciadamente popular espontáneo Jimmy Jump reventó la actuación de Daniel Diges en el Festival de Eurovisión en Oslo. Jimmy Jump, pseudónimo profesional de Jaume Marquet Cuna, logró superar los controles de seguridad y apareció –con una camiseta con su nombre y su barretina– en el plató cuando el representante de TVE y sus bailarines actuaban. “http://www.elperiodico.es/es/noticias/tele/20100530/jimmy-jump-monta-show-eurovision-revienta-tve/284176.shtml

Este comunicado está editado en el blog de Alberto Caballero
espero encontrar vuestras opiniones y abrir un debate sobre la dirección de la performance hoy.
Con los medios > en los medios

Si no desea recibir más información, envíe un email con el asunto “desuscripción” a
acaballero(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)geifco.org


Fecha
8 junio 2010

Evento
En vivo y en directo….Joana Brabo&Pere Sousa

Domingo, 13 de junio a las 21h – 4 €
Heliogabal c/ Ramón y Cajal, 80
Metro L4 Joanic (Barcelona) en Trimestres de Poesia
www.heliogabal.com

Jueves 17 de junio a las 20:15 h
Café La Granja, en la Plaza Circular de Bilbao
en la presentación del libro Poesía de barra
de A Fortiori Editorial
http://afortiori-bilbao.com/editorial/

www.en3palabras.com/
http://annablumefanclub.blogspot.com/


Fecha
3 Junio 2010

Evento
SOBRE POESIA VISUAL
RECURSOS PEDAGOGICOS DE AMNISTIA INTERNACIONAL

Poesía visual y derechos humanos en el aula

Presentación La poesía visual es una forma de expresión artística caracterizada en general, pero no de modo imprescindible, por la combinación de la palabra y la imagen. Es un género artístico, normalmente de pequeño formato, que a partir de unos pocos elementos y unos mínimos requisitos materiales, atesora la capacidad de producir un gran impacto.

Otros autores proponen definiciones más amplias, hasta el extremo de considerar que cualquier obra plástica, si está inspirada por un aliento poético, también podría ser incluida en la categoría de poesía visual. Aquí, fundamentalmente por razones prácticas (facilidad material de ejecución y utilidad pedagógica en el aula), se toma como referencia la definición más restrictiva inicial.

Susceptible de manifestarse de múltiples maneras y de dar concreción a sentimientos, experiencias e ideas, la poesía visual es un valioso recurso en los procesos de aprendizaje. Tanto en los ámbitos del lenguaje y de la plástica como en el que se pretende resaltar aquí: el de los valores.

Dentro de la enseñanza en derechos humanos, la poesía visual es una herramienta con un extraordinario potencial. Una propuesta bien presentada puede propiciar un elevado grado de implicación del alumnado en la actividad, a través de un trabajo serio y al mismo tiempo atractivo. Una combinación de rigor y creatividad sin duda valiosa cuando se pretende incidir en el mundo de los valores. Las experiencias llevadas a cabo hasta el momento en distintos centros de enseñanza confirman la anterior apreciación.

Algunas definiciones de poesía visual “La poesía visual no es dibujo, ni pintura, es un servicio a la comunicación.”
Joan Brossa

“La poesía visual es algo más que poesía, debe predominar el componente visual pero no se puede limitar únicamente a lo visual, es algo que se entrecruza dando lugar a algo nuevo.”
Santiago Aguaded

“El poema visual no es una facultad de la palabra sino de la retina.”
Jesús Maestro

“Poesía visual es la semejanza que existe entre una frase y la imagen que la expresa con un efecto poético o musical.”
Guillermo Marín

“La Poesía visual contiene sugerencias, guiños e insinuaciones de sentido”.
Bertomeu Ferrando

“Poesía visual es el arte de ver poesía en las cosas y saberlo expresar plásticamente.”
Isabel Jover

“¿Qué es la poesía visual? La belleza que encierra está en proporción al grado de indefinición que la envuelve.”
César Reglero


Fecha
3 Junio 2010

Evento
LA POESIA VISUAL EN WIKIPEDIA
En España, con el precedente de Juan Díaz Rengifo o Juan Caramuel en el barroco siglo XVII, y tras el paréntesis del siglo XVIII, en el siglo XIX destacan poetas de formas difíciles que tuvieron imitadores y seguidores, como José González Estrada; León María Carbonero y Sol compiló todo lo que la abundante tradición del Manierismo y Barroco español había elaborado en cuanto al género de la poesía visual en su Esfuerzos del ingenio literario (Madrid, Suc. de Rivadeneyra, 1890). Ya a inicios del siglo XX en España, contamos con estudiosos y antólogos de las formas difíciles como Eduardo de Ory o Agustín Aguilar y Tejera, y figuras de interés dentro del género de la poesía visual. Precedidos por innovadores como Ramón Gómez de la Serna, poetas como Gerardo Diego, Juan Larrea y Guillermo de Torre nos han dejado muestras de su quehacer en este campo.

A principios del siglo XX es influida por el Futurismo italiano, primera de las Vanguardias históricas, y los posteriores Dadaísmo y Cubismo, subsumidos en estéticas autóctonas tales como el Ultraísmo y el Creacionismo, y se hace eco de la plasticidad y visualidad de las nuevas escrituras poéticas con sus caligramas y el uso más o menos innovador de la tipografía, el collage y una nueva disposición del espacio.

Posteriormente se desarrolla la poesía objetual de Joan Brossa, la de acción del Grupo Zaj, la visual de Fernando Millán o la letrista de Juan Eduardo Cirlot, entre otros muchos que han cultivado este tipo de poesía desde principios de siglo (Josep Maria Junoy, Ernesto Giménez Caballero, Gustavo Vega, Juan Hidalgo, José Luis Castillejo, Cooperativa de Producción Artística y Artesana, Felipe Boso, Francisco Pino, Guillem Viladot, Isidoro Valcárcel Medina, Ulises Carrión, José-Miguel Ullán, Ángel Sánchez, Antonio Gómez, Francisco Peralto, Bartolomé Ferrando, J. M. Calleja, Eduardo Scala, Carles Santos, José-Carlos Beltrán, Fátima Miranda, Eduard Escoffet, Rafael Peralto, Toni Prat, J. Brustenga-Etxauri, Edu Barbero, César Reglero, Francisco Aliseda, Xavier Canals, Isabel Jover, Carmen Peralto, Rafael Marín, Antonio Orihuela, J. Ricart, Josep Sou, Nieves Salvador).

A grandes rasgos se pueden marcar tres momentos en la poesía visual española del siglo XX que funcionan independientemente de la poesía discursiva tradicional y oficial:

* Una línea, seguida sobre todo en Cataluña, que inician los primeros poetas visuales haciéndose eco de las vanguardias europeas, como el futurismo.
* Otra línea importante ya en la década de los 60 en la que los artistas entran en contacto de nuevo con movimientos extranjeros siempre en un contexto experimental, marginal y de vanguardia.
* Y una tercera línea de poesía visual que comienza a tener una audiencia cada vez mayor en la década de los noventa.

Dentro de estas líneas perdura el hecho de que se trata de una práctica interdisciplinar que quiere aportar una nueva escritura, una nueva manera de ver y expresar el mundo.

Precisamente ese es uno de los problemas para el estudio de la poesía visual y experimental en general, la línea artística que siguen estos autores es generalmente plural, es decir, son artistas que trabajan en zonas fronterizas entre la pintura, la música, el teatro y la poesía en sus diversas expresiones: poesía fonética, visual, sonora… Otra traba es el hecho de que permanece en su mayor parte inédita o se ha publicado en tiradas muy reducidas y en ediciones casi desconocidas.

Por otra parte, en España existen ya varias antologías de poesía visual y revistas donde se expone la obra de muchos poetas visuales.

El Centro de Poesía Visual (CPV) de España, se creó en 2005 en Peñarroya-Pueblonuevo con la intención de documentar los avances de este lenguaje, clasificarlos y darlos a conocer al público.

A nivel de difusión, en Barcelona, es de gran importancia la plataforma Projectes Poètics Sense Títol (Propost) que es una entidad independiente dedicada a las prácticas poéticas contemporáneas. Desde 1993, ha organizado exposiciones y recitales y ha publicado revistas y catálogos y, hoy por hoy, se ha convertido en una de las entidades más dinámicas en el campo de la poesía experimental.


Fecha
1 junio 2010

Evento
Bon dia,

Us enviem la invitació a la inauguració de l’exposició i presentació de

Century Mountain: diàleg visual entre Orient i Occident

Comptarà amb la presència dels autors, el poeta xinès Huang Xiang i el pintor nord-americà

William Rock, i els ponents Valentín Roma, comissari del pavelló de Catalunya a

la Biennal de Venècia 2009, i Jordi Salvador Duch, Dr. en Antropologia.

Tindrà lloc el divendres 4 de juny, a les 19.30 h, a la sala d’actes de l’Antiga

Audiència (pl. Pallol, 3).

L’exposició es podrà visitar del 4 de juny al 15 de juliol.

Esperem que sigui del vostre interès.

Salutacions cordials,

Oficina Tarragona 2016


Fecha
1 junio 2010

Evento
propost.org updating…

Cada dimarts, poesia a l’Antic Teatre de Barcelona!
Programació de juny
*_

O’Poesia

Programació regular de poesia a l’Antic Teatre (Barcelona)
http://www.anticteatre.com

Programació de juny 2010:

1 i 8 de juny: Jordi Oriol, La caiguda d’Amlet

15 de juny: Arrebato Libros (Madrid) presenta Quico Cadaval

22 de juny: Andrés Corchero i Feliu Formosa

29 de juny: Eduard Carmona, Recitals a domicili

Cada dimarts a les 21h a l’Antic Teatre

Verdaguer i Callís, 12

Barcelona

Metro Urquinaona L1/L4

http://www.anticteatre.com

Entrada: 6 eur / 5 eur socis Antic Teatre

Organitzen: Antic Teatre, Usted es un colectivo i projectes poètics sense títol – propost.org

1 i 8 de juny:

La caiguda d’Amlet

Jordi Oriol

Direcció: Xavier Albertí

http://www.indigest.org

Amlet està caient. No l’hem vist caure d’enlloc ni tampoc el veurem aterrar. L’espai, com el temps, no hi té cabuda. Tampoc no hi té sentit. Tan sols podem assegurar que hi ha un Home. Un Home enmig d’una caiguda. Un Home i els seus pensaments. Pensaments que vomita per trobar-hi lògica, per ordenar-los. Per entendre’s. Un monòleg introspectiu enmig de l’univers infinit. Un discurs en forma de fractal. És la part pel tot. En altres paraules, una de les joies poètiques que ha generat l’escena teatral en els darrers anys. Un flux incessant de text sense floritures ni cantarelles.

15 de juny:

Arrebato Libros (Madrid) presenta Quico Cadaval

www.arrebatolibros.com

Amb motiu de la presentació de la nova web d’Arrebato Libros, Quico Cadaval oferirà un dels seus increïbles monòlegs, en què l’oralitat pren camins desconcertants i enlluernadors, sovint hilarants. Nascut en una taverna de Ribeira (Galícia), Quico Cadaval és un mestre de l’oralitat que porta anys espargint els seus textos a través de la comunicació directa entre ell i el públic, sense llibres. No necessita cap més arma, ningú s’hi resisteix. Arrebato Libros, llibreria, editorial i plataforma poètica amb base a Madrid, responsable de bona part de l’agitació poètica a Madrid, presenta la seva web www.arrebatolibros.com, que serà la primera llibreria 2.0 d’Espanya, un punt de trobada i de referència on es podran descarregar e-books, comentar i recomanar llibres als amics, intercanviar arxius, publicar textos i moltes més possibilitats. Una nit intensa, doncs, de connexió entre Galícia, Madrid i Barcelona.

22 de juny:

Camino – Michi: Diàleg Feliu Formosa – Andrés Corchero

Camino – Michi forma part d’un procés de recerca que Andrés Corchero inicia aquest any. Està plantejat com una revisió de la feina que elabora des de fa 25 anys, una exploració que abasta des del moment en què va viatjar al Japó per primera vegada l’any 1986 fins l’actualitat.

Dins del procés de Camino-Michi, Andrés Corchero presenta una trobada amb el poeta sabadellenc Feliu Formosa, col·laborador habitual en la seva trajectòria artística. Corchero i Formosa es troben a l’escenari d’una manera austera, sense artificis, sensible, i amb tota la força que els propis autors amb les seves personalitats poden expressar. Del que es tracta és de compartir i crear un món poètic i de moviment que cavalquin junts.

Direcció artística i intèrpret: Andrés Corchero

Col·laborador: Feliu Formosa

Vestuari: Caterina Pérez

Producció executiva: Mònica Pérez

29 de juny:

Eduard Carmona, Recitals a domicili

Els Recitals a domicili neixen quan quatre músics i un poeta decideixen portar jazz i poesia a cases particulars a canvi del sopar. Acostumats a actuar entre plats i copes, fan créixer la banda fins a un total de set membres i fan el salt a l’escenari. El resultat és una proposta directa i sense concessions. De tu a tu.

prou!… darse de baja…no more… >>>

subscriure’s … recibir info… + updatings… >>>

projectes poètics sense títol – propost.org

http://propost.org

www.myspace.com/polipoesia

www.youtube.com/polipoesia
www.vimeo.com/polipoesia
endins(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)propost.org

ap. 34.101

08080 barcelona

activitats +/- poètiques

http://propost.org
www.myspace.com/polipoesia
www.youtube.com/polipoesia
www.vimeo.com/polipoesia

PROPOSTA 2000-2004
http://propost.org/proposta


Fecha
26 mayo 2010

Evento
Estan convidats a la inauguració de JAZZS, una exposició col.lectiva on 30 artistes han creat una obra a partir d’un tema de jazz, el proper dijous 3 de juny a les 19:30h a la Galeria Esther Montoriol de Barcelona, on romandrà fins el 30 de juliol. Gaudirem de les pintures, fotografies, instal·lacions, animacions i obres multimèdia dels artistes participants, a més del jazz acústic de Rufus T. Firefly quartet. L’exposició es complementa amb el blog www.expojazzs.blogspot.com, un lloc on poder veure les obres i escoltar els temes musicals que les han inspirat.

Els esperem!

JAZZS a la Galeria Esther Montoriol
Inauguració dijous 3 de juny de 2010 – 19:30h
del 3 de juny al 30 de juliol de 2010
Diputació 339
08009 Barcelona
93 244 85 21
galeria(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)montoriol.com
www.montoriol.com

+ INFO

Blog de JAZZS

Artistes participants

Escolta els temes de JAZZS a Spotify

Veure teaser de JAZZS

Com arribar a la galeria

Col.labora:

Moritz
Per qualssevol dubte o comentari,
expojazzs(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)gmail.com


Fecha
26 mayo 2010

Evento
El Tejedor en…Madrid – Javier Seco y Eduardo Barbero.
L.U.P.I. está muy agradecida por tener a dos firmas de este calibre como ilustradores de este “Tejedor en…MADRID”.
Aquí os dejo con unos artistas de gran estilo, aunque con dos técnicas bien distintas en ejecución de la obra, Javier Seco y Eduardo Barbero han trabajado mano a mano pasandose y ejecutando una a una las 16 imágenes que encontraremos en este libro.
Francamente, la obra final ejecutada a dos manos entre estos creadores a sido la creacion de bellas, muy bellas imágenes.
Os dejo con sus enlaces, disfrutar de su obra es un placer.
http://edubarbero.artelista.com/
http://javier-seco.blog.com.es/


Fecha
24 mayo 2010

Evento
Cada dimarts, poesia a l’Antic Teatre de Barcelona!
Canvi de programació per al dimarts 24 de maig + Avanç de programació de juny

O’Poesia

Programació regular de poesia a l’Antic Teatre (Barcelona)
http://www.anticteatre.com

CANVI DE PROGRAMACIÓ:

Per causes alienígenes a l’organització, el recital MALDEAMORES previst per al proper dimarts 25
a l’Antic Teatre no es podrà realitzar.
A canvi, però, us proposem un potipoti poètic amb amics i habituals de la casa:

EDUARD ESCOFFET + JOSEP PEDRALS, PERE SOUSA, JOANA BRABO, ROGER ATROFE,
SEBASTIÀ JOVANI, RIOT ÜBER ALLES I VALERIA GÓMEZ.

A les 21h a l’Antic Teatre. Entrada: la voluntat

I us avancem la programació de juny:

1 i 8 de juny: Jordi Oriol, La caiguda d’Amlet

15 de juny: Arrebato (Madrid) presenta Quico Cadaval

22 de juny: Andrés Corchero i Feliu Formosa

29 de juny: Eduard Carmona, Recitals a domicili

Cada dimarts a les 21h a l’Antic Teatre

Verdaguer i Callís, 12

Barcelona

Metro Urquinaona L1/L4

http://www.anticteatre.com

Entrada: 6 eur / 5 eur socis Antic Teatre

Organitzen: Antic Teatre, Usted es un colectivo i projectes poètics sense títol – propost.org


Fecha
24 mayo 2010

Evento
A revista O DOMADOR DE SONHOS, de Manuel Almeida e Sousa e de Bruno Vilão, volta a atacar. Desta vez com um pequeno mas aguerrido exército constituído por António Gómez, Gonçalo Mattos, José Bívar, Fernando Aguiar, Luísa Coder & Jojé Russell, Manuel Almeida e Sousa, Victor Cardeira, Manuel d’Luísa, Jorge Vicente e Nicolau Saião.

São 55 páginas em pdf com poemas, textos, fotografias, desenhos, teatro, poemas visuais e uma reportagem sobre a participação do grupo Mandrágora em EDITA 2010 – XVII Encuentro Internacional de Editores Independientes.

O conteúdo desta publicação, sempre com um design cuidado e muito agradável à vista, pode ser lido na íntegra (e à borla) em: http://domadordesonhos.wordpress.com/


Fecha
24 mayo 2010

Evento
BolaBellamátic permanente en La Realidad (Madrid)
Sí, es real. Desde hace varias semanas hay una máquina BolaBellamátic instalada en el recientemente abierto bar La Realidad, situado en el barrio de Malasaña (Madrid).

BolaBellamátic expende en La Realidad una selección de chapas de inspiración charcutera creadas por La Más Bella. De momento BolaBellamátic se va a quedar por allí una temporada. Luego, La Realidad dirá.


Fecha
22 mayo 2010

Evento
El auge de la poesía visual en la red

Resumen: En este artículo el autor analiza el actual auge de la poesía visual en la red como proceso natural derivado de su propia naturaleza
“futurista”.
Fue Julio Campal uno de los primeros en comprender que no había otro camino en la poesía de vanguardia que la pausa, el replanteamiento del pensamiento visual, no sólo su semántica sino también la propia escritura, su estructura interna, y cómo no, la caligrafía, conceptos que ya habían sido revisados algunos años antes por los poetas futuristas y dadaístas como Francesco Cangiullo, Benedetta,Tzara…, además de Apollinaire -naturalmete-. (…)
En estos momentos, la nueva generación de poetas visuales que puebla la red pertenece de lleno a ese mundo mediático de la televisión, el vídeo, la realidad virtual, la publicidad e internet, y esto implica en sí mismo una gran contradicción, pues siendo el material de trabajo el propio medio resulta que la poesía oficial sigue estando anclada y alejada de estas prácticas “experimentales”. Podríamos afirmar entonces que la cultura “que se ve” ignora a aquellos que manejan la materia prima de la civilización que avanza: sus imágenes.
Cuando visité la página de Fernando Millán, heredero y amigo de Campal, históricos los dos en el tema que nos incumbe, me di cuenta de que la negación también podía ser recíproca, a modo de espejo beligerante. La mirada de Fernando Millán es una mirada de libertad de acción y conciencia, también lo son las de otros muchos poetas de vanguardia actuales, y ello me tranquiliza con respecto al futuro de esta práctica mal clasificada como “experimental”, mal definida como “concreta”, parcamente tildada como “visual”.
Lejos están ya los años en que las creaciones de revistas y las publicaciones de libros objetos podían provocar convulsiones entre los círculos más progresistas de la cultura (entre los ortodoxos lectores y fáciles televidentes sólo hubo un largo y extenso silencio del cual ni siquiera se libró la poesía tradicional). La mítica “Problemática 63” y “El grupo N.O.” ya no son un cuerpo extraño dentro de la poesía pura y dura. Otros proyectos y revistas se perdieron, sin embargo, en el camino, y pocos son los que se acuerdan del romanticismo sin límites que supuso su puesta en marcha. Y a pesar de todo siguen surgiendo iniciativas de divulgación, se habla más que nunca de la poesía visual, la publicidad a veces “huele a poema visual”, siguen apareciendo libros de autor, artesanales y mágicos, y en países como Brasil la poética visual es un fenómeno en auge. Algo ha cambiado, y es posible que el culpable sea Internet, esa natural forma de conectarse y comunicarse que viene siendo desde hace algunos años la Red. Lo cual nos lleva a pensar que si bien ha fracasado una manera de propagación (el medio impreso), la poesía visual ha encontrado otro no menos eficaz y con mayor capacidad de universalización.
Vortice argentina y Merzmail (Edgardo Antonio Vigo) son ejemplos de transición natural, o de asimilación individual y colectiva al medio, a través de iniciativas que tratan de armar el lenguaje con la fascinación que genera la red. En otra dirección apunta el museo de arte visual de Boek 861, dirigido por César Reglero, empeñado en conseguir una afición, quizá popular, al mail-art, pero implícitamente enfocada hacia la universalización del fenómeno artístico.
Más que de poesía visual en sentido estricto, íntimamente ligada ésta a su capacidad sensorial, como defendía en sus escritos José Carlos Beltrán, podríamos estar hablando entonces de poesía virtual, pues ya no se necesita de la presencia física del espectador y su complicidad. Autor y espectador se colocan en planos alejados, en dimensiones distintas, en realidades desconocidas, aunque la presencia en la pantalla pueda conceder un falso carácter de proximidad.
(…)En una de esas páginas, la del poeta Lorenzo Facorro, la invención de palabras viene ligada de forma casi inocente a significantes asimilados por el subconsciente cibernético como es “la e-motion”. En la web de Ángel Arahna el sincretismo ahonda en el vacío y en el sentido espacial del mundo onírico-multimedia. Y como no, Xavier Canals, se recrea en el movimiento, en la conjunción de la imagen con el texto abierto (de la hoja de papel a la pantalla, de lo visual a lo informático para abrir redes mediante la palabra).
En el fondo de la cuestión, y sea como fuere la técnica empleada y el adjetivo que utilizemos, una constante en los sitios de poesía visual en la red es la heterodoxia y la mezcla entre lo lírico y lo plástico, como también ocurría en muchas de las propuestas futuristas.
Pero la sutileza del contexto red no sólo puede deslumbrar desde la ingeniería o la habilidad gráfica de sus autores. En el sencillo poema paz=pan de Clemente Padín tenemos el ejemplo perfecto de cómo un juego de palabras es también un juego de imágenes y en consecuencia un deliberado trastocamiento de realidades.
Es posible que en un futuro casi presente nos aguarden palabras como nanotecnología, fibras ópticas, sonido 3D, geometría fractal, ciberespacio, conocimiento digital, telepresencia…, ligadas a la poesía visual. Como diría Hugo Pontes, el sentido radica en el ser-nudo-mundo de la poesía visual. Los tipoemas y antipoemas de Ana María Uribe son un claro ejemplo de contradicción inherente a este proceso conceptual, que ante el abismo de la tecnología es capaz de volver a la literalidad, al libro-poema del “Infierno” de Dante. En rastros de ausencia, “cameres”, Julián Álvarez juega con la estructura hipertextual (circulación de información digital abierta y múltiple). Mientras que en la obra de Ricardo Ugarte el silencio visual se contrapone al hiperdiscurso lineal. Infinitas maneras de abordar el problema del lenguaje descontextualizado, futurista, abierto (…)
Julio Fernández Peláez
correo(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)edita-t.com
http://www.inaudita.net


Fecha
21 mayo 2010

Evento
Exposiciones

Galería Weber-Lutgen – Calle Fray Diego de Cádiz, 9b, Sevilla
Del 05-04-2010 al 22-05-2010
Entrada libre
En esta exposición Fernando Millán nos propone poesia expandida utilizando todos los medios de la poesia: del papel con tinta hasta el soporte digital con su medio de reproducción.

Desde los años sesenta, Fernando Millán (Villarrodrigo, Jaén, 1944) ha utilizado la tachadura o cancelación de textos como algo más que una técnica dentro de la poesía experimental. Estos trabajos empezaron siendo una forma de antitextos, para convertirse después en textchones, es decir en una escritura de lo escrito, en la que los componentes textuales tienen lecturas gráficas, plásticas e icónicas, además de semánticas.

La tachadura, en su aspecto más negativo, en tanto eliminación o cancelación podría ser vista como un una escritura de crisis (en su doble significado de destrucción-renovación). De ahí la elección de un periódico diario, para este trabajo, en tanto que objeto y vehículo de una denominada crisis global, para proponer una respuesta desde la estética, una solución también global y específica: tachar o tener.

“La crisis de El País” es un trabajo realizado entre el 15 de febrero y el 30 de marzo 2010, utilizando un ejemplar de el diario El País, en su edición de Sevilla. Las 72 páginas con que cuenta la (64 de la edición nacional, más las 8 del suplemento Andalucía), se han transformado en el primer “periódico-obra-de-arte”, o primer “periódico-objeto”.

Por definición, un periódico diario es un vehículo de información. En la videoperformance el artista nos “lee” la información “contenido” dentro de su obra y por esa “interpretacion” se nos desvelan nuevas lecturas de la escritura periodística.

Fernando Millán (Villarrodrigo, Jaén, 1944) trabaja desde los años 60 dentro del campo de la poesía experimental. Su trayectoria está definida por la continua interrelación teoría-práctica, práctica-teoría, así como por su labor de promoción de las nuevas estéticas nacidas de las neo-vanguardias. Desde 1968 en que se publicó su primer libro de poemas, han aparecido doce libros de poesía visual. Entre sus últimas publicaciones están: “Vanguardias y vanguardismos ante el siglo XXI, Ardora, Madrid 1998; “Ideogramas, emblemas y mitogramas”, Instituto de Estudios Giennenses, Jaén 2003; “La escritura en libertad”, Visor, Madrid 2005.


Fecha
17 mayo 2010

Evento
La galería Weber-Lutgen les invita a la Conferencia-recital

POESÍA EXPANDIDA

del artista Fernando Millán con la colaboración de María AA (el jueves 20 de Mayo a las 20)

Desde los años sesenta, el trabajo de Fernando Millán dentro del mundo de la poesía experimental ha estado marcado por una constante interrelación de la teoría y la práctica. También es muy característica su visión expandida o totalizadora del fenómeno estético. Bajo la denominación Poesía expandida, Fernando Millán no sólo sitúa esa búsqueda totalizadora, sino también los procesos materiales (desde el dibujo sobre papel, a la pintura, la fotografía, el vídeo…) así como la utilización de las más diversas técnicas y las prácticas multidisciplinares.

Esta conferencia-recital busca mostrar el lugar de una serie de poemas dentro del conjunto de la obra del autor, mostrando su contexto teórico y práctico, así como la interrelación de lo visual, lo sonoro y la acción. Para conseguirlo, Fernando Millán se convierte también en intérprete, mostrando su experiencia con la voz. Todo ello sin renunciar a los planteamientos radicales propios de las neovanguardias, de los cuales Fernando Millán es un referente, no sólo a nivel estatal, sino también internacional. En este acto se darán a conocer producciones inéditas en un número significativo. Entre ellas sobresalen los diálogos de “Los radicales libres”, en cuya presentación participará Maria AA, en un colaboración especial.

www.galeria-wl.eu | info(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)galeria-wl.eu
tfno: +34954909471 móvil: +34610760556
C/ Fray Diego de Cádiz, 9b | 41003 Sevilla | España


Fecha
15 mayo 2010

Evento
Caricias de Cartón.
Javier de la Rosa.

Caricias de Cartón surge como una segunda entrega de un trabajo anterior, LÁGRIMAS EXILIADAS, un homenaje al continente sin olvidar el contenido, una recopilación de trabajos realizados con los recortes de cajas de cartón encontradas y olvidadas con y sin recuerdos en su interior, una forma de dotarlos de nueva vida.

Esta segunda entrega, CARICIAS DE CARTÓN, es una obra más positiva, menos melancólica y quizá, pensando más en el contenido que el continente, una colección de ilustraciones sobre cartón de 70×50 donde quedan claras las influencias artísticas tales como el cómic o el arte gráfico de tiempos pasados. Arte analógico, un respiro de cartón en la era digital.
http://antoniamag.com/revista/la-cultura-vista-en-antonia/


Fecha
12 abril 2010

Evento
Sara Herculano presenta su último trabajo sonoro en el Centro de Ocio Contemporánea de Badajoz
“Shhhhhhhh”, es publicado en AMP_RECS bajo licencia Creative Commons, acompañada de un set de vídeo-proyecciones a cargo de Cisco Bellabestia

Sara Herculano presenta su disco…
11/05/2010
Sara Herculano presentan su trabajo “shhhhhhhh” cuya propuesta es generar una receta colectiva a través de la defragmentación del discurso sonoro y visual, transparencias auditivas y proyecciones silenciosas.

Este trabajo fue publicado en octubre de 2009 por el netlabel Amplified Music Pollution Records, ubicado en Guadalajara, Méjico, bajo licencia Creative Commons, es decir, bajo libre licencia.

Así pues, la cita está prevista apra este viernes 14 de mayo a aprtir de las 22.00 horas en el Centro de Ocio Contemporáneo de Badajoz con un preico por entrada de 5 euros incluida consumición, tal y como ha destacado la organización en nota de prensa.

Su autora.

Sara Herculano (Badajoz, 1978) combina su formación musical con lalicenciatura en Comunicación Audiovisual. Tras graduarse en 2005, es sucreciente interés por explorar las posibilidades de las nuevas tecnologías lo que le lleva a cursar el Master en Artes Digitales de la UPF en 2006, desde entonces colabora como artista sonoro en distintos proyectos multidisciplinares y participa en festivales como Schmiede (Austria) Nopasswd (Italia) 6ª Mostra Sonora i Visual (Barcelona), Art Tech Media (Tenerife) o In-Sonora (Madrid).

Sus composiciones parten de un prisma que viaja desde el soundtrack hacia la matriz del acto sonoro, un ejercicio que parte del referente visual y se revela como un desplegable de micro-narraciones acústicas en las que converge el gusto por la manipulación de los viejos soportes, el registro de residuos sonoros recuperados de grabaciones de lo cotidiano, los dispositivos electrónicos y continuos guiños a los usos del lenguaje cinematográfico.

Cisco, nacido en Badajoz, en 1971, alias Bellabestia, es artista plástico desde principios de los noventa. A finales de esa década se interesa por la vídeo-creación y el live-cinema. Forma entonces el colectivo Bellabestia con el que presenta diversas vídeo-acciones en la galería Carmen De La Guerra (Madrid) o la Bienal de Cerveira (Portugal), entre otras.

Como Vj ha trabajado en diferentes salas de la península, además de organizar y codirigir, junto a vjspain.com y el colectivo Telenoika, el primer encuentro de Vjing celebrado en Jarandilla de La Vera (Cáceres) en octubre de 2006.

En diciembre de 2009 elaboró junto a Sara Herculano un homenaje audiovisual a Sun Ra en el Festival Jazziberia organizado por el COC de Badajoz.

Actualmente desarrolla y organiza cursos y cineclubs con diversos colectivos y salas de Extremadura. A su vez genera, desde hace tres años, contenidos para el largometraje experimental “Según”, basado en la obra de Segundo de Chomón.

El enlace para descargar el disco: es http://www.amp-recs.com /amp/amp041.html


Fecha
11 mayo 2010

Evento
DENUNCIEM que Barcelona ha perdut l’espai capdavanter dels recitals poètics, l’anomenada per molts “Catedral” de la poesia a la ciutat. Des de fa 9 anys, amb l’obertura del bar-llibreria “l’Horiginal”, Barcelona ha gaudit d’un espai sociocultural inèdit que ha dinamitzat el teixit urbà del Raval. De llavors ençà, el barri ha disposat d’un punt de trobada on s’han trenat sinèrgies literàries provinents del món acadèmic, institucional, editorial i contracultural. Durant tots aquest anys l’Horiginal mai no ha demanat cap subvenció pública ni privada, mai no ha estat objecte de denúncies per aldarulls i mai no ha cobrat per l’assistència de cap acte ni ha remunerat les actuacions dels artistes. Amb el temps i gràcies a una programació de poesia setmanal i ininterrompuda, l’Horiginal ha esdevingut un referent clau en la vida literària barcelonina, un punt de trobada poètica obert tant al nou planter com a les veus poètiques més consolidades, obert a tots aquells que fan de la paraula la millor eina de cultura possible al servei de la societat.

DENUNCIEM que l’expedient administratiu que clausura l’espai dedicat a les activitats artístiques ha estroncat una programació poètica amb vora 300 recitals a l’esquena. Tècnicament, ni acatant la normativa vigent segons llicència atorgada, no es permet la realització dels cicles poètics a l’espai esmentat. Només la regidoria de Ciutat Vella podria normalitzar la situació si, de mutu acord i realitzant-hi les reformes necessàries, accedís a permetre l’ús del l’espai per a activitats culturals. Atesos certs precedents on l’administració pública ha vetllat per la normativa i alhora l’ha aplicada segons les circumstàncies particulars del cas, els sotasignats MANIFESTEM la nostra adhesió a l’Horiginal i RECLAMEM a l’Ajuntament que estudiï el cas i que, atenint-se a l’excepcionalitat de la nostra activitat i al caràcter minoritari però essencial de la poesia, atorgui la llicència necessària per a reobrir l’Horiginal.


Fecha
10 abril 2010

Evento
El fotògraf Chema Madoz inaugurarà el 8 de maig la trobada Passanant Foto
02/05/10 02:00 – Passanant i Belltall

Tot és a punt per a la celebració, els dies 8 i 9 de maig, de la cinquena trobada Passanant Foto, que organitza l’Ajuntament de Passanant i Belltall i que promou el fotògraf Josep Bou. Enguany, per commemorar el cinquè aniversari de l’esdeveniment, es disposarà de la participació d’alguns dels màxims exponents de la fotografia actual, entre els quals Chema Madoz –reconegut per les seves fotografies metafòriques–, que serà l’encarregat d’obrir dissabte la programació amb la ponència El somni dels objectes i també dels fotògrafs Jesús Micó i Aleix Plademunt. La primera jornada de Passanant Foto inclourà també l’acte de presentació del llibre Viatge a la Conca de Barberà 1, el primer volum de la col·lecció PassFoto 13×18, a càrrec del president del Consell Comarcal de la Conca, David Rovira, i dels autors. Entre les diverses novetats previstes en aquesta cinquena edició, cal destacar les visites guiades que diumenge al matí es faran de manera gratuïta a les tres exposicions, Caçadors d’ombres, Duabiland i Espai Jove, que es podran visitar en diversos indrets del municipi i que són obertes al públic en general. Sens dubte, un dels al·licients de l’activitat cultural consolidada al municipi serà la convocatòria del I Premi Fotogràfic Ramon Aloy, amb un primer guardó dotat amb 2.000 euros i un segon premi la dotació del qual serà un viatge per a dues persones a Tunísia.


Fecha
10 abril 2010

Evento
propost.org updating…

Cada dimarts, poesia a l’Antic Teatre de Barcelona!
+ recomanacions: Barcelona Poesia 2010

O’Poesia

Programació regular de poesia a l’Antic Teatre (Barcelona)
http://www.anticteatre.com

La programació de maig és la següent:

11 de maig: Tomàs Arias

18 de maig: Mariona Sagarra, Solo veus

25 de maig:

Cada dimarts a les 21h a l’Antic Teatre

Verdaguer i Callís, 12

Barcelona

Metro Urquinaona L1/L4

http://www.anticteatre.com

Entrada: 6 eur / 5 eur socis Antic Teatre (excepte l’activitat del 18 de maig, que és gratuïta)
Organitzen: Antic Teatre, Usted es un colectivo i projectes poètics sense títol – propost.org

11 de maig:

Enemigos de Jardín (Ben Clark, Fabio de la Flor, Víctor Balcells i Borja Aguiló)

http://www.myspace.com/enemigosdejardin

Enemigos de Jardín està compost per Ben Clark, Fabio de la Flor, Víctor Balcells i Borja Aguiló. Les seves influències són l’stand-up comedy britànic, Jimmy Hendrix i Emilio Aragón en els seus pitjors temps.

Fan riure i no saben per què. El cas és que escriuen textos ad hoc (sense saber què vol dir aquesta llatinada) per a cada actuació. Ja són cèlebres les seves opinions i tesis sobre la postmodernitat, Amaia Montero, els seus primers amors, les sandàlies de plàstic, Pachá Ibiza i les relectures historiogràfiques partint de sismes culturals com la gravació del disc de Jesulín de Ubrique o la invenció del Frenadol.

Enemigos de Jardín són essencialment bèl·lics i estan força verds.

Des de Salamanca, un grup de poetes de procedències diverses que s’acosten a l’humor pel seu propi camí.
18 de maig:

Usted es un colectivo

Bestiari. Nit de bèsties

Ara Rann, l’esparver, acompanya la nit

que el rat-penat Mang deslliura.

A la pleta els ramats són tancats

i l’ampla nit és nostra i lliure.

Aquesta és l’hora de força i orgull,

del pas astut i de l’urpa i de l’ungla.

Oïu el cant! Bona caça per tots

els qui serven la Llei de la Jungla!

Llibre de la Jungla, Rudyard Kipling
Amb la col·laboració de Barcelona Poesia.

25 de maig:

Maldeamores

Maldeamores (Marc Serra, guitarra acústica, A. Bantei i Andrei Bruskov recitant) van començar a funcionar fa cinc anys amb el propòsit de musicar creacions poètiques de collita pròpia i d’altri, a ritme de rock&roll, folk, pop, reggae i punk. Essent els seus membres de llocs dispars, les lletres es reciten en tres llengües: català, castellà i rus. El seu repertori és una barreja orgànica de temes de rabiosa actualitat política i de lirisme ensucrat.

BARCELONA POESIA

Del 13 al 19 de maig del 2010

www.bcn.cat/barcelonapoesia

www.bcn.cat/canalcultura

http://barcelonapoesia.blogspot.com

algunes activitats destacades:

DIJOUS 13 DE MAIG

XXVI Festival Internacional de Poesia de Barcelona

A les 21.00 h

Palau de la Música Catalana (c. del Palau de la Música, 4-6)

Serhíi Jadan, en ucraïnès

Jaume Bosquet, en català

Francesc Garriga, en català

Lydia Lunch, en anglès

Tomaž Šalamun, en eslovè

Chantal Maillard, en castellà

Antonio Gamoneda, en castellà

Carles Santos, en català

Escenografia audiovisual: Cia. Playmodes

Intervenció musical: Bèstia Ferida

DIVENDRES 14 DE MAIG

El millor del Zebra Poetry Film Festival de Berlín

De 18.30 a 21.00 h

Ateneu Barcelonès, Sala Verdaguer (c. de la Canuda, 6)

Poetes d’Ucraïna

A les 20.00 h

Verger del Museu Marès (pl. de Sant Iu, 5-6)

Serhíi Jadan, Halyna Kruk, Iurii Zavadskyi, les traduccions d’Andriy Antonovskiy i Catalina Girona i la col·laboració especial de Francesc Gelonch i Carles Hac Mor

Nit de Poetry Slam: Smoke and Mirrors

A les 20.00 h

Pati del Palau de la Virreina (la Rambla, 99)

Julian Heun (Alemanya), Weronika Lewandowska (Polònia), Neil Beisson (Bèlgica), Sergio Garau (Itàlia), Laura Wilborg (Suècia) i Bernat Feliu (Espanya)

Nit de Poetry Slam: I Campionat de Poetry Slam de Barcelona

A les 22.00 h

Pati del Palau de la Virreina (la Rambla, 99)

Enrenou 1: Quebrantaversos – Memento Mori 2010

A les 21.30 h

Lletraferit (c. de Joaquín Costa, 43)

Robustesa & Floridura, María Hernández, Víctor López, Mag Márquez, Mónica G. Caldeiro, Oliver Grimball, Domingo Vital, Marçal Font

Latung La La i la llum emergent

De l’11 de maig al 8 de juny, a les 20.30 h

Pis Fundació Ymbernon Augé (c. de Balmes 54, 1r 1a)

Creació/direcció: David Ymbernon

Amb: Elisabet Augé, Dadà, Daida i David Ymbernon

Reserva obligatòria (934 871 168 / davidymbernon(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)hotmail.com)
DISSABTE 15 DE MAIG

Noves coordenades

A les 21.00 h

Pati del Palau de la Virreina (la Rambla, 99)

Peru Saizprez (Perú-Madrid), María Eloy-García (Andalusia), Max Besora (Catalunya), Blancallum Vidal (Catalunya)

Ajo + Don Simon y Telefunken

A les 23.00 h

Pati del Palau de la Virreina (la Rambla, 99)
DIUMENGE 16 DE MAIG
Laboratori a La Poderosa: Carmelo Salazar, Núria Martínez i Roger Peláez

A les 19.30 h

La Poderosa (c. de la Riereta, 18, 2n)
The Ugly Americans: Lydia Lunch, Bibbe Hansen, Eugene S. Robinson i Bryan Lewis Saunders

A les 21.00 h

Pati del Palau de la Virreina (la Rambla, 99)

DILLUNS 17 DE MAIG

Poètiques interconnectades. Dels campanars a les xarxes socials d’Internet

A les 20.30 h

Fundació Antoni Tàpies (c. d’Aragó, 255)

Llorenç Barber, Roser Bover, Roger Costa-Pau, Kònic Thtr, Miquel Àngel Marín, Montserrat Palacios,

Carme Torrent

Enrenou 2: Apushasha, amb Macromassa i Accidents Polipoètics

A les 20.30 h

La Poderosa (c. de la Riereta, 18, 2n)

DIMARTS 18 DE MAIG

En escena

A les 20.00 i a les 21.00 h

Teatre Tantarantana (c. de les Flors, 22)

20.00 h: Albert Balasch + Hans Laguna, Fan dissabte

21.00 h: Jordi Oriol, La caiguda d’Amlet

Enrenou 3: Usted es un colectivo, Bestiari. Nit de bèsties

A les 21.00 h

Antic Teatre (c. de Verdaguer i Callís, 12)

Enrenou 4: Antologia invisible, d’Andreu Subirats i Noise and Poetry, de Yan Jun

A les 22.00 h

Elèctric (trav. de Gràcia, 233)

DIMECRES 19 DE MAIG

Enrenou 5: Misaluba Quintet de Fusta amb Carles Hac Mor

A les 20.30 h

Conservas (c. de Sant Pau, 58)

Cloenda: labatzuca i Joan Miquel Oliver

A les 21.00 i a les 22.00 h

Plaça del Rei

21.00 h. labatzuca

22.00 h. Joan Miquel Oliver

+ info a www.bcn.cat/barcelonapoesia

prou!… darse de baja…no more… >>>

subscriure’s … recibir info… + updatings… >>>
projectes poètics sense títol – propost.org

http://propost.org

www.myspace.com/polipoesia

www.youtube.com/polipoesia
www.vimeo.com/polipoesia
endins(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)propost.org

ap. 34.101

08080 barcelona

PROPOSTA 2000-2004
http://propost.org/proposta

activitats +/- poètiques

http://propost.org
www.myspace.com/polipoesia
www.youtube.com/polipoesia
www.vimeo.com/polipoesia


Fecha
7 mayo 2010

Evento
NGRESO LITTERAE XIII
LAS FORMAS DE LOS LIBROS EN LA HISTORIA: DEL INCUNABLE AL LIBRO DIGITAL

El Seminario sobre cultura escrita Litterae pretende reflexionar en torno a la Historia de la Cultura Escrita mediante propuestas que comprendan distintas épocas, diferentes soportes y las más variadas disciplinas y perspectivas.

Dirigido por Emilio Torné (UAH) y Enrique Villalba (UC3M).

Organiza
CBA
Colaboran
Universidad Carlos III de Madrid
Ministerio de Ciencia e Innovación
Asociación Litterae, Humanidades, Cultura y Sociedad

PROGRAMA

10.05.10
Moderador: Enrique Villaba (Universidad Carlos III de Madrid / Litterae)
09:30 Inauguración
10:00 Jean-François Botrel (Universidad de Rennes II / Cátedra de excelencia Universidad Carlos III de Madrid)
Las nuevas formas del libro y los nuevos lectores en el siglo XIX
11:00 Café
11:30 Benito Rial (Historiador del libro y diseñador)
Técnica y diseño del libro en los primeros tiempos de la imprenta
12:30 Debate
16:00 Chema Ribagorda (Escuela de Arte 10)
La Nueva Tipografía: La construcción del mundo legible
17:00 Emilio Gil (TAU Diseño)
Daniel Gil: música en los dedos
18:00 Debate

11.05.10
Moderador: Fernando Negredo (Universidad Carlos III de Madrid / Litterae)
10:00 Emilio Torné (Universidad de Alcalá / Litterae)
El canon tipográfico renacentista
11:00 Café
11:30 José Manuel Lucía (Universidad Complutense de Madrid)
El “Quijote ilustrado” y sus diferentes modelos editoriales
12:30 Debate
Moderadora: Vanessa de Cruz (Universidad Carlos III de Madrid / Litterae)
16:00 Albert Corbeto (Universidad Autónoma de Barcelona)
La letra de imprenta y el resurgir del libro español en el siglo XVIII
17:00 Valentín Iglesias (00:03:00 Oficina tresminutos)
La era digital y el futuro del libro
18:00 Debate

12.05.10
Moderador: Emilio Torné (Universidad de Alcalá / Litterae)
10:00 José Ramón Penela (Unos Tipos Duros)
El té de las cinco: El resurgimiento de la imprenta clásica en Inglaterra
11:30 Laura Borràs (Universidad de Barcelona / Hermeneia)
Formas del libro en la era digital: nuevos formatos y nuevos lectores
12:30 Debate
17:00 Las formas de los libros: entre la edición y el diseño
Mesa redonda. Joaquín Gallego (diseñador), Emilio Gil (diseñador), Valentín Iglesias (diseñador), Manuel Rodríguez Rivero (editor), Luis Suñén (editor) y Fernando Villaverde (editor)
19:00 Clausura

Más información:
litterae-cultura-escrita.blogspot.com
litterae(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)hum.uc3m.es


Fecha
7 mayo 2010

Evento
POPULAR, festa de la cultura contemporània i el
patrimoni de Roses – La Ciutadella
20.00 – 22.00 h. Micropoesia i música
• EN3PALABRAS
Inspira, respira, sospira: amb una encomiable
economia, de bracet de serendípies i papiroflèxies a
pèl, Joana Brabo treu a passejar les seves tres
paraules acompanyada per Pere Sousa i els Mil
Pesetas (Hara Kraan, Oriol Luna i Roger Atrofe).
Camí de la fireta a pas de lleure, presentaran la
primera execució en temps real del principi
d’incertesa. Així les coses, doncs, el ventall d’eines i
filatures inclourà malabars del llenguatge, claqué,
sorollets, acrobàcies poètiques, vent i derivats
(marejols, brises, esbufecs), contorsions percussives,
casiotones, equilibris inestables, fonambulismes a
peu canviat i molt d’humor. Entre poc i massa, tota la
resta”.

www.EN3PALABRAS.com
www.myspace.com/milpesetas
www.merzmail.net


Fecha
7 mayo 2010

Evento
PLASTICA › LA PUBLICACION DEL LIBRO DE LA RED CONCEPTUALISMOS DEL SUR

Trabajar contra un relato canónico
Sentido, programa y acciones de una red de cincuenta investigadores y artistas latinoamericanos, que comenzó a funcionar en 2007 para rescatar de un modo alternativo las particularidades e incidencias del conceptualismo regional.
Por Ana Longoni *

La Red Conceptualismos del Sur se origina a fines de 2007, cuando un núcleo de investigadores latinoamericanos decidimos fundar una plataforma internacional de trabajo, pensamiento y toma de posición colectivos.

Nos mueve la urgencia por incidir ante lo que consideramos señales evidentes de una tendencia fetichizadora y desactivadora del potencial crítico de esas experiencias. La creciente incorporación de estas experiencias al relato canónico de la historia del arte (en términos de “conceptualismo global”), su ingreso pacífico al museo y la “fiebre de archivo” que empieza a convertir los escasos restos materiales de esas prácticas (papeles, fotos) en objetos codiciados por el mercado del arte.

Queremos contribuir a generar otras políticas (claramente desmarcadas de la lógica hegemónica) en cuanto a investigación, archivo y formas de publicitación (publicaciones, exposiciones, etc.), iniciativas colectivas que además involucren a sujetos y a instituciones dispersos en distintos países. La Red Conceptualismos del Sur surgió con la idea de contribuir a la reactivación de la potencia crítica de aquellas experiencias. Reivindicamos la presencia de su memoria sensible y apostamos a pensar en dispositivos para que ésta se convierta en una fuerza antagonista en el marco del capitalismo cognitivo actual.

No nos definimos como un agrupamiento de índole académica. Nos pensamos como sujetos implicados en roles y deseos múltiples en medio de una trama compleja que excede largamente los claustros universitarios (pero tampoco los repele), y donde nuestro involucramiento y activación responden a una cuestión indisociable de nuestra vida misma.

Usamos nuestro nombre, Red Conceptualismos del Sur, en un sentido conscientemente “táctico” (ya que no nos interesa construir un relato otro ni fijar una nueva genealogía, ni oponer a las prácticas del centro un conceptualismo de la “periferia”). Términos como “conceptualismos” o “prácticas conceptuales” vienen sirviendo en los últimos veinte años para acometer una tarea historiográfica, teórica y crítica de desjerarquización, impugnación y descentramiento de los relatos canónicos en torno del “arte conceptual”, entendiéndolo no como una tendencia artística específica y acotada, sino como una manera diferente de practicar el arte y de comprender su función social.

Del mismo modo usamos el término “Sur” en un sentido estratégico. Queremos intervenir en las demarcaciones geopolíticas de un territorio, América latina, desde las actuales coyunturas hemisféricas. La toma de posición desde América latina no supone la reivindicación de una identidad cultural regional, sino más bien permite la revisión de aquellas dicotomías estrictas que dividen entre centro y periferia; entre canon y contracanon, entre primer y tercer mundos, entre lo occidental y lo no occidental.

Somos una Red abierta integrada hasta ahora por cerca de 50 investigadores y artistas, radicada en México, Perú, Ecuador, Chile, Argentina, Uruguay, Brasil, Colombia, Paraguay, Francia y España. Nos organizamos además en grupos de trabajo específicos y transversales, que llevan a cabo distintos proyectos. Funcionamos de manera horizontal en la toma de decisiones con debates a través de las herramientas que nos proporciona Internet, así como en reuniones plenarias (ya hemos realizado tres).

De hecho, el libro que presentamos es el resultado del seminario que organizamos en el Museo de Arte Contemporáneo de la Universidad de San Pablo (USP) en el marco de nuestra primera sesión plenaria. Es un homenaje a Walter Zanini, que fue director de ese mismo museo en los años más difíciles de la dictadura brasileña y generó en el museo un territorio de libertad y experimentación inéditos. El mismo Zanini estuvo presente los tres días que duró el seminario, en el que debatimos ante un público nutrido por distintas generaciones, sobre la figura de artista/curador y archivista con el aporte del mexicano Felipe Ehrenberg, el uruguayo Clemente Padín, el catalán Antoni Mercader, el brasileño Paulo Bruscky y la argentina Graciela Carnevale. Todos ellos artistas que han conservado los documentos de experiencias colectivas, constituyendo acervos que son reservorios de memoria completamente al margen hasta no hace mucho de las colecciones museológicas y los intereses del mercado.

Una segunda parte del libro –“Relatos otros de los conceptualismos”– reúne aportes de investigaciones recientes que están rescatando del olvido una serie de casos, obras, artistas y escenas, que obligan a repensar los discursos centrales acerca del “conceptualismo”. Los aportes de Fernando Davis sobre la estética revulsiva que impulsan Vigo y la vanguardia platense desde sus revistas de poesía visual en el contexto de la vertiginosa politización de los primeros ’70. O el texto de Soledad Novoa sobre la escena experimental chilena de los ’60, rescatando episodios y modalidades experimentales por su fragilidad y precariedad, cuya memoria fue luego arrasada por la violencia del golpe de Estado de 1973. O el texto de Miguel López y Emilio Tarazona que vienen llevando a cabo un riguroso trabajo de exhumación de la desconocida escena experimental peruana de los ’60 y los ’70, centrándose en esta oportunidad en las tensiones políticas y artísticas que se concentran en el año 1970. Por último, la tercera parte del libro da cuenta de los sentidos en pugna en medio de la recuperación contemporánea de los conceptualismos. El aporte de Suely Rolnik, “Desentrañando futuros”, en el que distingue entre las dimensiones micro y macropolítica y los modos en que se articulan en el contexto del movimiento de crítica institucional desplegado dentro y fuera del arte en los ’60 y los ’70. Cristina Freire hace un balance de las implicancias de hablar de “arte conceptual” y “conceptualismos”, pasadas varias décadas de su emergencia e inscripción en la historia del arte. Señala los riesgos de convertir un legado vanguardista y utópico en algo nostálgico y paralizado. Ese y otros dilemas irresueltos, como se titula mi propio texto, quedan planteados para continuar pensando colectivamente estos asuntos.

Estamos de hecho preparando otras publicaciones, encuentros, pero sobre todo poniendo en marcha varios proyectos de investigación y generación de archivo, e incluso exposiciones (como la de Roberto Jacoby, que tendrá ocasión en el Museo Reina Sofía de Madrid en febrero del año próximo).

Por eso pensamos que, más que centrarnos exclusivamente en el libro, esta ocasión es propicia para dar a conocer al menos muy sucintamente algunos de los proyectos en que estamos involucrados desde la RCS. No serán todos, pero al menos un paneo de algunos en los que participamos los integrantes de la Red aquí presentes. Algunos de estos proyectos cuentan con el apoyo del Mncars y el Seacex.

En primer lugar, Lelé de Rueda y Fernando Davis presentarán el proyecto sobre redes de artistas en los ’60 y los ’70, que involucra archivos, artistas e investigadores dispersos en Chile, Brasil, México, Uruguay, Colombia y la Argentina.

En segundo lugar, Fernanda Carvajal y Juan Pablo Pérez Rocca presentarán el proyecto “Activismos artísticos de los ’80”. Si los ’60 vienen recibiendo notable atención, en cambio los ’80, entre el terror y la fiesta, encabalgados entre el final de las dictaduras y la transición a las democracias, dio lugar a una serie de escenas en las que aparecen nuevas y arriesgadas formas de actuar en política.

Juan Pablo, que integra el comité editor de la revista Des/Bordes, también contará la modalidad de este medio, que no se piensa como un órgano oficial de la Red sino como un activador parásito e inesperado.

Luego, Syd Krochmalny expondrá algunos resultados de un taller que realizamos en nuestra última reunión plenaria en Santiago de Chile el año pasado, sobre cómo pensarnos e imaginarnos como Red.

Escritora, investigadora del Conicet y profesora en la Universidad de Buenos Aires. Doctora en Artes (UBA). Su último libro es El Siluetazo (2008, Adriana Hidalgo). Texto de la presentación, hace 20 días, en el Cceba, del libro Conceptualismos del Sur, compilado por A.L. y Cristina Freire; edición bilingüe (portugués y castellano), San Pablo, Annablume, 2009, 361 págs., con textos de Felipe Ehrenberg, Clemente Padín, Graciela Carnevale, Paulo Bruscky, Antoni Mercader, Fernando Davis, Emilio Tarazona, Miguel López, Soledad Novoa y Suely Rolnik.


Fecha
7 mayo 2010

Evento
Exposición de poesía visual en diferentes soportes, fotográfico, instalación, gráfico, objeto…, coordinada por Paloma Rodríguez.

Exposición enmarcada en el Festival Internacional de Barcelona Poesía.

Centre Cívic Barceloneta. Calle Conrería, 1-9. Barcelona.Del 6 al 28 de mayo.

Artistas: Ana Yael, Gustavo Vega, Judith Belmonte, Clara Puig, Laura Crehuet, Jordi Ribera, Filipa Pontes, Koichi Sugihara, Josep Escalé, Dj Lu, Jordi Torrent, Sergi Quiñonero, Dani Sanchís, Paloma Rodríguez, Txalo Toloza.


Fecha
6 mayo 2010

Evento
Goiko + Jaap Pieters
Os proponemos una encantadora e hipnótica sesion de cine y poesia experimentales.
Poesía: Goiko, creador del reversismo, nos deleitará con sus últimas y siderales invenciones. Los que lo conocéis ya sabéis que no hay que perdérselo.
Cine: Tendremos entre nosotros a Jaaps Pieters, que viene desde Amsterdam a proyectar y, si tiene ganas, a comentarnos sus películas. Aprovechad porque no es fácil tener la ocasión de verlas, ya que Jaaps solo las proyecta en su formato original de Super 8.

Jaap Pieters (Entschede, Países Bajos). Llamado “El Ojo de Amsterdam”, realiza cine y fotografía desde los 80. Todas sus películas son en Super 8. Empezó a utilizar este formato principalmente porque le resultaba más accesible y continúa haciéndolo porque la estética del Super 8 se ha convertido en parte integral de su obra.
Jaaps trabaja con un equipo muy simple y suele mantener el material filmado tal cual, sin posteriores manipulaciones. Le gusta montar directamente en cámara.
Tiene dos tipos de películas. Unas, casi abstractas, están compuestas de movimientos simples desprovistos de contexto, en los que explora al mismo tiempo el significado y la función. Las otras son retratos de personas que viven en la calle y que han emocionado a Jaap con su singularidad.

Jon Andoni Goikoetxea “Goiko” (Barakaldo, año menos infinito). Poeta reversista. Atravesando épocas y galaxias transita hacia el más infinito, en busca del idioma perdido de la especie humana

Maiatzak 11 asteartea
martes 11 de Mayo, 20.00h
Cortes 1, esc 1, 3.dcha. Bilbo
3 €


Fecha
5 mayo 2010

Evento
THE LAST BOOK
From March 10 until July 31, 2010, The Last Book is exhibited in the Zentral Bibliothek in Zurich. The Last Book is a project of Luis Camnitzer.
Silvio De Gracia is present:
The Last Book is project by and curated by Luis Camnitzer, firstly shown at the National Library of Argentina. This book is compiled with written as well as visual statements by artists from around the world in which the authors comment on society past and future, leaving a legacy for future generations. The Last Book makes a statement in itself about how technology has such an unavoidable impact on our daily lives, the book is printed and is alive “in the flesh” so to speak, it was quite ironic when the National of Library of Spain offered to show this work but only on “You tube”, being a complete contradiction to the purpose of the book.
The Last Book serves as a time.capsual and leaves a document and testament of our time from all sorts of artists from all sorts of places.
THE LAST BOOK
Curated by Luis Camnitzer
ZurichZentralbibliothek Zurich
Zähringerplatz 6, 8001 Zurich, Switzerland


Fecha
5 mayo 2010

Evento
Actividad de poesía fonética y sonora en la UPV para el día 29 de abril, jueves, a las 17h

Será en el edificio del Rectorado de la Universidad Politécnica, en el Salón de Actos 1, situado en la planta baja, situado en una puerta lateral a la derecha de la puerta de entrada.

La actuación será doble:

-En primer lugar intervendrá Magda Guillén, con un recitado múltiple de poemas fonéticos históricos de Schwitters, Jandl, Rühm, Marinetti, Salvat Papasseit, Seuphor, Huidobro, Scheerbart y Cage, entre otros.
-Tras ella, Eduard Escoffet recitará una pieza propia, basada en la simultaneidad y el encabalgamiento de la voz, multiplicando y haciendo denso el sentido de palabras y vocablos
-Habrá además al final, una intervención conjunta entre Magda Guillén y Eduard Escoffet


Fecha
5 mayo 2010

Evento
POÉTICAS PARA UNHA VIDA, 2010
(Ciclo de poesía oral, experimental e de acción)
Do 7 ao 22 de maio, VERBUM-CASA DAS PALABRAS,
Vigo (Av. Samil, s/n)

PROGRAMACIÓN
7 de Mayo, 20 h: CARMEN KRUKEMBERG (Intervén ao violonchelo SUSANA BLANCO NOVA)
8 de Mayo, 20 h: YOLANDA CASTAÑO (recital, performance)
8 de Mayo, 21 h: CÍA DAVID FERNÁNDEZ (poesía escénica)
14 de Mayo, 20 h: MICROPOETISA AJO (polipoesía)
14 de mayo, 21 h: QUICO CADAVAL (estreo da performance ON AIR)
15 de Mayo, 17 h: DAX 31 (poesía de acción na rúa Princesa. Areta González, Noelia Fernández e Emilio Zörn).
15 de Mayo, 20 h: INÉDITOS LIBRES. Marcos de la Fuente / Bea Romarty / Sociedad Psicogeográfica de Salamanca (Emilio Papel – Luis Somoza) / Penúltimo acto- Grupo de acción poética.
21 DE Mayo, 20 h: ANTÓN LOPO (poesía de acción)
21 de Mayo, 21 h: AVELINO SAAVEDRA (poesía sonora)
22 de Mayo, 20 h: ESTELA LLOVES (danza /poesía)
22 de Mayo, 21 h: AD HOC (poesía visual y de acción. Colectivo formado por Antonio Rivas, Pedro Lamas, Ramón Cruces e Lois G. Magariños)

Mostra de videopoemas (EXTENSIÓN MOV) Proxección continua ao longo de todos os días que dure o ciclo. Lista de seleccionados: Alexia Miranda (El Salvador) / Patricio Munita (Santiago de Chile) / Francesca Fini (Roma) / Javier Seco (Granada) / Kenji Ouellet (Berlín) / Agustín Calvo Galán (Barcelona) /El taller de Zenón (Sevilla) / Alejandro Uribe (México) / Silvia Hernández / Francisco López (Teruel) / Silvio de Gracia (Buenos Aires)

Mostra de ENSAMBLADOS DE POESÍA CORREO (poesía experimental):
Velpister / Daniel de Culla / Hugo Pontes / F. Xavier Forés / Carmela Mayor / Lourdes Carcedo /Amarilys Quintero Ruiz / Silvia Hernández / Petra Secikova / Vanesa Díaz / Miguel Jiménez / Luz y Cía / José Carlos Velázquez / Kiichi Nakamura / Sergi Quiñonero / César Reglero / Isabel Jover / Bartolomé Ferrando / Thara E. Sarmiento / Emerenciano / Emilio Zörn


Fecha
29 abril 2010

Evento
Tema para un debate: Escrito está. Poesía experimental en España (1963-1984)

Sale uno de esta exposición sin comprender su necesidad y lamentando su insuficiencia tal y como está mostrada. Escrito está. Poesía experimental en España (1963-1984) se clausura mañana en el Patio Herreriano, de Valladolid, un museo de arte contemporáneo que no termina de arrancar, lamentablemente, y que urge potenciar. El comisario es Fernando Millán y ha sido organizada por el Museo Patio Herreriano y Artium, en donde se expuso con anterioridad. Las obras proceden de la colección privada del propio Fernando Millán (aquí puede verse una visita guiada por él en Artium y aquí su prólogo al catálogo de la exposición).

Millán, que es un personaje significativo en la vanguardia de aquellos años y desde hace tiempo estudioso y divulgador de sus logros, ha recopilado en la selección para esta exposición, una serie de documentos de interés indudable pero no ha sabido explicarlos ni prescindir de los redundantes. Y es un tanto extraño que haya sido así, porque es uno de los mejores conocedores de la poesía experimental española de la década de los sesenta y los setenta. Ni la forma de exponer los materiales ni la estructura elegida aporta más que cierta curiosidad del producto al visitante, sobre todo si éste desconoce la materia de la que se trata. Uno intuye que en esta exposición hay un guión de una exposición importante, un primer borrador de algo que sí es necesario: la explicación de los diferentes movimientos, intentos y logros de la poesía experimental española de aquellos años, tal y como uno se espera bajo ese título. Ni siquiera el pequeño muestrario monográfico dedicado a Francisco Pino y Felipe Boso les hace justicia.

No se puede decir que sobre nada de lo que está, pero la repetición de las formas hubiera podido simplificarse para dar paso a otros ejemplos y autores: quizá el problema está en que la muestra expuesta no responde a un título tan genérico y hubiera sido mejor ajustarla a los orígenes y primeros años del grupo al que perteneció el mismo Millán, puesto que uno intuye que es su verdadero objeto. Sin duda, la exposición hubiera ganado en claridad. Pero como se nos ofrece como una muestra ambiciosa, hay que decir que es muy pobre la sección de la poesía objetual o la muestra de formatos nuevos en revistas y libros, que faltan autores y obras de los autores sí presentes, que no se abre a nuevas posibilidades que fueron apareciendo, en especial en los años ochenta. Y que tal y como está, uno comprende el inicio temporal (1963) pero no el final (1984). Los videos expuestos son oportunos pero escasos. Por otra parte, en las dos ocasiones que fui a verla, no funcionaban correctamente los ordenadores ni los audios de los poemas sonoros.

El visitante de la exposición no podrá sacar conclusiones acertadas de ella si no tiene conocimientos previos: podría malinterpretarla y pensar que es producto de un grupo de colegiales, lo que sería muy injusto con el esfuerzo realizado por los pioneros de la poesía experiemental de aquellas décadas.

Y es una lástima, porque todavía está por hacer la historia de la poesía experimental española de la postmodernidad. Quizá haya un desenfoque general: se ven demasiado las más que obvias relaciones con la vanguardia de la primera mitad del siglo XX y no tanto el contexto de una nueva época histórica que se gestó a finales de los años cincuenta y que ha llegado hasta nuestros días. Y ese desenfoque provoca confusión porque la poesía experimental en parte es heredera de la poesía de vanguardia, pero no pertenece al mismo tiempo histórico.

Quizá el problema de esta exposición proceda del exceso y desenfoque entre el título y su realidad. Posiblemente en los tiempos de bonanza económica ninguno de los muchos museos de arte contemporáneo que han proliferado por estas tierras la hubiera programado de esta manera. Pero desde hace unos meses observamos cómo las exposiciones temporales buscan formatos baratos para llenar varias salas: se acabaron los tiempos del derroche aunque suponga una reducción en la calidad de la forma de exponer. Es un error que va en perjuicio de lo mostrado. Esta exposición hubiera sido más digna con una tercera parte del espacio físico que ha ocupado, lo que hubiera obligado a centrarla.
Publicado por Pedro Ojeda Escudero. en 23:00
14 comentarios:
Ele Bergón dijo…
Querido Pedro, se nota que no te ha acabado de gustar esta exposicion. A veces entramos ilusionados y salimos decepcionados. Creo que he visto alguna exposicion de la poesia experimental en el Reina Sofia y no recuerdo esa sensacion. Como tu escribes, eran otros tiempos aunque supongo que no e no sera la misma.

Los que me parecen buenos en poesia experimental son los sudamericanos y en especial los brasileños, pero en España, para el publico de a pie, se conoce poco.

Un abrazo

Luz
25 de abril de 2010 09:43

Hernando dijo…
Primero felicitarte por tú crítica constructiva, poca gente hay que hable tan claro, siempre se quedan en medias verdades y hay en tus líneas escritas, cierto dolor , cierto desasosiego. Hay muchos comisarios de exposiciones que se creen dioses y creen que lo que ellos hacen es único y sólo ellos lo saben.
Cierto con la crisis ha bajado la cantidad y la calidad, no sólo aquí, en el exterior también contaría muchos casos que han mutilado exposiciones, pero por el hecho de que hay que hacer un determinado número de ellas, han seguido con el proyecto sabiendo que no había calidad y que quedaban cojas o tuertas. En este caso los americanos y en el sector pintura, hay que quitarse el sombrero, pues han anulado muchas sin ningún tipo de complejos por falta de presupuesto, antes que presentarlas con cuatro cuadros desperdigados por otras tantas salas de espacio expositivo.
http://laacequia.blogspot.com/2010/04/una-exposicion-insuficiente-escrito.html


Fecha
28 abril 2010

Evento
POESÍA EN NOSTROMO/ el próximo miércoles 28 de Abril estáis invitados a escuchar los versos y poemas de Juan Pardo Vidal, Isabel Bono y Gustavo Vega a las 19,30 horas en el Café Tertulia

Nostromo, C/Ripoll, 16.(Zona Plaza de la Catedral).

Presentación y coordinación: Goya Gutiérrez y Agustín Calvo Galán
http://poesia-nostromo.blogspot.com/

Amigues i amics,

El proper dimecres 28 d’Abril esteu convidats a sentir els versos i poemes de Juan Pardo Vidal, Isabel Bono i Gustavo Vega, a les 19,30 hores al Café tertúlia Nostromo C/Ripoll,16

Presentació i coordinació: Goya Gutiérrez i Agustín Calvo Galán
http://poesia-nostromo.blogspot.com/

Us hi esperem¡

JUAN PARDO VIDAL es un poeta que escribe relatos o un escritor de cuentos que escribe poesía. Es natural de Almería y Licenciado en Filología Hispánica por la universidad de Granada. Ha publicado tres libros de poemas: Poemas de amor a una piedra, editorial Salamanca, 2003, La mujer sin brazos, Logroño, 2007 y Poesía para insensibles, Málaga, 2009. Así como dos libros de relatos cortos Tus Muertos, y Bestiario. Para acordarme de ti y otros cuentos que me invento será su próximo libro de relatos, y en él, dice, tiene depositadas todas sus desesperanzas.

ISABEL BONO Nació en Málaga en el 64 y escribe poemas desde el 84. Dice que sus poemas son fragmentos de una nube tóxica que lleva sobre la cabeza, como un personaje cenizo de dibujos animados, y que sólo los escribe para librarse de ellos.Ha sido incluida, entre otras antologías, en La verdadera historia de los hombres Zaragoza 2005. 23 pandoras Las palmas 2009 y La manera de recogerse el pelo Madrid 2010. Ha publicado, Señales de vida Valladolid 1999. Los días felices, Salamanca 2003. La espuma de las noches (sueños 1995-2005) Málaga 2006. Entre caimanes Logroño 2006. Mi padre Huelva 2008. Días impares Madrid 2008. Poemas reunidos Málaga 2009.

GUSTAVO VEGA es creador y estudioso de la Poesía Visual. Doctor en Filología Hispánica y Literatura y licenciado en Filosofía y Letras, Magisterio y otros estudios. Su tesis doctoral Poesía Visual en España, 1970-1995 fue Premio Extraordinario, Univ. de Barcelona. Ha sido profesor y promotor de cursos, seminarios y talleres sobre Poesía textual y Poesía Visual -Univ. de León y otras universidades, y en centros de enseñanza media y otras diversas instituciones de España y Argentina-. También ha sido profesor de Historia de la Filosofía -Col-legi Casp- y de Historia del Arte y de la Cultura –BCA, Univ. de Barcelona-. Como poeta visual, ha expuesto individualmente -40 veces- y participado en más de dos centenares de colectivas en diferentes países. Es autor de libros –Prólogo para un Silencio, Habitando Transparencias, El Placer de Ser, La Frontera del Infinito y otros-, de catálogos -PoÉticas Visuales, el catálogo general de su obra plásticovisual editado por Diputación de León-, de artículos… y ha realizado multitud de conferencias, recitales y acciones poéticas en España y en el extranjero –Argentina, Francia, Inglaterra y Uruguay-. La calle en donde nació hoy lleva su nombre: Calle Poeta Visual Gustavo Vega Mansilla.

(Más información: http://www.gustavovega.com)


Fecha
26 abril 2010

Evento
INFORMA BARTOLOME FERRANDO

Estoy coordinando una actividad de poesía fonética y sonora en la UPV para el día 29 de abril, jueves, a las 17h

Será en el edificio del Rectorado de la Universidad Politécnica, en el Salón de Actos 1, situado en la planta baja, situado en una puerta lateral a la derecha de la puerta de entrada.

La actuación será doble

-En primer lugar intervendrá Magda Guillén, con un recitado múltiple de poemas fonéticos históricos de Schwitters, Jandl, Rühm, Marinetti, Salvat Papasseit, Seuphor, Huidobro, Scheerbart y Cage, entre otros.

-Tras ella, Eduard Escoffet recitará una pieza propia, basada en la simultaneidad y el encabalgamiento de la voz, multiplicando y haciendo denso el sentido de palabras y vocablos

-Habrá además al final, una intervención conjunta entre Magda Guillén y Eduard Escoffet

La entrada es libre


Fecha
23 abril 2010

Evento
MADRID: LA MÁS BELLA ANDA.El próximo sábado 24 de abril entre las 19.00 y 21.30 horas presentamos y festejamos nuestra nueva edición LA MÁS BELLA ANDA, en el también nuevo bar del barrio de Malasaña:
LA REALIDAD, c/ Corredera Baja de San Pablo, 51 – 28004 Madrid (Metro Tribunal).

La Fiesta / Presentación de LA MÁS BELLA ANDA contará con la acción coral
PERFORKARAOKE, CANTEMOS COMO SI CANTÁRAMOS BIEN,
de Yolanda Pérez Herreras,
y con un divertido y participativo FOOTCALL de La Más Bella.

LA MÁS BELLA ANDA es una nueva edición de nuestra revista experimental La Más Bella, que calza alrededor de 80 colaboraciones aportadas por artistas y creadores de más de una docena de puntos cardinales (Madrid, Lisboa, Beijing, Santiago de Chile, Valparaíso, Berlín, Caracas, Maracaibo, Luxemburgo, El Cairo, Riga, Sao Paulo, Brasilia, Estados Unidos, Irlanda…), agrupados dentro de una estupenda zapatilla deportiva customizada (sólo una), metida en una no menos estupenda caja de zapato.

No olvides traer pintadas las uñas de los pies.
Te esperamos.

LA MÁS BELLA es un proyecto de reflexión, acción y experimentación en el mundo de la edición de arte contemporáneo, que impulsa y realiza proyectos artísticos específicamente pensados para ser editados por canales y métodos alternativos al mundo editorial convencional.
www.lamasbella.org


Fecha
22 abril 2010

Evento
Del sábado 17 al domingo 25 se celebra en el Bulevar Gran Capitán la Feria del libro de Córdoba, dedicada en esta edición al género de la Novela Negra. Este año cuenta con 40 expositores y una programación con más de 70 actividades.

Viernes 23, tarde

A las 18h.- PERFORMANCE. Caminar por caminar cansa. Antonio Gómez. Recorrido: Escuela de Artes y Oficios “Mateo Inurria” y Bulevar del Gran Capitán.

A las 17.30h. – ESPECTÁCULO TEATRAL. La historia de una gaviota y del gato que le enseño a volar. ZUR TEATRO. Lugar: Bulevar del libro.
A las 17’45 – 19’45 – 21’45h. – ANIMACIÓN TEATRAL. Novela negra. DINÁMICO. Lugar: Bulevar del Gran Capitán.
A las 18h.- PERFORMANCE. Caminar por caminar cansa. Antonio Gómez. Recorrido: Escuela de Artes y Oficios “Mateo Inurria” y Bulevar del Gran Capitán.
A las 18h.- MARATÓN DE CINE NEGRO. Apartado de correos 1001. Julio Salvador Esp. 1950. 90 min., v.o.e. Lugar: Filmoteca de Andalucía.
A las 19h. – PRESENTACIÓN DE LIBROS. Presentación de las novedades del Servicio de Publicaciones de la Universidad de Córdoba. Presentador: Fernando López Mora [Director del Servicio de Publicaciones de la UCO]. Lugar: Edificio del Ayuntamiento en Bulevar del Gran Capitán [firma de libros posteriormente en la Caseta de firmas]
A las 20h.- MARATÓN DE CINE NEGRO. Las Diabólicas. G.Clouzot Fr. 1955. 107 min., v.o.s.e. Lugar: Filmoteca de Andalucía
A las 20h.- ACTO DEL DÍA INTERNACIONAL DEL LIBRO. Lectura del Manifiesto a favor de la lectura. Breve semblanza sobre el autor del año Luis Rosales por Gabrielle Morelli [Universidad de Bérgamo].
Lectura continuada de la Antología de autor del año Ayer vendrá. Poemas esogidos” [1935-1984] realizado por José Carlos Rosales. Organiza: Centro Andaluz de las Letras. Lugar: Bulevar del libro.
A las 22h. – MARATÓN DE CINE NEGRO. El Halcón Maltés. John Huston EEUUr. 1941. 100 min., v.o.s.e.. Lugar: Filmoteca de Andalucía.


Fecha
22 abril 2010

Evento
SOBRE EL FESTIVAL DE PERFORMANCE SANTA LUCIA…El 1er Festival de Performance de Santa Lucía 2010
permitió que llegaran artistas del primer nivel nacional y con
trayectoria internacional muchos de ellos.
La respuesta del público en lo que refiere a concurrencia fue buena,
aunque siempre se espera más y su participación en las acciones fue
muy interesante salvando pudores iniciales, lo que de alguna manera
permite expresar que fue sensible a la acción de los artistas y que
¨la performance¨ al decir de Clemente, pasó a ser ¨casi un ritual¨ muy
vivenciado por los presentes.
Como toda cosa deja experiencias ambiguas y esta no es la excepción,
en lo positivo:
el lugar/ los artistas presentes/ Clemente/ la participación en el
evento de la COMUNA CANARIA a través de su Dirección de Cultura/
CENTROS MEC Canelones/ Centro Cultural J.E.RODÓ/ Rodolfo Fuentes en
los diseños/ Colectivo ESPIKA/ Semanario EL PUEBLO/ José GONZALEZ/
amigos del país y exterior que dieron difusión al evento/ la gente que
se arrimó y participó de un evento que para la gran mayoría era
absolutamente inédito.
En lo negativo, cara siempre existente y necesariamente importante
para evolucionar:
poca participación de la prensa local a pesar de la permanente
presencia nuestra en los medios radiales, televisivos y escritos,
hecho reiterado salvo honrosas excepciones, asunto que por natural ya
no genera desilusión y que merecerá una reflexión futura de parte
nuestra/ necesidad de un vestuario para los artistas/ comunicación más
fluída hasta los últimos instantes previos al evento y que incluye
también durante el transporte/ …y otras que tal vez los demás
participantes puedan exponer.
….


Fecha
20 abril 2010

Evento
A profesora Anne Heyvaert afonda nos cruces existenciais e formais da arte postal do seu pai, René Heyvaert / O estudo inventaria máis de 170 pezas do artista belga, que serán a base para unha mostra internacional

A profesora da Facultade de Belas Artes Anne Heyvaert vén de presentar a súa tese de doutoramento, unha busca formal e persoal no legado do seu pai, René Heyvaert. Co título A arte postal de René Heyvaert: unha concepción mínima e cotiá da arte, a autora afonda nesta faceta da obra do artista belga, concluíndo sobre a súa proximidade a un “minimalismo radical” e a ligazón desta parte do seu legado tanto ás circunstancias vitais do creador como ao seu contexto artístico, histórico e xeográfico.
As máis de 170 pezas que inventaria o estudo servirán de base para un proxecto expositivo internacional en colaboración do museo de arte contemporánea de Gante, o S.M.A.K.

A profesora Anne Heyvaert afonda nos cruces existenciais e formais da arte postal do seu pai na súa tese de doutoramento
Anne Heyvaert, autora da investigación
Esmeralda L. Castro | Pontevedra
A profesora da Facultade de Belas Artes Anne Heyvaert vén de presentar a súa tese de doutoramento, unha busca formal e persoal no legado do seu pai, René Heyvaert. Co título A arte postal de René Heyvaert: unha concepción mínima e cotiá da arte, a autora afonda nesta faceta da obra do artista belga, concluíndo sobre a súa proximidade a un “minimalismo radical” e a ligazón desta parte do seu legado tanto ás circunstancias vitais do creador como ao seu contexto artístico, histórico e xeográfico. Segundo a investigadora, a busca no cotiá que amosa todo o traballo do seu pai relaciónano coas tendencias internacionais herdeiras das vangardas e deriva da súa condición persoal, marcada pola soidade e a enfermidade. “Este legado podía terse perdido no buraco negro do tempo, logo dunha morte prematura e unha vida de recluído “, asegura.
Anne Heyvaert decidiu abordar este estudo precisamente para evitar esa perda e para completar os coñecementos parciais sobre a variada obra do seu pai, “moi valorado no seu país, pero que merece un recoñecemento maior no estranxeiro”. Nese camiño logrou recompilar máis de 170 pezas postais, a partir das que está perfilando un proxecto expositivo internacional, coa colaboración do museo de arte contemporánea de Gante, o S.M.A.K. O estudo, defendido o pasado 4 de marzo e cualificado con sobresaliente cum laude, presenta así unha abundante documentación gráfica, que achega un percorrido visual paralelo ás argumentacións teóricas.

Motivacións persoais e fontes de primeira man
A autora explica que o traballo ten “unha evidente motivación persoal”, posto que ao vivir coa súa nai no sur de Francia, apenas conviviu co seu pai. “El esforzábase en gardar o contacto a través de cartas e tarxetas-obxectos de arte postal e esas primeiras mostras para min da súa arte motivaron o meu proxecto de tese”, relata.
Anne Heyvaert analiza tamén o feito de ter un vínculo persoal como unha vantaxe á hora de ter acceso ás fontes de primeira man e a novos testemuños de persoas próximas. “Isto foi esencial para un dos obxectivos principais da investigación: a configuración dun inventario das pezas enviadas por René Heyvaert entre 1972 e 1984”.
A primeira parte do estudo recolle unha aproximación á biografía do creador a través dos seus arquivos, das lembranzas propias da autora da tese, da ampla correspondencia conservada e de novos testemuños. O obxectivo de Anne Heyvaert foi observar os cruces existenciais, formais e conceptuais da obra do seu pai, desde a súa primeira vocación como arquitecto, e determinar as causas que puideron activar a súa particular arte postal. Moitas desas motivacións condénsanse, segundo a autora, nas frases que o artista escribía sobre as súas tarxetas postais, recollidas na parte final do traballo. A máis repetida entre elas foi: “a obra de arte non é un produto acabado, debe ser sempre recreada polo espectador (e o artista), polo tanto, non existe realmente”.

Inventor de cousas simples
Segundo a autora da tese, xa en 1976, o crítico Roland Jooris definía ao artista como “un inventor de cousas moi simples e evidentes, que quere e debe contentarse con pouco e que transforma ese pouco en máis”. Outros falarán da arte de René Heyvaert como “intervencións dun minimalismo radical, un case nada, que desvían obxectos ordinarios da súa funcionalidade e os arrastra á zona fronteiriza da arte”.
A investigadora conclúe así que, ademais de cumprir coa súa función de comunicación epistolar, toda esta obra de creación postal lle serviu a René Heyvaert de plataforma experimental para a súa arte en xeral.


Fecha

Evento
Hola, te invito a participar y a traer una plantita para hacer el huerto

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Una acción de arte en red: Chile – Argentina – Colombia
FESTIVAL DE PERFORMANCES ZONADEARTENACCION + ARTICULTORES

“Un huerto en la plaza”, es una instalacción de un huerto de hierbas medicinales en la Plaza La Quintrala frente a la galería ArTeK, Corporación Cultural Arte y Tecnología desde donde videarán y enviarán el video via telepresencia a internet, por streaming, esto será visto en Bs As Argentina en el Centro cultural de España dentro del FESTIVAL DE PERFORMANCES ZONADEARTENACCION + ARTICULTORES Tejiendo una red real y virtual sostenida por la acción.

Viernes 23 de abril de 2010 se celebra el 40 aniversario del día de la Tierra
“Un huerto en la plaza” está dentro de la celebración mundial
desde las 13 hasta las 18 horas
finalización a las 17:30 con una ceremonia con instrumentos tradicionales mapuche para darle ánimo a las plantas para que crezcan

Artista de acción en Santiago de Chile: Marcela Rosen
Músico y poeta invitado a la ceremonia: Ricardo Castro PiwkeWerken
Video y enlaces en internet vía streaming desde ArTeK: Gonzalo Flores
Galería que hace la trasmisión del evento: ArTeK, corporación de arte y tecnología www.artek.cl
Lugar: plaza La Quintrala, La Reina, Santiago de Chile

En Argentina
Proyecto de Articultores + Zonadearte

Todos los tejedores de la red real/virtual trabajarán en proyectos cortos o duracionales basados en la filosofía de articultores.

De lo individual a lo colectivo se tejerá una Red Sustentable con material biodegradable preparada para la posterior germinación de semillas y/o plantines de aromáticas, para ello se invitará a Marcela Rosen Murúa (Chile) quien realizará una accion y Jorge Restrepo (Colombia) a fin de realizar una video conferencia (23 de abril, de 17 a 19 horas en Argentina y de 16 a 18 horas en Chile) quien disertará sobre el proyecto Redes (http://tramaderedes.blogspot.com/) y su articulación con Zonadeartenaccion (http://zonadeartenaccion.blogspot.com/) + articultores http://articultores.net/tiki-view_articles.php.
Todo esto será trasmitido por internet y visto en el CCEBA Centro Cultural de España de Buenos Aires http://www.cceba.org.ar en Florida 943 centro de Buenos Aires.

Patrocinio especial de la revista virtual de arte contemporáneo Escáner Cultural www.escaner.cl

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Fecha
18 abril 2010

Evento
Desliz es un proyecto alternativo que realizado desde La Habana, Cuba.

Su intención es la de establecer puentes entre la actividad literaria y artística de autores vivos de distintas partes del mundo. Su quehacer es el de acercar y difundir el arte y la literatura de cubanos y extranjeros, así como entre cubanos residentes en la isla y emigrados.

Desliz pretende además comunicar las distintas disciplinas y propiciar así un ámbito interactivo entre las distintas ramas del conocimiento.

Desliz nació en La Habana, en octubre de 2007, como idea original de Lizabel Mónica, su coordinadora hasta hoy. Sin embargo, se trata de un proyecto propiciado por un uso constante del trabajo con redes humanas de distinto tipo y alcance. Este, junto al aprovechamiento de herramientas gratuitas y el apoyo en el sofware libre o freeware, además de una amplia gama de estrategias de intercambio alternativas a la transacción monetaria directa, constituyen nuestras bases logísticas.

Desliz: Difusión Cultural Alternativa es sólo una parte de nuestro proyecto. Para conocer más acerca de nuestro trabajo continúa leyendo.

El sitio Desliz: Difusión Cultural Alternativa está reuniendo un Consejo Editorial con representantes de distintos países. Los datos de quienes formarán parte de este Consejo serán publicados próximamente en esta página.


Fecha
17 abril 2010

Evento
L’antropòleg, poeta i escriptor Xavier Theros és el guanyador de la tercera edició del Premi Josep Maria Huertas de periodisme escrit, per l’obra La VI Flota a Barcelona. Crònica dels anys en que els marines dels EUA envaïen les Rambles, segons ha comunicat el jurat aquest dimecres. El guardó, dotat amb 6.000 euros, vol retre homenatge a la figura del periodista Josep Maria Huertas Claveria (que va morir el 4 de març de 2007) i fomentar els llibres de “bon” periodisme. L’entrega del premi es farà el mes de setembre, coincidint amb la presentació del llibre, que editarà La Campana.
El treball premiat investiga com l’arribada dels vaixells de la Sisena Flota nord-americana, el 9 de gener de 1951, va marcar el caràcter de Barcelona durant 36 anys. I no únicament a les zones i carrers que els marines van freqüentar –el carrer Escudellers i en general l’aleshores anomenat Barri Xino–, sinó també en el desenvolupament de la industria turística local.
Per reconstruir la història, l’autor ha acudit als seus protagonistes: a les cambreres de les barres americanes, als amos dels seus bars, als veïns que van viure diverses experiències amb aquelles tripulacions i, també, als veterans de la US Navy, que han explicat la seva arribada a Barcelona i els seus records. La història que es va interrompre el dia de Sant Esteve de 1987, quan un atemptat mai resolt va provocar la mort d’un mariner.
El jurat estava format pels membres de la penya La Lamentable de Casa Leopoldo i l’escriptor Joan Marsé, que actuava com a convidat. En el jurat hi participaven, sense vot, Miquel Tresserras, degà de la Facultat de Comunicació Blanquerna; Isabel Martí, representant de l’editorial La Campana, i Joaquim Palau, en representació de l’editorial RBA.
El jurat de La Lamentable Penya de Casa Leopoldo el formen José Martí Gómez, Joan de Sagarra, Eugeni Madueño, Enric González, Maria Eugenia Ibáñez, Antoñito el Paleta, Juan Antonio Roqueta, Pilar Aymerich, Ángel Alonso, Mateo Seguí, Bru Rovira, Joaquim Capdevila, John W. Wilkinson, Pedro Madueño i Salvador Sansuán.


Fecha
16 abril 2010

Evento
EDITA 2010. XVII Encuentro Internacional de Editores Independientes Punta Umbría

Del 29 de abril al 1 de mayo de 2010 –Teatro del Mar de Punta Umbría– Huelva

Pocas citas, dentro del marco de lo «literario» reúnen bajo el mismo techo tal variedad y cantidad de propuestas editoriales independientes y alternativas (es decir, que supongan una auténtica alternativa a las corrientes dominantes). Diecisiete años lleva celebrándose EDITA anualmente en Punta Umbría (Huelva), un encuentro donde se funden y abrazan las letras con los objetos, los soportes, la experimentación, la poesía visual, la acción, el ensamblaje, el videopoema, el mail art y un montón de propuestas ejemplares, todas ellas con una calidad inaudita, y al frente de todo ello: UBERTO STABILE, director y coordinador de EDITA, del SALÓN DEL LIBRO IBEROAMERICANO DE HUELVA, de los ENCUENTROS HISPANO–LUSOS DE ESCRITORES (PALABRA IBÉRICA)… Su último libro publicado es «Tatuaje» (ed. Atemporia, México). (Introducción sobre EDITA revista ARTERIAL 10, abril 2010)


Fecha
16 abril 2010

Evento
SOBRE VORTICE / En la web hay tanta información y la gran mayoría de mala calidad que es muy impotante destacar esos espacios donde la seriedad y la permanencia en el tiempo los hagan indispensable, para un público que busca la cultura adecuada.
Con esta entrada comienzo a dar conocer sitios web que tengan por principio la calidad de la información,sean ellos de grupos o individuales.
El sitio que he elegido es un espacio dedicado al Arte Correo, la Poesía Visual y los Libros de Artista; su nombre es Vortice de Argentina, lugar de encuentro serio y bien documentado donde el esfuerzo y tenacidad lo han llevado a permanecer durante tantos años funcionando.
Vortice no solo es un sitio web sino que toda una estructura de publicaciones y ediciones de poesía Visual, Arte Correo, Libros de Artistas y mucho más. Andrea Cardenas-arg
Cuenta con archivos de escritos y ensayos, galerias de imágenes,convocatorias, y una serie de muy buenos enlaces.
Es un sitio ampliamente recomendable para todas y todos aquellos que amamos las artes visuales y todo aquel que desee saber más de la gráfica y su vigencia actual.
Jorge Garnica-arg


Fecha
15 abril 2010

Evento
“IL PAESE SENZA PUNTA”

· Vernice 17 Aprile – ore 18 – fino al 22 Maggio 2010

Nell’anno in corso 2010 si celebra soprattutto nelle città in cui ha vissuto,

Omegna – Orvieto e Roma, la ricorrenza dei 30 anni dalla morte ed i 90 dalla nascita di Gianni Rodari;

in considerazione di ciò, la Fondazione Museo Arti e Industria di Omegna,

con il Parco della Fantasia “Gianni Rodari”, con il Centro Studi “Gianni Rodari” di Orvieto, e l’Associazione Siviera,

(www.forumomegna.org – www.rodariparcofantasia.it – www.siviera.it)

hanno ideato ed ospitato un ciclo di mostre di opere dì artisti capaci di rendere con i linguaggi artistici più diversi,

alcune tra le più belle favole di Gianni Rodari, è la volta della collettiva

“IL PAESE SENZA PUNTA”

· Vernice 17 Aprile – fino al 22 Maggio 2010 ore 18

· Orari visita : martedì/venerdì: 9.30/12,30 – 14/17 —- sabato e domenica 14,30/18,30

· Orari laboratori con i bambini: sabato e domenica: dalle 15 alle 17 ,

nello Spazio Eventi della Fondazione Museo Arti e Industria di Omegna

Tel. 0323/887233 – 0323/866141 – programma su www.rodariparcofantasia.it
Organizzatore Responsabile Dott. Mauro Caldera cura Prof. Marisa Cortese

Artisti partecipanti:ANITA ARPAIA – CARLA BONECCHI – M. CECILIA BOSSI – TEGI CANFARI – PIER CATTANEO – GIOVANNI COMPAGNI – GIANNI COSSU – FINA CURRA’ – MARIANO FILIPPETTA – MAXIMILIAN – FLIESSBACH – ORNELLA GARBIN – VITTORIO GIANINETTI – GIORGIA GRIGORIADOU – GEETHA KEKOBAD – PAULA KOUWENHOVEN – MONICA LASCONI – ALFONSO LENTINI – CHEN LI M. GRAZIA MARTINA – ANNA MASSINISSA – VALENTINA MAYER – MOONA METSOILA – SUSANNE MULLER – MARTINO PALUMBO – ANTONIO PICARDI – ANTONELLA prota giurleO – MAURA Rabelli – barbaRA reale – RODOLFO – RIOS ZERTUCHE – OCEANO – robERTO RIPAMonti – Paca ronco – tina saletnich – bianca TANgande – ERIKA WAGNER – alessia ZUCCHI

This year 2010

the 30th anniversary of death and the 90th anniversary of birth of Gianni Rodari are celebrated, especially in the cities where he lived, Omegna – Orvieto and Rome;
in view of this, the Arts and Industry Museum Foundation of Omegna
with the Park of Fantasy “Gianni Rodari”, with the Research Center “Gianni Rodari “of Orvieto, and the Siviera Association ,
(www.forumomegna.org – www.rodariparcofantasia.it – www.siviera.it)
have organized and hosted a series of exhibitions of artists able to make with many different artistic languages,
some of the most beautiful tales of Gianni Rodari.

Now it is the turn of the collective

THE POINTLESS TOWN

Vernissage 17 April at 18.00 p.m. The exhibition will be open until 22 May 2010

Visiting hours: from Tuesday to Friday 9.30 -12.30 a.m. / 14.00-17.00 p.m.

Saturday and Sunday 14.30-18.30 p.m.

Workshops with children : Saturday and Sunday from 15.00 to 17.00 p.m. in the Events area of Arts and Industry Museum Foundation in Omegna.

Tel. 0323/887233 – 0323/866141 programme on www.rodariparcofantasia.it

Head organizer Dott. Mauro Caldera, Curator Prof. Marisa Cortese

Participating Artist: ANITA ARPAIA – CARLA BONECCHI – M. CECILIA BOSSI – TEGI CANFARI – PIER CATTANEO – GIOVANNI COMPAGNI – GIANNI COSSU – FINA CURRA’ – MARIANO FILIPPETTA – MAXIMILIAN – FLIESSBACH – ORNELLA GARBIN – VITTORIO GIANINETTI – GIORGIA GRIORIADOU – GEETHA KEKOBAD – PAULA KOUWENHOVEN – MONICA LASCONI – ALFONSO LENTINI – CHEN LI M. GRAZIA MARTINA – ANNA MASSINISSA – VALENTINA MAYER – MOONA METSOILA – SUSANNE MULLER – MARTINO PALUMBO – ANTONIO PICARDI – ANTONELLA prota giurleO – MAURA Rabelli – barbaRA reale – RODOLFO – RIOS ZERTUCHE – OCEANO – robERTO RIPAMonti – Paca ronco – tina saletnich – bianca TANgande – ERIKA WAGNER – alessia ZUCCHI


Fecha
14 abril 2010

Evento
Dos visiones diferentes de la Rambla de Barcelona

De 21 de Abril al 27 de Junio , tendrá lugar la exposición La Rambla. IN/OUT Barcelona en el Centro de Arte Santa Mònica.
Los fotógrafos Jordi Bernadó (Lleida, 1966) y Massimo Vitali (Como, 1944) presentan un proyecto que pretende hacer un retrato de la Barcelona actual, a través de uno de los espacios públicos más emblemáticos de la ciudad, la Rambla.
Cada fotógrafo, fiel a su poética visual presenta su visión peculiar de la Rambla, dos caras, dos perfiles, que son en definitiva dos formas de ver.
Bernadó se adentra en los interiores de los edificios de la Rambla y capta imágenes depuradas y contenidas de espacios inéditos y escondidos…Vitali, retrata el rostro más público y cosmopolita de la Rambla, vistas panorámicas que capturan las mulitudes en el paseo urbano, como un escenario del turismo masificado.
Esta crónica fotográfica a dos manos propone, desde la particularidad de la Rambla de Barcelona, una reflexión sobre la arquitectura, el urbanismo y la transformación de la ciudad contemporánea en el nueva era global.
Es una cooproducción de Arts Santa Mònica, Galería senda y el Departamento de Cultura y medios de comunicación de le Generalitat de Catalunya.


Fecha
13 abril 2010

Evento
http://www.alteredbookartists.com/
We are a non-profit Organization dedicated to promoting altered books as an art form, and the exchange of skills, experiences, and ideas through education, exhibits, and events.
But what IS an Altered Book??

It is any book, old or new that has been recycled by creative means into a work of art. They can be … rebound, painted, cut, burned, folded, added to, collaged in, gold-leafed, rubber stamped, drilled or otherwise adorned


Fecha
8 abril 2010

Evento
El Sábado,10 de Abril, presentación del libro-catálogo PoÉticas Visuales de Gustavo Vega, editado por el Instituto Leonés de Cultura, Diputación de León. Bartolomé Ferrando hará la presentación y Gustavo Vega mostrará las imágenes, incrustando comentarios, poemas-acción y recitados.

Sábado 10 de Abril a las 19 horas, en el marco del Ciclo de Performace i/o Arte de Acción. Coordinado por Sinberifora A.C. en el Centre de Cultura Contemporània Octubre C/ Sant Ferran, 12 València-


Fecha
7 abril 2010

Evento
La Más Bella ANDA es la edición más reciente de La Más Bella, publicada en febrero de 2010. Los colaboradores de La Más Bella ANDA fueron invitados a participar a partir de un tema monográfico expresado en la idea/frase La Más Bella ANDA (La Más Bella WALKS). En esta ocasión, se invitó a creadores a los que La Más Bella conoció o con los que había colaborado en proyectos fuera de España en los últimos dos años. Así, los trabajos publicados en La Más Bella ANDA proceden de países como Egipto, Portugal, China, Letonia, Chile, Venezuela, Brasil, Argentina, Irlanda, Alemania, Estados Unidos, etc.


Fecha
7 abril 2010

Evento
La crisis de El País

Exposición del artista Fernando Millán
(del lunes 5 de Abril hasta 22 de mayo;
inauguración martes 6 de Abril en la Galería Weber Lutgen de Sevilla a las 20:30)

En esta exposición Fernando Millán nos propone poesia expandida utilizando todos los medios de la poesia: del papel con tinta hasta el soporte digital con su medio de reproducción.

Desde los años sesenta, Fernando Millán (Villarrodrigo, Jaén, 1944) ha utilizado la tachadura o cancelación de textos como algo más que una técnica dentro de la poesía experimental. Estos trabajos empezaron siendo una forma de antitextos, para convertirse después en textchones, es decir en una escritura de lo escrito, en la que los componentes textuales tienen lecturas gráficas, plásticas e icónicas, además de semánticas.

La tachadura, en su aspecto más negativo, en tanto eliminación o cancelación podría ser vista como un una escritura de crisis (en su doble significado de destrucción-renovación). De ahí la elección de un periódico diario, para este trabajo, en tanto que objeto y vehículo de una denominada crisis global, para proponer una respuesta desde la estética, una solución también global y específica: tachar o tener.

“La crisis de El País” es un trabajo realizado entre el 15 de febrero y el 30 de marzo 2010, utilizando un ejemplar de el diario El País, en su edición de Sevilla. Las 72 páginas con que cuenta la (64 de la edición nacional, más las 8 del suplemento Andalucía), se han transformado en el primer “periódico-obra-de-arte”, o primer “periódico-objeto”.

Por definición, un periódico diario es un vehículo de información. En la videoperformance el artista nos “lee” la información “contenido” dentro de su obra y por esa “interpretacion” se nos desvelan nuevas lecturas de la escritura periodística .

Fernando Millán (Villarrodrigo, Jaén, 1944) trabaja desde los años 60 dentro del campo de la poesía experimental. Su trayectoria está definida por la continua interrelación teoría-práctica, práctica-teoría, así como por su labor de promoción de las nuevas estéticas nacidas de las neo-vanguardias. Desde 1968 en que se publicó su primer libro de poemas, han aparecido doce libros de poesía visual. Entre sus últimas publicaciones están: “Vanguardias y vanguardismos ante el siglo XXI, Ardora, Madrid 1998; “Ideogramas, emblemas y mitogramas”, Instituto de Estudios Giennenses, Jaén 2003; “La escritura en libertad”, Visor, Madrid 2005.


Fecha
7 abril 2010

Evento
Titulo: El Píxel en el Ojo (Poesía visual)
Óscar Sotillos, José G. Obrero y Fermín Marrodán.
Lugar: Fundación Antonio Gala
Fecha: 8 – 18 abril, de 12:00 a 14:00 y de 17:00 a 21:00 de lunes a viernes

(publicado en el Cosmoperiódico)

Más de mil kilómetros mediaban entre Oscar Sotillos y José G. Obrero cuando arrancaron este proyecto común en un blog. Fue en 2006, cuatro años después hay más de 50 obras agrupadas en distintas temáticas: imágenes de silencio (instantáneas captadas al natural o creadas artificialmente que por
una u otra razón han arañado nuestras pupilas), el eco en las paredes (voces que han
elegido las grietas de las paredes como marcapáginas), las líneas de la mano (un verso que no encuentra papel, una chuleta para declaraciones de amor, la quiromancia de un tatuaje) y titulares sin noticias. Poesía visual en estado puro para esta exposición.

Concebido como un espacio abierto, El Píxel en el Ojo, ha demostrado en sus cuatro años de andadura, ser un proyecto sólido, convirtiéndose en punto de encuentro de diversos creadores que lo han enriquecido con sus aportaciones. Participaron también en él Antonio Monterroso, Sergi Quiñonero, Edu Barbero, Claudia Quade Frau, Nuria Moya o Gemma Márquez y asociaciones o grupos como el Centro de Poesía Visual de Peñarroya y Boek861.

La exposición que se presenta en esta edición de Cosmopoética es una muestra de veinte obras de ambos autores, poemas objeto y el videopoema “Cara a Occidente” del videoartista Fermín Marrodán. Con ella se persigue explicar qué es esa disciplina incipiente y fronteriza llamada “poesía visual” y por qué atrae a poetas discursivos, fotógrafos, publicistas y videoartistas (desde Joan Brossa a Chema Madoz). Una manera de prospectar y experimentar con lenguajes y géneros, reformulando el significado de
elementos u objetos cotidianos, con el fin de dotarlos de un nuevo mensaje e intención y que requiere, para completarse, de la complicidad de los ojos del espectador.


Fecha
6 abril 2010

Evento
Guineueta per a la Poesia
Enguany, aquesta vostra benemèrita Associació cultural de poesia Pont del Petroli celebra el desè aniversari de la seva fundació. Per carrers, espais d’art, places i teatres hem anat deixant bocins de poesia dels autors de la ciutat i la paraula viva de molts altres poetes d’arreu del país. I hem vist amb il·lusió com aquest Pont es va allargant cap un obert horitzó amb el suport dels amics que van llegint els nostres llibres, son còmplices de Poesia i cia, i companyia activa de tantes mostres d’art poètic, etc, etc.
Per això el proppassat 27 de març vàrem rebre amb gran agraïment una distinció que ens honora i acceptem amb gratitud: una Guineueta de mans dels representats de l’entitat de Badalona Amics del Teatre Zorrilla, associació que també lluita amb alta vocació de servir a la cultura, en aquest cas, enaltint les arts escèniques produïdes a la nostra ciutat.
Fem partícips d’aquest guardó a tots vosaltres que en aquests anys heu fet costat als poetes de Badalona seguint amb fidelitat els projectes que hem desplegat per a difondre la paraula poètica .

Salut i fins aviat…


Fecha
1 abril 2010

Evento
International Laboratory Festival of Performance
RedPlexus, network of exchanges and diffusion of new forms of performance
Dates : 19 – 27 september 2010, Marseille, France
Préavis de Désordre Urbain : Moments of research and experimentation, a day of urban
disorder itinerary (artists and places are drawing in lots), a night of performance in Theatre des
Bernardines, 4 hours of performances in the city, a performance evening in Friche la Belle de
Mai, meetings about disorder in public space with town planners, sociologists, psychiatrists, policemen
The spirit of the 4th edition : Because of the social and political context, insecurity and fear
tend to grow up in cities feeding citizen’s inhibition in public spaces.
So performances will propose to the audience unexpected experiences, other ways of living together
in urban places.
How far we can go in disrupting public space ?
Projects can be radical, out of limits, transgressive, subversive.
Projects can explore different relationships to time.
Participation :
Every artist proposes a project of performance which can be declined on the different territories of
the festival.
Every artist commits to :
Participate to the laboratory about performance in urban space during 3 days.
Perform twice in urban place and once indoors (Bernardines or Friche la Belle de Mai)
Participate to presentation in artists in bars at apero time.
Propose a workshop to the other artists (optional)
Places : City of Marseille,Theatre of Bernardines, Friche la Belle de Mai
Conditions : Accomodation , Food, Honorary Fee 350 €
Technical and logistic help
RedPlexus doesn’t cover travel expenses
Deadline : 10 june 2010
Préavis de Desordre Urbain
w w w . r e d p l e x u s . o r g Call for submissions


Fecha
25 marzo 2010

Evento
Publicado en El Norte de Castilla el 25 de marzo de 2010

Es un viaje escrito con caligrafía de transgresión. Un camino nostálgico a una época revolucionaria. Una exposición para ver, sentir y leer. Se puede visitar en el Museo Patio Herreriano hasta el 25 de abril y recoge una muestra única de poesía experimental correspondiente a los años sesenta y setenta del siglo XX. En ella nos podemos encontrar poemas experimentales con palabras que se besan, se cruzan, caen como la lluvia o salen de un revólver; poemas sonoros consistentes en escribir lo que se desea poniendo atención en el sonido que produce el lápiz o el bolígrafo al rayar el papel; obras donde leemos: «La nueva poesía no emplea versos»; folios mecanografiados sin respetar márgenes y con letras cayendo en cascada formando figuras de mil y un significados; mapas de poesías, letras cruzadas que se sublevan y provocaciones caligráficas y visuales de todo tipo. Poesía experimental en todas sus variedades: poesía visual, poesía textual, poemas sonoros, libros-objeto, poesía-acción, fotopoemas, etcétera. En una de las obras expuestas leemos: «En el principio fue la figura geométrica». ¿O fue el verbo? ¿O el silencio? Hablamos de un mundo efervescente con ADN de utopía y rebelión caracterizado por la radicalización de las posturas artísticas, la convulsión creativa en todas las artes, la innovación de lenguajes y el compromiso político y social que desembocó en el Mayo del 68. También hablamos de artistas revolucionarios como Julio Campal o el Grupo Zaj formado en un principio por músicos transgresores (capaces de dar un concierto en el que, para escándalo de los puristas, alguno de los músicos se limitaba a comerse una manzana) pero al que pronto se adhieren todo tipo de artistas, entre ellos el poeta José Luis Castillejo. A los nuevos artistas se unieron otros de generaciones anteriores como Cirlot, Brossa o nuestro Francisco Pino, verdadero protagonista de la exposición aprovechando que este año se celebra el centenario de su nacimiento. Con Pino regresamos a sus famosos poemas visuales, a sus memorables libros-objeto y a sus biblio-arquitecturas donde la palabra e incluso la escritura desaparecen. También a sus libros de agujeros, es decir, regresamos al silencio, a la nada convertida en obra de arte. Escrito está (o tal vez no). La escritura como transgresión.


Fecha
25 marzo 2010

Evento
Esta tarde se inaugura ICONOPOESÍA (del 25 de marzo al 23 de mayo) en la Sala Lanart en l’Excorxador (antiguo matadero de Elche) a las 20.30 h. Exposición colectiva a cargo de los artistas: María A A, Julián Blaine, Felipe Boso, JM Calleja, Julio Campal, Xavier Canals, Bartolomé Ferrando, Fernando Millán, Enzo Minarelli, John J. Sharkey, Xavier Sabater, Joseph Sou, Paul de Vree …

Exposición multimedia donde conviven los ideogramas, emblemas, caligramas, poemas plásticos, poemas objeto, poemas fonéticos, polipoemas, poemas sonoros, poemas acción …

Durante esta semana se ha impartido el taller de poesía experimental IMAGEN Y ESCRITURA con Fernando Millán. Modo de reciclarse, inspirarse, atreverse a crear por crear (collage con imagen-texto, poema sonoro, …).


Fecha
22 marzo 2010

Evento
MACROMASSA.

Fundado originalmente por Juan Crek i Victor Nubla, los dos únicos miembros que han estado durante toda la existencia del grupo, MACROMASSA ha contado con 143 colaboradores.

MACROMASSA produjo su primer disco en 1976, reconocido actualmente como la primera autoedición de España y de elevado valor en el mercado de coleccionismo. El disco fue distribuido a los Estados Unidos, Inglaterra, Francia y Japón y fue el comienzo de la “leyenda” de MACROMASSA.

Entre 1976 y 1997, MACROMASSA editó 9 discos y una K7 oficiales, en diferentes sellos discográficos, y participó en 16 recopilaciones publicadas en diversos países.

Los discos de MACROMASSA son actualmente inencontrables. Solamente se pueden obtener a muy elevado precio en el mercado especializado. Las opciones de obtenerlos en internet, en formato mp3, existen, pero la calidad de lo que se descarga acostumbra a ser baja, lo mismo pasa con la información: títulos equivocados, músicas fragmentadas, etc.

MACROMASSA agradece su esfuerzo a todos aquellos que han puesto al alcance de la curiosidad universal los materiales macromássicos que guardaban en sus colecciones privadas. Con el objetivo de completarlos y mejorarlos, hemos decidido solicitar a diversos departamentos del Submundo Pérez y a la Sociedad Bianual Ronchis las acciones necesarias para hacer accesible la discografía completa del grupo, así como diversas grabaciones inéditas de fuerte interés, de manera que sea accesible a través de la red de internet para todas aquellas personas interesadas. Gracias al trabajo de recuperación del material sonoro que The Hrönir Factory ha hecho este año y a la inestimable colaboración de O’Glor Carvalho (GUP), presentamos, finalmente, la discografía completa de MACROMASSA en versión autorizada por los autores.

Otros materiales inéditos, participación en compilaciones, vídeos de conciertos, etc. irán viendo la luz en esta misma página.


Fecha
22 marzo 2010

Evento
Dimarts 23 de març de 2010, 21h

Antic Teatre (Barcelona)

“La gruta de baba” + “Cineamano”

Es tracta de dos projectes en un. La veu de Juan Pablo Villa se suma a les creacions visuals d’Arturo López Barrera. Villa presenta el concert La gruta de baba acompanyat per Cineamano de l’artista visual Arturo López, el qual amb només un projector, tinta xinesa i sorra projecta en gran format una seqüència efímera d’imatges que enriqueixen a la perfecció el treball vocal de La gruta de baba. Experimentació vocal i creació visual en directe en un espectacle ple de bellesa i de racons desconeguts.

Juan Pablo Villa és un artista vocal i compositor que, des de fa deu anys i sobretot en els últims quatre, s’ha dedicat a l’experimentació vocal mitjançant la improvisació lliure, el sampleig i la lliure interpretació de diverses manifestacions vocals de Mèxic i d’arreu. El seu nom és, sens dubte, un referent a Mèxic pel que fa a exploració i expressió vocals. Ha actuat diverses vegades a Barcelona, com ara en el festival Grec i en el LEM 2008. Va participar en el projecte Vientos y lugares, que va reunir els músics catalans Raül Fernàndez “Refree” i Sílvia Pérez Cruz i els mexicans Mauricio Sotelo, Francisco Sotelo i Ramsés Luna, a banda de Villa. Plegats interpretaven composicions originals sobre la poesia de l’exili, d’escriptors com José Bergamín, León Felipe, María Zambrano, Luis Rius, Pere Calders i Josep Carner. La gruta de baba està format per improvisacions i peces en les quals, amb la veu com a instrument fonamental, un processador multipistes i diversos objectes, va creant un calidoscopi de sonoritats vocals que generen un paisatge irresistible i sorprenent per a l’espectador.

www.myspace.com/juanpablovilla

Arturo López Barrera és pintor i titellaire. Com a resultat del seu treball d’experimentació i exploració de tècniques per a la projecció d’imatges animades per mitjà de projectors de cossos opacs, crea Cineamano: expressió pictòrica que pren la força del cinema: llum projectada sobre una pantalla. Les eines són un projector d’acetats i materials com ara tinta xinesa, sorra, safates amb aigua, oli, objectes i titelles plans. Fins i tot les mans d’Arturo prenen part en les escenes com a personatges que interactuen amb les imatges i la música.

AQUESTA SETMANA:

Juan Pablo Villa + Arturo López Cabrera

“La gruta de baba” + “Cineamano”

www.myspace.com/juanpablovilla

Dimarts 23 de març de 2010, 21h

Antic Teatre (Barcelona)

“La gruta de baba” + “Cineamano”


Fecha
20 marzo 2010

Evento
Estimados amigos y amigas:

El propósito de este mensaje es informarles que hemos comenzado a trabajar en el III Festival Internacional de Vídeo Arte, Camagüey, 2010. El Festival se celebrará en la ciudad de Camagüey (Cuba) del 26 al 30 de noviembre del 2010. Nuestro Festival permite la oportunidad de presentar nuevas obras de vídeo-arte, de artistas emergentes o consagrados. La participación es abierta a todos los artistas nacionales e internacionales, sin distinción de edad ni sexo.

Si el Festival es de su interés, si es artista independiente, galerista, institución, curador o teórico del arte, para nosotros sería un placer poder contar con su participación. Le estamos invitando a realizar una propuesta para esta tercera edición.

El plazo para recibir obras finaliza el 20 de agosto del presente año.

Cualquier consulta se puede hacer vía e-mail a:

Diana Rosa Pérez

Coordinadora y Productora General

III FESTIVAL INTERNACIONAL DE VIDEOARTE DE CAMAGUEY 2010

DIR: Cisneros # 159 / Cristo y Rosa la Bayamesa

CP: 70 100. Telef. (53) 032 25 62 53

Camagüey – Cuba

sandia(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)pprincipe.cult.cuvideocamfestival(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)yahoo.es


Fecha
20 marzo 2010

Evento
La exposición, presentada en la Biblioteca de Alejandría en Egipto, pretende mostrar la rica tradición de “Libros de artista” en España desde los años sesenta hasta el presente.

El comisario de la exposición, Arturo Rodríguez, ha querido abrir en lo posible este primer acercamiento a la producción artística en España, no limitando la selección a los parámetros estrictos fijados académicamente. De este modo, se presenta una selección que da muestra de la variedad de publicaciones en las que los artistas han colaborado, como libros y revistas producidas industrialmente, excluyendo sólo ejemplos que se acercan más al libro único o de bibliofilia.

En los años sesenta el abaratamiento de los medios de impresión, sobre todo del offsett, facilita la producción de libros concebidos y realizados por artistas. Los denominados “libros de artista” permiten a los autores una mayor libertad de planteamientos y una distribución independiente. España no es ajena a este movimiento y desde muy pronto, son muchos los autores que utilizan la imprenta para plasmar sus trabajos de forma específica; un movimiento que se inicia de manera simbólica con dos libros publicados en 1967, El viaje a Argel de Juan Hidalgo y La caída del avión en el terreno baldío, de José Luís Castillejo, dos publicaciones Zaj.

La premisa principal es la implicación del artista en la conceptualización y realización material del libro, lo que diferencia estas publicaciones de los catálogos de exposición al uso. Además, este tipo de trabajos incide en los ideales de democratización del arte a través de la accesibilidad a la obra que facilita la industrialización de la producción.

Junto con la exposición se publicará un catálogo que recoge de forma extensa la investigación llevada a cabo en el proceso, con una selección mucho mayor de publicaciones, como primer paso para aquellos que se acerquen a la materia en un futuro.


Fecha
19 marzo 2010

Evento
BARTOLOME FERRANDO: La performance. Su creación. Elementos La tarea de escribir acerca del modo de estructuración de una performance no me parece tarea fácil, dada la enorme variación de modos de hacer que esta palabra abarca. Diré desde el inicio, que aunque en ocasiones una acción se muestre o manifieste más próxima al teatro, a la música, a la poesía, a la instalación, al video o a la danza, deberá a mi parecer, para definirse como performance, incluir puntos de conexión y enlace con otra u otras prácticas específicas distintas, de tal manera que, como resultado de ese cruce, se produzca un modo de hacer intermedia, divergente del rasgo que se advertía como fundamental o más característico de la acción misma; y así que ese modo de hacer sea propio de una práctica situada a medio camino entre dos o más especificidades artísticas.
…..
VER ARTICULO COMPLETO EN
http://www.bferrando.net/bitacora/


Fecha
16 marzo 2010

Evento
GALVANOPLASTIAS
http://www.galvanoplastias.blogspot.com/
Un clarín que suena a óxido y hojalata
La grandeza de la poesía épica es verdaderamente su sencillez, lograr esa serena majestad de su estilo, ese aroma y emotividad que provienen de su espíritu popular que nos infunde tanta sugestión. La mayoría de los creadores a lo largo del tiempo así lo han sentido y lo han transladado a sus composiciones. Por eso cuando empecé a leer un librito (cuyo autor se me ha olvidado) subtitulado poemas épicos tradicionales lo que no era otra cosa que invención grotesca, no podía dar crédito a aquellos atroces versos nutridos de fanfarrias y purpurinas, poemas para la infamia y merecedores en verdad del fuego destructor, pero la irrupción de un pensamiento, de una emoción en el último momento, fatalmente, ha hecho que haya quedado indultado en homenaje a mi amigo y maestro Francisco Peralto, porque no he querido incurrir en la bibliocastia, delito bibliográfico tipificado por él en el parágrafo 30 de su obra Sugerencias para el cuidado de nuestra egobiblioteca, (5ª edición, 2009, Revista &cétera (nº 4), Aula de letras, Universidad de Cantabria, Santander):

No quemar ni destruir de ninguna forma los libros enemigos, desagradables, abyectos, falsos, ñoños, mal escritos o dogmáticos [cualquiera que sea su género] (…) La destrucción intencionada de libros se denomina bibliolitia o biblioclastia, y no deberemos practicarla jamás, puesto que todo libro porta el aliento vital y espiritual, equivocado o no, del hombre que los escribió.

Siguiendo el dictamen del maestro Peralto, vaya pues por él este indulto.

Resulta interesante y significativo cómo la humanidad y la comprensión de un poeta culto y elegante (malagueño él) puede salvar la obra de un poeta garbancero y pelmazo.


Fecha
11 marzo 2010

Evento

Festival of Performance in Santa Lucía

20 – 21 of March of 2010 – 16 hs.

House of Culture “Jose Enrique Rodo”
Santa Lucía, Canelones, Uruguay

Performers: Lucía Ponce de León, Jesusa del Bardo, Guillermo Zabaleta, Sofía Dabarca, Gonzalo Firpo, Exequiel Steinman, group “Las Consecuencias de Estar Muerto”, with Leonora Cheko, Eduardo Correa y Gerardo Podhajny and group AccionenZen with Mariángeles Barbe, Giovanna Barufaldi y Mariana Picart.

Curator: Clemente Padin

Coordinating: Rodolffo Torres

http://clementepadin.blogspot.com/


Fecha
9 marzo 2010

Evento
SABATO 13 MARZO
11:00›12:00
CAFFE’ LETTERARIO
PRESENTAZIONE DELLA RIVISTA D’ARTE DI STRADA “BIANCHENERE”

Con:
l’ assessore all’ambiente della città di Corsico;
Mirko Bozzato – grafico;
Gretel Fehr e Antonella Prota Giurleo – artiste e curatrici.

Sarà presentato il numero 4 della rivista,
sul quale sono stati pubblicati i lavori di:

Mohamed Aboud El Naga, Annabel Adler,
Gabriela Alonso, Maria Balea,Silvia Bertini,
Manoel Bonabal Barreiro, Federica Congiu, Stefania Dalla Torre,
Albino De Francesco, Simonetta Ferrante, Silvia Ferru,
Tania Lorandi, Massimè, Stefano Melis, Jacqueline Orio,
Hermes Paderi, Irene Petrella, Iria Rentala, Bo. Shailesh,
Aldo Spinelli, Ramesh Terdal, Miguel Jimenez

e i testi di:

Maria Grazia Galatà, Antonello Quarta,
Maria Carla Baroni, Touria Ikbal

In occasione dell’incontro saranno disponibili anche i tre numeri precedenti
e saranno esposti tutti i lavori pervenuti sino ad ora.

L’accesso all’incontro, come a tutti gli appuntamenti del programma culturale,
è libero ma PREVIO INGRESSO alla Fiera (euro 5, pad. 1-2 v.le Scarampo).


Fecha
6 marzo 2010

Evento
Ens complau convidar-vos a la presentació del projecte Badalona visions 15 + quinze.
Dijous, 11 de març a les 20 hores a la sala El Refugi (Plaça de la Vila, Badalona)

Badalona 2010, Capital de la Cultura Catalana, ha fet possible aquest projecte de l’associació Pont del Petroli i ha estat l’excusa per reunir amb un mateix objectiu diversos artistes plàstics que, amb la complicitat dels poetes, ens presenten el fruit d’aquesta avinentesa.

Anna Ametller – Jaume Costa, Antoni Benages Pla – Valentí Soler, Enric Ortuño – Joan Soler i Amigó
Gerard Sala – Gerard Sala, Hélèn Laffond – Joan Argenté, Joan Puche – Josep Gual
Josep Niubó – Pep Mita, Josep Uclés – Isabel Granya, Miquel Àngel Para – Primitiva Reverter
Montserrat Rubio – Carme Guasch, Naomi Daniel – Odile Arqué, Ricard Mirabet – Paco Fanés
Rubén Pellejero – Martí Noy, Tomàs Atienza – Màrius Sampere, Tomàs Sunyol – Coloma Lleal

+informació a http://pontdelpetroli.blogspot.com/


Fecha
5 marzo 2010

Evento
Bejar / Sumo y sigo de Antonio Gómez El viernes 5, a las 19 horas el poeta Antonio Gómez presentará su libro “Sumo y sigo”. El dinero recaudado con la venta de ejemplares se destinará a la ONG SBQ. La publicación ha sido posible a través de la editorial “La única puerta a la izquierda”.

comentario en De puertas adentro:

http://isabelhuete.blogspot.com/2010/03/antonio-gomez-y-lupi-en-notesalves-en.html

Creo que es importante no dejar de pinchar en todos los enlaces porque cada uno de ellos es una demostración de lo que es trabajar para los demás, bien sea creando literatura o arte, difundiéndolo, o solidarizándose. Las personas que están detrás son amigas/os y, además, personas a las que admiro y quiero por su grandeza personal y creativa. Lo que más siento es no poder estar con ellos el viernes para darles un gran abrazo y disfrutar de su arte y de su compañía. Ellos/as son:

ANTONIO GÓMEZ (el autor) JUAN JESÚS SANZ (el editor) MAYCA MARTINEZ (la del contenedor) LUIS FELIPE COMENDADOR (el solidario)

http://lupiblog.lacoctelera.net


Fecha
5 marzo 2010

Evento
El festival “Nosomostanraros” toma las calles de Elche del 6 al 28 de marzo

En la presentación del festival, la concejal de Cultura ilicitana, Àngels Candela, ha declarado que este certamen “pretende acercar este género a los ciudadanos, motivo por el cual se han programado actividades no sólo en los espacios del Instituto Municipal de Cultura sino en la calle, en autobuses y otros lugares de Elche”.

La filosofía de este certamen pionero es la de sentir a través de la palabra y salir a la calle para transmitirla de manera “más directa”.

El taller de poesía experimental será impartido por el comisario de la muestra multimedia colectiva “Iconopoesía”, Fernando Millán, y permanecerá abierto del 25 de marzo al 23 de mayo en la sala Lanart del centro de cultura contemporánea L’Escorxador.

La idea inicial del certamen “siempre ha sido combinar diferentes disciplinas, fomentar la colaboración entre artistas y echar por tierra el miedo que parece que hay en torno a la palabra poesía”.

Según la coordinadora, Alicia García, “el festival Nosomostanraros trabaja desde la experimentación y distintas perspectivas”.

“También, cómo no, hay recitales al uso, pero se trata de que la poesía llegue, que no sea algo como de otra época, desfasado o en desuso”, ha agregado. EFE 1011045


Fecha
4 marzo 2010

Evento
presentaciones de CONTRAPOESÍA en Madrid:

* sábado 6 en el oeste celeste, gonzalo escarpa. a las 20 h.
# presenta pepe viyuela # sorpresas invitadas #

* miércoles 10 en La Central, PeCasCor, a las 19 h.
# participan antón casariego, manuela vellés, isabel garcía mellado y marcus versus #

* miércoles 24 en IED, Eduardo Scala, a las 20 h.
# participan ed. scala + marcus versus + + + #

exposición de HARPO
* COMUNICACIONESCULTURALES
# durante todo este mes, en Entrelíneas Librebar


Fecha
3 marzo 2010

Evento
La galería Weber-Lutgen les invita a la inauguración de la exposición
H igh Density
3 de Marzo hasta 31 de Marzo.Inauguración: miércoles 3 de marzo a las 20’30 horas.
Vídeo-performances y fotografía (frames extraídos de la vídeo-performance)

Fernando Millan: Represión.Sevilla. enero de 2010
María AA : Just play life.Sevilla. febreo de 2010
Jesús Algovi : Proceso de Paz: negociaciones multilaterales para el desarrollo de un proceso sostenible de paz.Sevilla. Septiembre de 2009
Ivan Tovar: ProstituarteSevilla. febrero de 2010

www.galeria-wl.eu info(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)galeria-wl.eutfno: +34954909471 móvil: +34610760556C/ Fray Diego de Cádiz, 9b 41003 Sevilla España


Fecha
1 marzo 2010

Evento
Continúa en Sala LAi la acción de Nel Amaro “FLASH, NO”

FLASH NO es una propuesta libre de manifiestos, de compromisos y/o excesos discursivos o visuales con la que Nel Amaro concurrió a la convocatoria UN ESPACIO EN UN ESPEJO2009 promovida por Luzernario por undécimo año consecutivo.

El proyecto, distinguido con un PREMIO EXTRAORDINARIO del Jurado en la citada convocatoria, consiste en la presencia “física” del artista en el interior del espacio expositivo Sala LAi, diariamente y durante 120 minutos (de 18 a 20 horas) construyendo y destruyendo de inmediato diferentes esculturas de madera, anotando el número de ellas realizadas diariamente (7 cubos de 6 caras cada uno pueden dar miles de combinaciones matemáticas) y contabilizando el total al final del tiempo “expositivo”. Único recuerdo tangible del trabajo.


Fecha
27 febrero 2010

Evento
Una noche de orgía en el museo de Gustave Klimt

23/02/2010 | Laura Albor

El artista suizo Christoph Büchel ha convertido el museo Secession, en Viena, en un club de alterne donde practicar sexo.

Varios estudiantes entran en el museo Secession, en Viena, quieren ver la obra de Klimt. Hasta llegar a la sala dedicada al artista caminan a través de un panorama nada usual para una galería: habitaciones sadomasoquistas, sillas ginecológicas, colchones por el suelo, fotos eróticas…

El artista suizo Christoph Büchel ha escandalizado el país con su propuesta: transformar “el templo del arte” en un “templo para el sexo”, un lugar donde poder practicar orgías, sexo duro, donde ninguna posición que la mente pueda imaginar estará prohibida.

El Secession, un lugar de renombre mundial para el arte contemporáneo en el centro de Viena, ha incorporado temporalmente un club de alterne llamado “Element6” que normalmente se encuentra ubicado a las afueras de la ciudad.

Durante el día y a simple vista, podría parecer un museo “normal”, con colas para comprar las entradas, turistas con las cámaras alerta… Sin embargo, a partir de las 21 horas el espacio se transforma y se convierte en un “Swingerclub” (local donde se entra en pareja para practicar sexo en grupo). La entrada, como es de suponer, aumenta su precio y varía en función del “happening” de esa noche, oscilando entre los 6 euros y los 42.

La portavoz del museo sale al paso de las críticas declarando que Büchel ha provocado un escándalo similar al que se produjo cuando se exhibió por primera vez, en 1902, “Friso de Beethoven” de Klimt. “Ahora se considera una de las piezas clave del pintor austriaco, pero los primeros en verlo lo calificaron de obsceno y pornográfico por la manera de mostrar los órganos de la mujer”.

Buechel se ha negado a comentar su proyecto, pero en un comunicado del club “Element6” se apunta a que el “único objetivo es dar a tantas personas como sea posible la oportunidad de superar sus inhibiciones”. De hecho, las únicas condiciones para poder disfrutar de una “noche de sexo en el museo” es la de ser mayor de edad y acudir al lugar sin ningún tipo de prejuicio sexual.

La “exposición”, si es que las numerosas protestas no lo impiden, permanecerá en el museo hasta el próximo 18 de abril. De momento parece que lo conseguirá ya que la propuesta del artista suizo se está abriendo paso a las críticas llenando sus salas todas las noche de gente que acude con un único fin: practicar sexo.


Fecha
27 febrero 2010

Evento
Clemente Padín o El caballero andante del performance y la poesía experimental
Publicado por Jochi MUÑOZ para
Hoy conocí el mar, me ha gustado mucho mucho… el 2/21/2010

Hace un mes que Clemente Padín estuvo en esta ciudad de Santo Domingo, y todavía persiste la sensación de placer de haberle conocido. Estuvo agotando una serie de actividades que incluían una exposición con motivo a sus 40 años en el arte acción, una conferencia, la realización de un performance, un taller sobre Poesía experimental, y una sesión de lectura de poesía visual. Ambicioso programa, que de haber sido menos cargado hubiera sido más provechoso, ya que se le hubiera dedicado más tiempo al aspecto práctico del taller, pero, en todo caso, fue una fiesta, una brillante fiesta, ya que a los interesados nos permitió abrevar de viva voz de las experiencias de un maestro latinoamericano del arte.

Arte-estudio, grupo dominicano de gestión de las artes visuales, conformado por la artista Sayuri Guzmán y la curadora Clara Caminero, se involucró en la empresa de traer al maestro, con el respaldo del Centro Cultural de España (CCE), brindándonos así la oportunidad de conocer y departir con uno de los grandes artistas de la vieja guardia que aún se mantiene activo.

La primera actividad del programa fue la inauguración de la exposición Clemente Padín, 40 años de performance, intervenciones urbanas y poesía visual, efectuada el 15 de enero, en la sede del citado centro, curada por Guzmán y Caminero. Valga resaltar que la ciudad de Santo Domingo fue el primer punto de un largo periplo que recorrerá la exposición, visitando diferentes países de América y Europa.

Durante el taller de Poesía experimental, desarrollado del 18 al 20 de enero, muchos de nosotros por fin pudimos vivenciar cosas de las que teníamos referencias de oídas o que conocíamos a través de libros, y que en boca de Padín se redimensionaron. El maestro ofreció un recuento evolutivo de la poesía experimental, visionando y explicando los conceptos de poesía visual, sonora y performática, a través de las obras de los más importantes creadores. El taller culminó con la realización de trabajos por parte de los talleristas, que fueron expuestos en la sala Zona Cero, del CCE, durante dos semanas.

El 19 de enero, Padín impartió también una conferencia abierta al público, que entroncaba con la exposición, ya que ambas hacían referencia a su trayectoria de cuatro décadas en los campos del performance y de la poesía visual. Tras la conferencia, el artista realizó un performance clásico (como el mismo lo llamó), al modo como se realizaban en los años 70.

Parte de los talleristas.
De pie, de izq. a derecha: Francis Taylor, Luz Bautista, Awilda Polanco, Lina Aybar, Clara Caminero (organizadora), Jenniffer Rodríguez, Iris Pérez, Nancy Vizcaíno, Luis Reynaldo Pérez y Sayuri Guzmán (organizadora). Sentados, de izq. a derecha: Jochi Muñoz, Clemente Padín, Alexei Tellerías, ¿? y Samuel Gregoire.

Clemente Padín, Licenciado en Letras, poeta experimental, artista y diseñador gráfico, artecorreísta, performero, curador, videasta y networker; con una carga impresionante de exposiciones de su obra, y otras tantas por él curada, se nos reveló como un hombre conocedor de su oficio, como un ser sensible, como una persona motivadora y como un convencido de que para lograr una obra con sustancia es necesario…imprescindible el leer. Leer, reflexionar para que con el tiempo el quehacer artístico devenga en una obra de madurez rotunda.

Tras 40 años batallando, Padín continua realizando performance, impartiendo talleres y dictando conferencias, entre otras actividades. Destaca en su oficio su claridad conceptual, su entrega y su amor a lo que hace, y en lo personal, sus dotes de caballero. Tras su retorno a su tierra natal, Uruguay, deja entre los talleristas un sentimiento de admiración y gratitud.

Santo Domingo, Rep. Dominicana
Sábado 20 de febrero de 2010
http://piezasdejochimunoz.blogspot.com
http://textosdejochimunoz.blogspot.com
http://www.arteven.org/profile/JochiMunoz?xg_source=activity
http://puntoh.ning.com/profile/JochiMunoz


Fecha
27 febrero 2010

Evento
Laboratori Creatiu dels Amics de les Arts
Divendres, 26 de febrer a les 19,30h
Amics de les Arts c/ Sant Pere 46 – 08221 Terrassa
Caçadors de sentits, exterminadors de silencis
Xerrada-col·loqui amb
Toni Prat, Cristian Porres i Sergi Quinyonero,
poetes visuals
Toni Prat, Cristian Porres i Sergi Quinyonero parlaran de la seva obra i ens desvetllaran inquietuds creatives, mètodes de treball, incògnites, ens suscitaran preguntes, sobre com pensen i materialitzen poesies visuals i poemes objecte. Tres posicions vitals, intel·lectuals i estètiques diferents que ens permetran entrar, per la porta de la fascinació, dins d’un gènere poètic a cavall entre la paraula i la plàstica de la imatge.
Més informació a:
http://laboratoridelsamics.blogspot.com/


Fecha
27 febrero 2010

Evento
Acción “no soy de un pueblo de bueyes”.

El poeta Antonio Gómez realizará una acción el viernes 23 de abril en la Escuela de
Arte de Córdoba, en la que caminará sobre las páginas recibidas de la convocatoria
“caminar por caminar cansa”, recitando el poema vientos del pueblo.
Esta caminata poética servirá como acto unificador de todas las “renuncias” que
vienen expuestas en dichas obras. Actuando
como notario, Antonio Gómez certifica, al
caminar con unos zapatos impresores no
entintados sobre las hojas enviadas, el hecho
de formar parte de unas aspiraciones colectivas
de libertad.
Acabada esta acción, se procederá a encuadernar
todas las hojas formando un volumen
denominado “vientos de libertad” que pasará
a formar parte de la exposición “la vida
desatenta”.


Fecha
16 febrero 2010

Evento
«La poesía no sólo se hace con versos»
El artista y poeta granadino Juan de Loxa presentó el libro ‘Juegos reunidos’

JUAN LUIS TAPIA /EL IDEAL | GRANADA.

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«Soy de la cofradía de nuestra señora de la Velvet Underground», afirma el heterodoxo poeta Juan de Loxa, quien presentó en un acto de la Academia de Buenas Letras de Granada el libro ‘Juegos reunidos’ (Ed. Mirto), donde reúne una miscelánea de su poesía visual y gráfica, así como algunos versos, aquellos bajo el título de ‘La soledad de Johnny Weissmuller’, entre otros. El título también es una especie de memorias, donde se ofrece un recorrido por las performances, acciones, iniciativas poéticas, collages y demás acciones desarrolladas desde 1967 hasta el 2007 «y pico» por Juan de Loxa. «He querido que el libro también sirva como testimonio de una época y de unos nombres, porque todas las personas que han participado están ahí, incluso el nombre del acordeonista que se contrató para una muestra, que está catalogado», explicó el poeta.
Los ‘Juegos reunidos’ incluyen un prólogo del especialista Fernando Guzmán Simón, «uno de los grandes conocedores de las vanguardias». De Loxa fue el padre de ‘Poesía 70’, nombre que dio título a un programa de radio y a una revista, que fueron referencia en el panorama nacional. La versión radiofónica de aquel movimiento le valieron a Juan de Loxa dos Premios Ondas, entre otras distinciones.
«Este libro no habría sido posible de no haber aparecido en periódicos como IDEAL algunas de estas iniciativas», indica el poeta granadino. «He reunido parte del material que podía ordenarse o desordenarse por temáticas y cronología, desde el jondismo de finales de los sesenta y comienzos de los setenta a los poemas fonéticos, la poesía concreta, juegos de collage y mensajes, como aquel de ‘se prohibe el cante’, que se colocó en las tabernas», relató el poeta-visual.
Telegramas
En estos días de Retroback, de recuerdo a Humphrey Bogart, de Loxa tuvo la idea en 1983 de enviarle una carta al tipo más duro de la historia del cine, pero no obtuvo respuesta. Sin embargo, la enviada a Olivia de Havilland tuvo como contestación una fotografía firmada por la actriz. «Aquellas cartas respondían a un juego poético, la ida y la vuelta de aquellos sobres, los mensajes que contenían, y se expusieron en una muestra», rememoró De Loxa.
En esta sección dedicada al juego de las cartas se encuentran los ‘Telegramas azules’, un homenaje a García Lorca por el poema ‘Muerto de amor’: «Madre, cuando yo me muera / que se enteren los señores / pon telegramas azules / que vayan del sur al norte». Los telegramas se enviaron a exposiciones en homenaje a Lorca celebradas en toda España.
Las creaciones del artista granadino se fundieron en muchas ocasiones con el gran autor de la poesía visual, el desaparecido Joan Brossa. «Llegamos a fundirnos en algunos poemas visuales, que firmamos juntos como Joan de Loxa y Juan de Brossa», señaló. En cuanto a sus prácticas con la tipografía, los juegos con las letras y otros montajes, el poeta une su nombre al «magisterio y saber de Claudio Sánchez Muros».
Juan de Loxa confesó haber usado una sola vez el ordenador en una de sus creaciones, pero ve «muy positivos los trabajos actuales y todo puede ser válido siempre que no sea una tomadura de pelo». «Juego con el humor -añadió- porque hay mucho fraude en el arte de vanguardia».
«En mis poemas visuales revelo el sentimiento trágico de mi vida, pero travestido para mostrarse al escenario humano, y son una invitación a la sonrisa», comentó.
Defiende la poética del arte visual en la misma línea que artistas como Alejandro Gorafe y Antonio Gómez, un camino que emprendió Marcel Duchamp. «La poesía no sólo se hace con versos ni octavas reales y somos herederos de las vanguardias», concluyó Juan de Loxa, cuyas creaciones poéticas se exhiben por toda la geografía española. «Próximamente voy a exponer en Cuenca, en el museo de arte abstracto, donde se encuentran otras obras», anunció.
Banesto: Tenemos lo que todos quieren: Nuestro Depósit


Fecha
15 febrero 2010

Evento
Living Under the Same Roof

Living Under The Same Roof
February 20 – May 23, 2010

Living Under The Same Roof: The Marieluise Hessel Collection and the Center for Curatorial Studies is the result of an intensive research and teaching program organized by Ana Paula Cohen during her time as Curator-in-Residence at the Center for Curatorial Studies. Each year the Center invites an outside curator to work with our graduate students to investigate the Marieluise Hessel Collection and consider how to create an exhibition within the galleries of the Hessel Museum of Art.http://www.e-flux.com/


Fecha
12 febrero 2010

Evento
Final call for participation

International Conference on Art Performance (ICAP)
‘s-Hertogenbosch – The Netherlands
10-19 September 2010

Instant Material to Create Art

Dear artists, participants,

We are pleased to invite performance artists to participate in the “International Conference on Art Performance”(ICAP), being held in ‘s-Hertogenbosch, The Netherlands from September 10th through 19th 2010. The conference will be hosted by the ARTOTS laboratory at the ARTOTS South Park Studio’s.
There will be among other things workshops, lectures, talks, a seminar, networkmeetings, exchange and performances on various locations. The project also takes place in Amsterdam and Gouda. Components of ICAP are also the performance festival Creatures in the City of Jeroen Bosch – II with a component of The Sisterhood of Swan.

Performers participate in ICAP with an autonomous performance based on the theme Instant Material to Create Art and/or participate at the Creatures festival where performers are inspired by the creatures in the paintings of Jheronimus Bosch.

Are you interested in participating? Send us before February 20th your CV and a DVD of some of your perfomances up till now. The sooner we get your material the more chance we have to get funding. The number of participants is limited to 100 artists. Everything will be a fact as soon as we have received the funds to realise this project. Our aim is to arrange accomodation and breakfast for the artists and to be able to pay the artists a fee.

Links to similar projects and information about ICAP.
http://www.artots.nl/artots.com/workshop0910E.html
http://www.artots.nl/artots.com/ICAP2010E.html
http://www.artots.nl/artots.com/creatures.htm

We would also appreciate you spreading the news about the conference further to people who can contribute to lectures, talks, seminar, networkmeetings and performances, also to possible participants of performance workshops.

PS
Note for artists who already join the festival, please send in an update of your documentation. More informations about workshops wil follow in due time.

Please note that after receiving your presentation material we will be able to make a selection and we will inform you before the end of February.

Best regards,
Isidoor W. Wens
…………………………………………..
ARTOTS Melkfabriek
Guldenvliesstraat 4 H
5211 AM ‘s-Hertogenbosch
The Netherlands
+31 (0)73 613 97 20
info(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)artots.nl
http://www.artots.nl


Fecha
8 febrero 2010

Evento
Hola, tinc el gust de compartir aquest enllaç de la pàgina de l’exposició Tabakalera suena, de Donostia. En aquesta web es fa públic el meu tema: Tabakalera suena Bronwyn en Donosti. Espero que sigui del teu gust:

http://tabakalera.eu/tabakalera-soinutan/index.php?op=multimedia&show=audios

Hola, tengo el gusto de compartir este enlace de la página de la exposición Tabakalera suena, de San Sebastián. En esta página se hace público un tema sonoro grabado e interpretado por mí, entre otras voces, en las instalaciones de la Tabakalera de Donosti. Mezclas y edición de la composición sonora en colaboración con Jorge Persiva. Gracias a la ayuda y las instalaciones del centro de Creación Arteleku, a la Universidad del País Vasco, al comisario de la exposición Xabier Erkizia y a los artistas, y en especial a Arteleku.

http://tabakalera.eu/tabakalera-soinutan/index.php?op=multimedia&show=audios

Fitxa:

Tabakalera suena Bronwyn en Donosti

3’57”

Interpretación libre del poema Bronwyn de Juan-Eduardo Cirlot
Autora: Magda Guillén
Lugar de grabación: Tabakalera de Donostia. Instalaciones sonoras de la exposición: Tabakalera suena, comisariada por Xabier Erkizia
Edición: Agosto de 2009 en el centro de creación Arteleku de Donostia, por Magda Guillén, dentro del taller NO DIAL.
Voces: JOSÉ IGES, CONCHA JEREZ, MIGUEL ÁLVAREZ-FERNÁNDEZ, MAGDA GUILLÉN
La publicación de esta pieza en esta web es cortesía de la propia autora.

Saludos,
Magda Guillén


Fecha
8 febrero 2010

Evento
Ya esta terminado el nº 2 de la revista Poe+

Atención para quienes tienen blog’s con creaciones poéticas, librerías, WEB’S literarias, revistas literarias y editoriales: El número 2 de la revista Poe + está ya terminado y va a llevar publicidad gratuita únicamente de editoriales, librerías, revistas literarias e, incluso blog’s literarios claramente con contenidos poéticos. ¿Nos podéis mandar vuestro logo en formato cuadrado, de 5×5 cms, JPG y una resolución de 400 DPI. Convendría que el logo que mandéis incluya la dire URL de enlace vuestro. La dire de correo es brunojordan1(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)yahoo.es La dire donde puedes descargar el número 2 de Poe + en formato PDF es
http://cid-3c807d7f687c0829.skydrive.live.com/self.aspx/Revistas%20en%20formato%20PDF/Poe%20+%20%20N%c2%ba%202%20contenidos%20terminados.pdf
Sí la reenvías a quienes queráis y solicitáis que hagan lo mismo o que, incluso, se animen a colaborar enviando creaciones de contenido poético (texto, fotografía, diseño digital, pintura…) a la dire brunojordan1(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)yahoo.es, mejor que mejor.


Fecha
7 febrero 2010

Evento
El Centro de Creación Experimental se creó con el fin de aglutinar las diferentes actividades que se han ido generando desde 1989 en torno a la asignatura Otros Comportamientos Artísticos que se imparte en la Facultad de Bellas Artes de Cuenca.

Desde un principio nuestro objetivo fundamental ha sido la difusión de la obra de artistas que han formado parte de la vanguardia de este siglo y de los que en la actualidad siguen fieles a estos principios de ruptura y de organización de nuevos espacios de creación. Así mismo ha sido un lugar abierto a los alumnos interesados en desarrollar su trabajo de investigación.Durante estos años esta actividad se ha realizado a través del Taller de Ediciones y el Taller de Sonido.Nuestro propósito es continuar nuestra línea de investigación estableciendo un lugar en el que se nos permita inventar y crear.

Dirección Postal: Facultad de Bellas Artes, Camino del Pozuelo s/n, 16002 Cuenca (España).

Fax: 34 969 17 91 02, Tel: 34 969 17 91 00

cdce(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)art-cu.uclm.es

Director: José Antonio Sarmiento.


Fecha
7 febrero 2010

Evento
INFORMA ROBERTO FARONA
Fonda y charla en Hoyos
Es enriquecedor encontrarse siempre con los amigos tras una cierta ausencia para corroborar nuestra amistad y lustrarla con nuevos aires y nuevos amigos que vienen a sumarse en nuestra senda. Invitado por Casilda Pérez me he adentrado en la Alta Extremadura para dar una charla sobre poesía experimental en el Centro de Profesores y Recursos de Hoyos en el foro del curso Arte en las aulas que se desarrollará hasta fines de febrero en aquella sede.

VER COMENTARIO COMPLETO EN
http://www.galvanoplastias.blogspot.com/


Fecha
2 febrero 2010

Evento
A partir del dimarts 2 de febrer, cada dimarts poesia a l’Antic Teatre de Barcelona!

O’Poesia

Programació regular de poesia a l’Antic Teatre (Barcelona)
http://www.anticteatre.com

O’Poesia

Obrim un nou espai permanent per a la poesia a Barcelona. A partir del mes de febrer, l’Antic Teatre acollirà cada dimarts una programació estable de poesia organitzada conjuntament per Usted es un colectivo i propost.org. Us hi esperem!

La programació de febrer és la següent:

Dimarts 2 de febrer: Pau Riba, Juan Crek, Pere Sousa, Josep Ramon Roig

Dimarts 9 de febrer: Enric Casasses, Gerard Horta, Blanca Llum, Carles Hac Mor

Dimarts 16 i 23 de febrer: Bradien + Eduard Escoffet (www.myspace.com/eebn)

Cada dimarts a les 21h a l’Antic Teatre

Verdaguer i Callís, 12

Barcelona

Metro Urquinaona L1/L4

http://www.anticteatre.com

Entrada: 6 eur / 5 eur socis Antic Teatre

Organitzen: Antic Teatre, Usted es un colectivo i projectes poètics sense títol – propost.org


Fecha
2 febrero 2010

Evento
Estimado Antonio Gómez

Me pongo en contacto contigo para informarte de que la exposición “Escrituras en libertad”, tras su paso por la Fundación Antonio Pérez de Cuenca (del 5 de febrero al 21 de marzo), continuará su itinerancia en 2010 por los siguientes centros del Instituto Cervantes:

Moscú: del 21 de abril al 30 de mayo
Berlín: del 10 de junio al 27 de agosto
Lisboa: del 1 de octubre al 29 de noviembre
Sao Paulo: del 1 al 31 de diciembre

Desde el Instituto Cervantes queremos reiterar nuestro agradecimiento por el interés mostrado y el apoyo que has brindado a este proyecto.

Saludos cordiales,

María

Departamento de Actividades Culturales

Instituto Cervantes


Fecha
2 febrero 2009

Evento
INDICE DE LA REVISTA
EN SENTIDO FIGURADO FEBRERO 2009
ÍNDICE

1 Aprendiendo a mirar (especial)
Emilia Oliva y Puerto Gómez Corredera
2 REMES: Un proyecto hecho realidad (especial)
Luis E. Prieto
3 Letras pequeñas (especial sobre Haití)
Vilma Reyes Díaz
4 La sombra del tiempo (especial Pie de foto)
José Gutiérrez-Llama
5 Belén (microrrelato)
Lourdes Aso
6 Casi como en las películas (microrrelato)
Pedro Herrero
7 Derechos de autor (microrrelato)
José Gutiérrez-Llama
8 El paraíso de Borges (microrrelato)
Ana Isabel Alvea Sánchez
9 En el parque de atracciones (microrrelato)
Víctor Manuel Jiménez Andrada
10 Marido y mujer, con niño (microrrelato)
Emilia Oliva
11 No estoy muerto (microrrelato)
Feldkhon Armond
12 Olor a guerra (microrrelato)
Mariela Loza Nieto
13 La pata de conejo (cuento)
Anabel Cornago
14 Cuestión de fe (cuento)
Esperanza García Guerrero
15 Hijo del África (cuento)
Mario Aracena
16 El miedo en el Siglo XXI (ensayo)
Esperanza García Guerrero
17 Schopenhauer: música y filosofía (ensayo)
Lucía Ruiz Bernal
18 Lilith (ensayo)
Ana Isabel Alvea Sánchez
19 Todavía es posible la esperanza (ensayo)
José Manuel Solá
20 Réquiem para una nostálgica despedida de amor (ensayo)
Mario Aracena
21 Sobre ella, refritos y tostones (ensayo)
Susana Rivera
22 Infinitivos (poema)
María Fernanda Trujillo
23 Piedras (poema objeto)
Bartolomé Ferrando
24 Sin título (poema)
Enrique Sánchez Sotelo
25 Sinalética do soneto ecológico (poema visual)
Fernando Aguiar
26 Sin título (poema)
Luis Serrano
27 Utopía (poema visual)
Juan Crego
28 Haikus
Maikel Luis Nieves Cruz
29 Razón (poema visual)
Sergi Quiñonero
30 Escarbando hojas secas (poema)
Jairo Araya Barrantes
31 Eclipse (poema visual)
José Blanco
32 Envés (poema)
Ángel González González
33 Cine desde el diván (sección)
Carlos Hidalgo Villalba
34 Letras pequeñas (sección)
Vilma Reyes Díaz
35 Para escribir mejor (sección) – Emilia Oliva
Lo que sé de Crisóstomo – José Blanco
36 Traducciones (sección) – Elisa Luengo
Quando os girassóis amanhecem – Maria do Sameiro Barroso
37 Pie de foto (sección)
Josep Vilaplana
38 Video-creación (sección)
Maria Jesús Manzanares
39 José Blanco da forma al caos (reseña literaria)
Marisa Gutiérrez Cabriada
40 Camino de la consolidación (reseña literaria)
Enrique García Fuentes
41 Dese al digesto poeta nacional (reseña literaria)
Alejandro Méndez Casariego
42 Un viaje por el tiempo (reseña literaria)
Elías Moro Cuéllar
43 Las buenas nuevas (sección)
José Gutiérrez-Llama
44 Galeria Fotográfica
Muestra Fotográfica de Zoe López
45 Galería de Arte
Muestra pictórica de Erik
46 Galería de Imagen
Comunicación e incomunicación
47 Galería de Audio
Concerto in C minor for cello, strings and basso continuo – Yo-Yo Ma


Fecha
1 febrero 2010

Evento
Hasta el 18 de febrero se puede visitar la exposición SALÓN DE BELLEZA, EDICIONES DE LA REVISTA LA MÁS BELLA inaugurada el pasado jueves 21 en la Galería Otrascosas de Villarrosás (Barcelona). La exposición reúne una amplia selección de ediciones de la revista La Más Bella, aderezadas con la presencia de una máquina BolaBellamátic.
Galería Otrascosas de Villarrosás. Vía Laietana 64 Principal. Barcelona.
Más info en www.otrascosasdevillarrosas.com
Pincha en la proyección a continuación para ver más imágenes del evento, que ha sido posible gracias a la iniciativa de Maite Felices y el estupendo trabajo de Marc Morro unido a la hospitalidad de la Galería Otrascosas de Villarrosás.


Fecha
1 febero 2010

Evento
Proyecto art.es nº 15: Clemens Krauss, compuesto esta vez por dos obras: 8 cuerpos entre 21 cuerpos (cristal, óleo, técnica mixta) y De la serie El Problema Cuerpo-cuerpo (óleo sobre lienzo). Portada y 12 páginas interiores. Como siempre, en exclusiva para la revista (los originales son propiedad de la Colección art.es). Con la colaboración de la galería DNA (Berlín, www.dna-galerie.de). Introducción: El rostro es político (Julia Höner).

• Reflexión: – Acerca de la excepción cultural (dirigido por José Jiménez):

* Canton Calling (el metabolismo y más allá): una trienal entre lo local y lo global, o la “mondialité” de Edouard Glissant y el mundo de las exposiciones (Hans Ulrich Obrist).

– Un ballo in maschera / Baile de máscaras (Javier Panera).

• Media Art: – La conservación de los píxeles (entrevista con Johannes Gfeller) (Marco Nascimento).

• Arte_Off_Art. (Nilo Casares y Ximo Lizana).

• Cine: – El silencio de los cineastas. Sobre aquellos que, de un modo u otro, dejaron de hacer cine (Rubén Hernández).

• Entrevista: – Pack, una galería con prácticas y criterios propios de un museo (entrevista con Giampaolo Abbondio) (Gianluca Marziani).

– A pesar del dolor, la vida continúa (conversación con Elena del Rivero) (Fernando Galán).

• Obra_y_Palabra: – Víctor D. Cartagena (El Salvador / USA).

– Carlo Zanni (Italia).

– Alice Wingwall (USA).

• ¿Qué pasa en… Seúl (el “papel” de la evolución sostenida)? (Fernando Galán).

• Talleres: – La ciudad como taller (experiencias de talleres fotográficos en África) (Santiago B. Olmo).

• Arte & Boka: – Comerse cada instante (una entrevista con Rirkrit Tiravanija) (Brian Curtin).

Además, crónicas de los corresponsales sobre Exposiciones y la sección de Libros. Durante 2006 art.es participa en 22 ferias de arte, asistiendo por primera vez a las de Pekín, Moscú, Viena, DIVA-Nueva York,Toronto, Buenos Aires, Balelatina (Basilea) y Sao Paulo. art.es es Revista Asociada oficial de Art Forum Berlin. (www.art-forum-berlin.com) y de LOOP (www.loop-barcelona.com)


Fecha
1 febero 2010

Evento
EMERGENZA ARTE CONCEPT SINTETICO
Il progetto vuole proporre una manifestazione che esplori tutte le forme di arte contemporanea, anche espressioni di sperimentazione
artistica che sono ancora relegate ad un ristretto ambito di fruitori.
L’intento primario è quello di creare un percorso a forte impatto sociale, capace di veicolare stimoli energici, che possa essere ripetuto
ciclicamente a cadenza annuale.
Da qui l’idea del “festival”: evento da attendere, evento che muova interesse verso l’arte e la cultura in generale.
Che muova abitudine.
Abitudine all’Arte.
CONTEMPORARY ART FESTIVAL/VILLA FARSETTI intend to explore all contemporary art expressions, as well as experimental ones.
That’s in order to create an event that stimulate the new languages and that get used to Art.
EMERGENZAarte WHO:
1.edizione di / 1.edition of Contemporary Art Festival/Villa Farsetti.
EMERGENZAarte WHY:
perché l’Arte deve emergere, perché l’Arte è in una situazione di emergenza.
because Art must emerge, because the emergency of Art


Fecha
30 enero 2010

Evento
Una muestra reúne numerosas obras del polifacético artista José-Miguel Ullán

Por Agencia EFE –

Barcelona, 29 ene (EFE).- Manuscritos, poesías, objetos personales y libros, como “Anular” de doce metros de extensión y con grabados de Tapies, forman la exposición “José-Miguel Ullán: visto y no visto” dedicada a este polifacético artista que cultivó desde la poesía al periodismo y que también fue presentador de televisión.

La exposición, que se puede visitar hasta el 20 de marzo en el Centro Cultural de la Fundación Círculo de Lectores, coincide con la aparición de “Esencia y hermosura”, una antología de textos de María Zambrano preparada por Ullán y en la que estuvo trabajando hasta su muerte en mayo de 2009.

Zambrano fue una de primeras personas en reconocer su condición de gran poeta y ya en 1989 escribió que sobre él que “algún día se sabrá. Yo lo he sabido a su debido tiempo”.

El ex ministro de Cultura Cesar Antonio Molina, que ha presentado hoy la muestra, ha definido a Ullán como “una persona culta de la izquierda tranquila y apacible”, “un ensayista y creador” y “una persona inteligente, impulsiva, culta, atenta y llena de ideas e imaginación al que le gustaba hacer las cosas hasta el final”.

Al glosar su figura ha recordado la importancia que tuvo en la creación del suplemento cultural “Culturas” de Diario-16 y que pocos poetas han tenido la capacidad para jugar con la lengua como lo hizo Ullán.

“Visto y no visto” abunda en el mundo de ilusiones ópticas, de presencias y ausencias, de revelación y enigma de este artista, en un recorrido que ilumina a un Ullán que se resiste a ser etiquetado y que mantiene en sombra, apenas sugeridas, zonas frecuentemente inexploradas.

Dividida en dos salas, la exposición traza un completo mapa de los mundos de José-Miguel Ullán. En una están sus trabajos con artistas, entre los que cabe destacar el libro “Anular”, con grabados de Tapies, que puede verse, por primera vez completamente desplegado, así como sus agrafismos, tintas, papeles, recortes e intervenciones, a medio camino entre el arte y la poesía visual.

La otra sala muestra algunas de sus primeras ediciones, además de manuscritos de algunos de sus poemas, una selección de sus aportaciones poéticas en el campo de la poesía evidente, y objetos personales como bolas de cristal, piedras, máscaras o conchas, de los que gustaba rodearse.

Poeta, periodista y agitador cultural, José-Miguel Ullán está considerado como una de las voces más singulares de la cultura española, que desarrolló su tarea en múltiples campos y que trabajó como editor, comisario de exposiciones, guionista, presentador de televisión y también de artista e ilustrador.

También se podrán ver obras realizadas por Ullán con grandes artistas como Vicente Rojo, Joan Miró, Eduardo Chillida, Antonio Saura y Pablo Palazuelo, entre otros, y sus Agrafismos, creaciones a medio camino entre el arte y la poesía visual.

Nacido en Villarino de los Aires (Salamanca) en 1944, su primer recorrido biográfico transita entre Salamanca y Madrid, y un temprano exilio parisino que le puso en contacto con algunas de las figuras más relevantes de la vida cultural del momento.

A finales de los años 70 regresa a España en donde desarrolla una intensa, original y muy personal labor cultural, según se ha destacado hoy.

Fue subdirector de Diario 16, articulista de El País, colaborador de Radio Nacional de España y Televisión Española y creador de la colección de poesía de Cátedra.

En la muestra se pueden ver, además, medio centenar de fotografías del artista con los grandes personajes con los que mantuvo relación y entre ellas de Sara Montiel, de quien siempre dijo que fue la primera mujer que vio desnuda, en casa de un amigo cuyo padre era productor de cine, mientras se bañaba sin ropa en la piscina.

© EFE 2010. Está expresamente prohibida la redistribución y la redifusión de todo o parte de los contenidos de los servicios de Efe, sin previo y expreso consentimiento de la Agencia EFE S.A.

Ullán, exposición en Barcelona

29 enero 2010 09:17
A partir del sábado, cuando se inaugura, y hasta el 20 de marzo se celebrará en el Centro Cultural de Círculo de Lectores (Consell de Cent, 323, 08007 Barcelona) la exposición José Miguel Ullán. Visto y no visto.

José Miguel Ullán era amigo mío. Y además era un grandísimo poeta; y no es que lo diga yo solo: “Vi que era ese poeta único que hay, de tarde en tarde, en cada país”, escribió de él María Zambrano en 1989. “Algún día se sabrá… Yo lo he sabido a su debido tiempo”. Y Julio Cortázar:

Dentro de una producción en la que suelen hacerse sentir demasiado las influencias y las corrientes a la moda, la poesía de José-Miguel Ullán se aparta resueltamente de lo trillado, incluso a riesgo de sorprender o escandalizar, y se sitúa en un nivel individual que le da su acento más profundo y valedero.

Una parte importante, juguetona y gozosa de su producción la constituyeron sus “libros de artista”: los que hizo con Tàpies (como los doce metros de Anular, arriba, ahora expuesto por vez primera), o con Vicente Rojo (Tardes de lluvia, abajo), José Luis Cuevas, Enrique Brinkmann o Antonio Saura.

Todos ellos estarán expuestos en el Centro del Círculo, junto con sus creaciones gráficas (irónicamente llamadas agrafismos), manuscritos, obras, cosas..


Fecha
30 enero 2010

Evento
Ullán, exposición en Barcelona

29 enero 2010 09:17
A partir del sábado, cuando se inaugura, y hasta el 20 de marzo se celebrará en el Centro Cultural de Círculo de Lectores (Consell de Cent, 323, 08007 Barcelona) la exposición José Miguel Ullán. Visto y no visto.

José Miguel Ullán era amigo mío. Y además era un grandísimo poeta; y no es que lo diga yo solo: “Vi que era ese poeta único que hay, de tarde en tarde, en cada país”, escribió de él María Zambrano en 1989. “Algún día se sabrá… Yo lo he sabido a su debido tiempo”. Y Julio Cortázar:

Dentro de una producción en la que suelen hacerse sentir demasiado las influencias y las corrientes a la moda, la poesía de José-Miguel Ullán se aparta resueltamente de lo trillado, incluso a riesgo de sorprender o escandalizar, y se sitúa en un nivel individual que le da su acento más profundo y valedero.

Una parte importante, juguetona y gozosa de su producción la constituyeron sus “libros de artista”: los que hizo con Tàpies (como los doce metros de Anular, arriba, ahora expuesto por vez primera), o con Vicente Rojo (Tardes de lluvia, abajo), José Luis Cuevas, Enrique Brinkmann o Antonio Saura.

Todos ellos estarán expuestos en el Centro del Círculo, junto con sus creaciones gráficas (irónicamente llamadas agrafismos), manuscritos, obras, cosas..


Fecha
30 enero 2010

Evento
VICTORIA PINEDA
UNIVERSIDAD DE EXTREMADURA

El signo indica un enlace con un texto o una
1.- El texto poético y sus componentes visuales

Toda lectura de un texto parte necesariamente de su percepción visual por parte del lector. En el caso de la poesía este hecho adquiere una relevancia fundamental. El aspecto físico de la página, la distribución de los poemas, el tamaño de la caja, la disposición de las estrofas, la longitud de los versos, el sangrado, el espaciado, la puntuación, la tipografía, predisponen al lector a enfrentarse al texto con unas expectativas determinadas. Incluso si no se conoce el idioma en que está escrito un poema, es posible aventurar conclusiones basadas únicamente en los componentes visuales del texto: densidad y lentitud si abundan los versos largos o si el poema no está dividido en estrofas; ligereza si se trata de líneas más cortas; armonía, equilibrio, vaivén, circularidad, caos, disgregación, etcétera. Cualquier lector de mediana competencia —por usar el término de Culler— que abra un libro de poemas y se encuentre con un soneto pondrá en marcha un horizonte de expectativas configurado por la evocación de formas clásicas, por un cierto sentido de la armonía, por unos ritmos precisos, incluso por determinados temas, tópicos o recursos literarios, y, por supuesto, por toda la red de textos que sustentan la tradición del género y frente a los cuales se lee el poema.(1)

Más allá de los componentes puramente tipográficos, la poesía tradicional se ha servido de otros recursos que dotan a los textos de la capacidad de traer a primer plano aquellos recursos gráficos que demanda el significado del poema en cuestión. El uso de los blancos o pausas y, relacionado con ellos, el encabalgamiento, son los más importantes. Si aceptamos que la división del material poético en líneas de verso es inherente a la poesía (no hacerlo significaría explicar el género en términos de contenido casi exclusivamente), tendremos que entender los blancos —equivalentes gráficos de las pausas fónicas— como componentes estructurales del poema. Durante siglos, poetas de todas las tradiciones han rentabilizado esta virtualidad de la poesía, privilegiando el final de verso —o de estrofa— como el lugar más apropiado para múltiples formas de extrañamiento.

Con la llegada del verso libre se multiplican las posibilidades de estos recursos, dada la maleabilidad de las nuevas formas, que escapan a las limitaciones métricas tradicionales. La mayor innovación formal del versolibrismo consistirá en la «liberación» de la poesía a través de la manipulación de sus componentes métricos y gráficos. Al no obedecer la distribución de los blancos a un patrón fijo, se realza el significado de la pausa. Los encabalgamientos, así, resultan cruciales —más que nunca— para expresar esa tensión entre la continuidad y la fragmentación, propia del verso. Cuando además la rima ha desaparecido, y por consiguiente el lector no anticipa esa forma de ritmo al final del verso, el encabalgamiento adquiere una inmensa fuerza. La distancia en tiempo y en espacio, la altura y la profundidad, la disgregación, la separación, la quiebra, el vacío, la inmensidad, el infinito, el movimiento, el zigzag, la blancura, los objetos cortantes o puntiagudos, son algunos de los valores asociados gráficamente al encabalgamiento. En el poema versolibrista «Después de la muerte de Jaime Gil de Biedma», de Jaime Gil de Biedma, se leen estos versos: «el infierno de meses / y meses de agonía», como aposición explicativa del término «invierno», último vocablo del verso anterior a éstos. A la clara asociación fónica y en este caso semántica de los dos parónimos, «infierno» e «invierno», se une la tensión alargadora de la pausa, que separa la locución habitual «meses y meses», contribuyendo así a sugerir gráficamente la duración del tiempo evocado, y sumando a los significados individuales de «infierno de meses», por un lado, y de «meses de agonía», por otro, el sentido conjunto de «el infierno de meses y meses de agonía».(2)

Uno de los ejemplos de encabalgamiento más conocidos en la poesía del siglo XX quizá sea el de las líneas que abren The Waste Land:

April is the cruellest month, breeding
Lilacs out of the dead land, mixing
Memory and desire, stirring
Dull roots with spring rain.
Winter kept us warm, covering
Earth in forgetful snow, feeding
A little life with dried tubers.

[Abril es el mes más cruel, engendra
lilas de la tierra muerta, mezcla
la memoria y el deseo, despierta
las apagadas raíces con la lluvia primaveral.
El invierno nos mantiene calientes, cubre
la tierra de descuidada nieve, alimenta
una vida minúscula con secos tubérculos.]

La sintaxis pide que la pausa se produzca después de las comas, es decir, antes de breeding, mixing, stirring, covering y feeding. La ruptura establecida después de los gerundios, expresada gráficamente por un blanco y el consiguiente encabalgamiento, contribuye a lo que Richard Bradford ha denominado «el complejo efecto del progreso y la vacilación», y a la densidad temática y rítmica del pasaje (Bradford 1993: 158).(3) Los ejemplos son, por supuesto, innumerables.(4) Baste citar uno más, el poema de Frank O’Hara «Por qué no soy pintor» , donde la continuidad de los procesos creativos en pintura y poesía, y la semejanza entre ambos, se expresan con continuos encabalgamientos, com el lector tiene la ocasión de comprobar a lo largo del texto siguiendo esta serie de ejemplos separados por una doble barra:

… Mike Goldberg / is starting a painting… // … he / says… // … I look / up… // … days go by / and I drop in… //… The painting / is going on… // … the days / go by… // … The painting / is finished… // … just / letters… //… thinking of / a color… // … a line / about… // … it is a / whole page… // … of / words… //… even in / prose… //… My poem / is finished… // … I call / it… .

Un recurso poético específicamente visual es el que constituye la llamada eye rhyme («rima visual»), consistente en la identificación de palabras que «riman» a la vista, pero no al oído (rough, through, though). El uso de este artificio apunta precisamente a una concepción del poema como objeto que se percibe fundamentalmente a través de la vista, y así aparece en los diferentes tipos de poesía que pretenden favorecer este aspecto por encima de todo, como, por ejemplo, la poesía concreta (Hollander 1985). El recurso no es infrecuente en la poesía románica desde sus orígenes. La Divina Commedia ofrece varios ejemplos de la llamada rima per l’occhio, agrupando palabras que sólo «riman» visualmente, y que por lo general presentan una distribución acentual diferente: «…con grand’urli / … / … e poscia pur lì» (Inferno, VII.26-28); «… quelli spirti pii / … Beatrice: ‘Dì dì / … come a dii’» (Paradiso, VI.121-123).(5)

Cuando éstos y otros elementos visuales del poema pasan a primer plano y se convierten en componentes esenciales del mismo, de tal manera que si desaparecieran o se modificaran, el texto se haría ininteligible o simplemente desaparecería, es cuando podemos hablar de «poesía visual» propiamente dicha. La sección que sigue ofrece un acercamiento a las características principales del género, así como a su historia y distintas manifestaciones.

2.- Historia y tipología de la poesía visual

La poesía visual, por tanto, depende en alto grado de la apariencia física del texto, que es no sólo su soporte sino su misma razón de ser (Bohn 1986: 5). A diferencia de otros géneros digamos «tradicionales», de base fundamentalmente oral, los visuales no son textos que puedan ser simplemente escuchados por el receptor, que de esta manera nunca llegaría a captar su naturaleza. Es un género donde priman los aspectos gráficos y que en ocasiones incorpora imágenes u otros elementos visuales junto con los signos lingüísticos o incluso en lugar de ellos. Según la clasificación establecida por Eleanor Berry (1993), estos poemas pueden presentarse en forma figurativa o no figurativa. A su vez, los poemas figurativos pueden ser miméticos o abstractos; los no figurativos, isométricos o heterométricos. Los poemas figurativos son, naturalmente, aquellos que representan «figuras», bien de los objetos a que se refiere el poema (un altar, una botella, un corazón: poemas figurativos miméticos), o bien de formas geométricas (un rombo, una pirámide: poemas figurativos abstractos). Por su parte, los poemas no figurativos disponen las líneas de verso sin el recurso a formas de figuras, como en los ejemplos citados de Gil de Biedma, Eliot y O’Hara (si la medida de los versos es siempre la misma serán poemas isométricos; si es distinta, heterométricos).(6)

Existen manifestaciones de poesía visual en todas las literaturas desde la Antigüedad. Por lo que respecta a la tradición occidental, sería posible trazar diferentes tendencias o etapas, según las modificaciones que el género ha experimentado a lo largo del tiempo. Grosso modo, serían éstas: 1) una primera época, la más larga de todas, que iría desde los comienzos de la tradición hasta aproximadamente principios del XVIII, en la que predominan los llamados «poemas de figuras»; 2) un segundo momento que comienza a finales del XIX con la experimentación gráfica de Una jugada de dados de Mallarmé y que continúa con los caligramas de Apollinaire; 3) una tercera corriente, impulsada por las innovaciones vanguardistas del XX, sobre todo el futurismo, el letrismo, el imaginismo y los experimentos del verso libre; y 4) las manifestaciones del género desarrolladas a partir de los años cincuenta y sesenta del siglo XX y conocidas como «poesía concreta». A éstas podrían añadirse otras modalidades posteriores, como la poesía semiótica y la nueva poesía cibernética. Veamos los rasgos diferenciadores de cada una.
ARTICULO COMPLETO EN
http://www.saltana.org/1/docar/0437.html


Fecha
30 enero 2010

Evento
SAMSARA I, II, III Y OTROS TRABAJOS Juan Alcón Alegre, miércoles 3 de febrero a las 19,30 horas.
Este próximo miércoles presentamos diferentes obras de Juan Alcón que el propio artista ha seleccionado. Su creación se relaciona desde 1998 con la poesía visual, como autor de proyectos gráficos y audiovisuales presentados en diversas muestras y encuentros de arte, exposiciones de mail art y festivales de video creación. Ha recibido algunas menciones por su trabajo (mención a la experimentación en el 31 Festival de Cine de Alcalá de Henares “ALCINE” en Madrid, 2001, y mención especial en el VII Festival Mundial do Minuto, Agencia Observatorio, Sao Paulo, Brasil, 1998)
Ha colaborado recientemente en diversos proyectos de creación colectiva con LHFA (Drawing Gibraltar, proyecto de dibujo expandido 2007, Acciones interpretadas por videocreadores 2006, y Explorando Usera 2008, dentro del programa de Madrid Abierto) y en publicaciones multidisciplinares como La Bolsa, La Mas Bella y Plages


Fecha
29 enero 2010

Evento
BELLAMATAMÁTIC
Programa 4 de BELLAMATAMÁTIC en MATADERO MADRID.

CUÁNDO:
VIERNES 29 de ENERO a las 20:00 horas.

DÓNDE:
MATADERO MADRID (Paseo de la Chopera 14, Metro Legazpi)

QUÉ:
· BELLAMATAMÁTIC pone a la venta una nueva selección de ediciones bajo el lema DESDIBUJADOS*.
· BELLAMATAMÁTIC cambia su aspecto exterior gracias a la intervención del artista cordobés Miguel Ángel Moreno.
(http://miguelangelmorenocarretero.blogspot.com)
· La presentación cuenta con la performance-concierto del artista valenciano Boke Bazán (www.bokebazan.com).
· LA MÁS BELLA ofrece a los asistentes bocadillos de mortadela y de queso, regados con porrones de cerveza.

BELLAMATAMÁTIC es una máquina expendedora automática permanentemente instalada en el hall de MATADERO MADRID que cambia regularmente sus contenidos en virtud de programas temáticos propuestos por LA MÁS BELLA. El Programa 4, que se desarrolla entre enero y junio de 2010, contiene ediciones seleccionadas bajo el lema *DESDIBUJADOS. Los productos a la venta son ediciones de cómic e historieta vistas desde el prisma del arte contemporáneo: artistas cuyo trabajo utiliza el cómic pero no son considerados historietistas, o historietistas que han llevado las viñetas por derroteros que se escapan a los circuitos tradicionales de las mismas. BELLAMATAMÁTIC pone además a la venta una selección de libros y catálogos editados por MATADERO MADRID.

LA MÁS BELLA
Diego Ortiz + Pepe Murciego

LA MÁS BELLA
Proyectos de acción y experimentación editorial
info(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)lamasbella.org
www.lamasbella.org
Publicado por centro de poesia visual en 11:00 0 comentarios
Etiquetas: bellamatamatic


Fecha
28 enero 2010

Evento
Será el penúltimo Ven y Vino… porque el amor se transforma. Bsñsrsñsnvrnls, Yoli

YOLANDA PÉREZ HERRERAS
Costa Brava, 18
28034 Madrid

34 91 734 35 29 / 34 626 488 390

El viernes 29 de Enero

a las 20.45 horas

el colectivo YEA!

convoca en elmonodelatinta

A CANE MUTO ET AQUA SILENTE CAVE TIBI
POESÍA

TRIPITAS DE REFRESCO Yolanda Pérez Herreras

para que luego no digan

me arrodillo / me confieso / me hago pecadora / expío mis culpas / me arrodillo.

ME COMO EL PAN.
ARTE DE ACCIÓN

HASTIADA Georgina Marcelino

Actuar rebeldemente, revelarme a lo establecido, jugar con las reglas, burlarme de lo que me rodea.

Decir MuCHo al decir NADA.

EGO Natacha Avelino

En una sociedad que se interesa más por la imagen que por la persona, me transformo en el EGO.

Me convierto en foco de atención y centro de mi vida.
“Hay que ser incansables. Nunca habrá demasiado arte ni demasiada poesía.

A veces como tormenta que nos empape y nos espabile, y a veces como lluvia fina que nos vaya calando y nos estimule”

es la única guía que contemplamos, porque como dicen unos versos de la poeta Amelia Peco Roncero

“…se me olvidó, que la risa, el amor, y los besos, son asuntos de todos los días, no de días sueltos…”

elmonodelatinta C/ Cava Alta 15 913659261 metro (Latina, Tirso de Molina, Sol) bus (35, 23, 17, 18, 26, 32, 60, 65)


Fecha
28 enero 2010

Evento
Viernes 29 de enero a les 22 h
Kabaret Obert – entrada libre
La PAPA
Carrer Tapioles, 12 baix – 08004 Barcelona (Poble Sec)
Horaris: dimarts a dijous de 19 h a 23.45 / divendres i dissabte de 19 h a 01.45 h
: Paral•lel (L2 – L3) / Poble Sec (L3) – Bus: 20 – 24 – 57 – 64 – 157 – N0 – N6
www.lapapa.org

Dimarts 2 de febrer, a les 21h.
Antic Teatre (C/ Verdaguer i Callís 12. Al costat del Palau de la Música)
Recital de Pau Riba, Josep Ramon Roig, Pere Sousa i Juan Crek.


Fecha
27 enero 2010

Evento
El Avisador de Badajoz

Anda expuesta estos días en la Biblioteca de Extremadura una de las exposiciones mas atractivas e ingeniosas de las que puedan verse en Badajoz. Creatividad en estado puro. Se trata de una muestra de 34 obras en DIN A3, formato habitual en impresoras y fotocopiadoras, que nos acerca a lo cotidiano en escritura e imagen. Unidad en el formato que consigue, además, la coherencia individual y de conjunto. Trabajos todos ellos pertenecientes a 35 autores, titulada La poesía mas viva (Mirar + Ver = Leer). Exposición fresca y sugerente, inconformista y, hasta cierto punto, corrosiva. Sin duda, una de las mejores muestras de poesía experimental y visual que se han visto en Badajoz.

Una gozada pasear entre los expositores, disfrutando con las obras expuestas, con o sin título, utilizando con sabiduría el texto y la imagen, combinado todo con puzzles, collages y otras técnicas mixtas, aderezados con materiales de lo mas variopinto e insólito. Montajes que provocan la sonrisa en el espectador atento e invitan, cuanto menos, a la reflexión, pues enganchan y te interpelan siempre.

Y esta es la lista de los 35 principales, ordenados onomásticamente, según aparecen en el hermoso y menudo catálogo editado al efecto: Agustín Julián, Alejandro Gorafe, Ángela Argote, Ángela Galindo, Ángel Sanz Montero, Antonio Gómez, Antonio Orihuela, Carmen Ocaña, Carmen Peralto, Cesar Reglero, Consuelo Vallejo, Emilio Antón, Francisco Peralto, Francisco Aliseda, Gabriel Ramos, Juan Jesús Sanz, Jorge Aguilera, José Arrabal, José Blanco, Juan de Loxa, Javier Seco, Koke Vega, Luis Casablanca, Luis Costillo, Maribel L. Perea, Mika Murakami, Manuela Martínez Romero, Manuel Morego, Pedro Líndez, Pere Sousa, Rafael de Cózar, Rafael Peralto, Roberto Rivas, Sergi Quiñonero y Yolanda Pérez Herreras.

Cuánto poeta vivo por metro cuadrado, Señor, entre ellos, dos extremeñitos: Antonio Gómez y Luis Costillo. Eso sí, cada cual y cada cuala, con sus especiales características técnicas y artísticas, conformando un excelente muestrario del panorama poético-visual, a nivel nacional, por su riqueza plástica y expresiva.

Trabajos todos ellos procedentes de la conocida Galería Arrabal&Cía., de Granada, cuyos notas, Pepe Arrabal y Alejandro Gorafe, se dejaron ver la noche de la inauguración –el pasado día 15–, en unión del joven profesor sevillano, Fernando Guzmán Simón, uno de los mejores conocedores en España de este singular movimiento poético-artístico, que ilustró al personal en la presentación de la muestra.

Al final, fue repartido entre los asistentes el peculiar catálogo, como de bolsillo –La poesía mas viva (Mirar + Ver = Leer), Badajoz, Biblioteca de Extremadura, Indugrafic, 2009, 50 páginas (11,5 x 15 cm.), con 34 ilustraciones, un prólogo de Antonio Gómez y una introducción de Fernando Guzmán.

Por último, decir que la exposición –que recomiendo vivamente, en especial a los chavales de colegios e institutos de Badajoz y provincia–, se podrá visitar hasta el 20 de febrero –en que coge los bártulos y se larga con viento fresco a Mérida–, en el horario acostumbrado: de 9,30 a 13,30 y de 17,00 a 20,00 horas. ¡Ah!, y no olvidéis de agenciaros el catálogo. Si es que tengo que estar en todo, joé.

Blog de Pedro Montero
La poesía más viva, creatividad en estado puro
Por El Avisador – 27 de Enero, 2010, 0:35, Categoría: General


Fecha
27 Mayo 2009

Evento
Convocatoria
Euphorbia Pulcherrima Nº 2
Tema: Prohibido Prohibir
Técnica: Libre
Tamaño: 7 x 14 cm.
Soporte: Papel 80-100 gr/m2.
Nº de ejemplares: 55 – Originales o numerados
Tipo de convocatoria: de libre participación
Fecha límite de entrega: 11/4/2010
Editores: Baxeras / Quiñonero
Prohibido Prohibir es una edición única (ensamblada) y como continente se sirve de un
paquete de tabaco de liar. Cada participante recibirá un ejemplar por su colaboración; los
restantes serán distribuidos en centros de documentación de Poesía Visual, Fundaciones
y Museos de arte. Se presentará en los eventos artísticos Jardí Entença previstos para
finales de mayo del presente.
Enviar a:
Sergi Quiñonero
Masia Sagués. Ctra. Prades.
43440 VIMBODÍ-POBLET
(Tarragona)


Fecha
26 enero 2010

Evento
Revista KAFKA, nº7 por visualpoetry @ 24. ene 2010 –
Revista de Humanidades

http://www.revistakafka.com/

Dirigida por Alex Chico y Sergio Sastre

Nº7
Con colaboraciones de Manuel Simón Viola, Sergio Sastre, Segundo Tercero, Javier Morales Ortiz y Juan Manuel Macías.

En poesía, Sofía Castañón, Sergio Gaspar, David Vegue y Javier Pérez Walias.

En relato, Fernando Clemot, Francisco Rodríguez Criado, Juan Salido-Vico y Araceli Esteves Castro.

En artes plásticas, poemas visuales de Agustín Calvo Galán y grabados de Javiera Gaete.

La entrevista es a Javier Cercas.


Fecha
23 enero 2010

Evento
EN LOS OJOS DE LA POÉTICA

A minha 41ª exposição individual foi feita em Madrid, no Centro de Arte Moderno, uma galeria gerida pelo Raul Manrique e pelo Cláudio Pérez, também directores do Del Centro Editores, que se dedica a publicar livros de artista e outros com um carácter manual e sempre com tiragens reduzidas.

As obras que lá apresentei não são recentes e têm sido divulgadas neste blog, mas acontece que o convite para a exposição veio na sequência da organização do livro “IMAGINANDO LA POÉTICA”, precisamente com trabalhos dessa série.

De qualquer modo, existe uma certa autonomia entre a exposição e o livro porque, apesar de terem as mesmas características, existem trabalhos na exposição que não estão no livro e vice-versa.

Na inauguração, no dia 18 de Dezembro, sob o gélido frio de um princípio de noite em Madrid, eu e o Ángel Marcos, um actor e excelente intérprete de poesia, realizámos uma leitura de alguns dos meus poemas experimentais, uns em português, outros em castelhano. Infelizmente ainda não me chegaram as fotos dessa leitura. Mas ficam algumas da exposição, que está patente até ao dia 23 de Janeiro. FERNANDO AGUIAR


Fecha
22 enero 2010

Evento
Dear friend,
we are preparing an art exhibition at Museo Minimo in Napoli, Italy, from about February to March, 2010.
Title ARTBAHNKREUZ. We hope that exhibition becomes itinerant.
You are invited to participate with only one work, size A4, medium and technique free.
If you say yes or no, please inform me and send your work to Museo Minimo.
The entrance to the exhibition is only on the bases of the invitation that I made.
Send your work as soon as possible, but deadline to be received is January 30th, 2010.
send to:

Roberto Sanchez
Museo Minimo
via detta San Vincenzo, 3
(angolo via Leopardi, 47)
I-80125 NAPOLI
ITALIA

CIAO


Fecha
21 enero 2010

Evento
Jaume Parera
Barcelona, 1970..

Jaume Parera defineix el seu treball “sota la intenció de definir el cos humà com a un terreny fèrtil on poder mostrar totes les incapacitats, patiments i contradiccions de l’ésser humà”. Reprise és un projecte escènic programat dins el cicle 3 Processos de creació de La Porta, conduït per Sergi Faüstino, amb la col·laboració de La Poderosa, i la participació de La Caldera i l’Estruch. Nau Estruch mostra una exposició a l’entorn dels referents contextualitzadors d’aquesta obra escènica de Parera.

Laia Estruch
Barcelona, 1981.

Darrerament, els treballs de Laia Estruch fan referència a el com i de quina manera es l’artista pot relacionar amb els altres, forçant, o no, situacions concretes que només pot justificar la seva condició d’artista. “…No Es Diu Estrutx Senyoreta Es Diu Estruch, està clar…” es un work in progressque parteix de la premisa d’aconseguir trobar-se amb el músic Francesc Pi de la Serra per a que li expliqui la història de la cançó on cita el seu cognom.

Arxiu Aire
Barcelona, 1992.

Arxiu Aire es el fons documental de performance mes important de l’Estat Espanyol. Creat per Joan Casellas, L’Arxiu Aire troba en els medis impresos un dels millors camps de treball per promocionar l’art d’acció. Per incloure al màxim nombre d’artistes per il·lustrar els seus articles, Casellas va optar pel collage. Els “Collages” De L’Arxiu es una exposició d’aquestes fotocomposicions i un relat de la Història l’Art d’Acció aquests darrers vint anys.

Divendres, 22 de desembre de 2010 a les 19.00h.

INAGURACIÓ PRIMERA EXPOSICIÓ DE NAU ESTRUCH.
Nau Estruch, Espai per a les Pràctiques Performàtiques.
Fàbrica de Creació de les Arts En Viu L’Estruch, Sabadell.

Nau Estruch es un nou espai artístic especialitzat en les pràctiques performàtiques, dins de la Fàbrica de Creació de les Arts en Viu L’Estruch de Sabadell. Nau Estruch es l’únic centre d’investigació, producció i exhibició d’aquestes característiques a Catalunya I a l’Estat Espanyol. Exposicions, tallers d’investigació, residències de producció, performances o conferències formant part de la seva programació. Aquest divendres, Nau Estruch inagura la seva primera exposició amb Jaume Parera, Laia Estruch I Arxiu Aire..

19h. Inauguració exposició Jaume Parera, Laia Estruch, Arxiu Aire.

20h. Ponència a l’entorn de l’Arxiu Aire a càrrec de Joan Casellas.

21.30h. Espectacle Reprise de Jaume Parera, en col·laboració amb La Porta


Fecha
21 enero 2010

Evento
La asociación Mosayco Mediterráneo gracias al apoyo de la Oficina de la Capitalidad Cultural Córdoba 2016 del Ayuntamiento de Córdoba, tiene el gusto de invitarles a participar en el I concurso Internacional de Videopoemas, que tendrá lugar dentro del festival internacional de poesía Cosmopoética 2010. Se adjuntan las bases del concurso y se pone a disposición de cualquier consulta este mismo correo:video.poema(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)hotmail.com


Fecha
19 enero 2010

Evento
Nota de prensa y noticia de europa press
Fundación Segundo y Santiago Montes
Núñez de Arce, 9. Valladolid
sysmontes.webcindario.com

15 de enero de 2010, viernes, a las ocho de la tarde

Más de 26 años de Veneno

Con Francisco Aliseda, Julián Alonso, Luis Marigómez,
Francisco Sanz y Manuel sierra

En agosto de 1983 apareció en Palencia una revista poética. Era lo menos que podía ser algo con ese nombre: un folio doblado en cuatro partes, con elementos pictóricos. La revista se llamaba, se llama, Veneno. Ha cumplido ya 26 años y ha impreso 167 números, además de algunos Venenos especiales. De entonces acá hay un hilo de continuidad que ha hecho posible la vida del proyecto: Francisco Aliseda. Tiene otras características esenciales, la más importante: se regala. Veneno nunca entró en el improbable comercio de la poesía. Durante un tiempo, incluía un regalo (botón, clip, cinta de tela, mancha de color, imperdible…) que convertía cada ejemplar en único.

Ha vivido también en Valladolid y Bilbao antes de residir en Peñarroya-Pueblonuevo. Desde el nº 151 se ha decantado por la poesía visual. Ahora se imprime en DIN A-3 y cuatricomía.

Allí han publicado Francisco Pino, José-Miguel Ullán, Antonio Gamoneda, Olvido García Valdés, Chantal Maillard, Gustavo Martín Garzo, Miguel Casado…, han colaborado pintores y diseñadores, ahora poetas visuales, en una fiesta de encuentro de poéticas, sensibilidades y expresiones. ¿Es como para celebrarlo?
Fundaciones
La Fundación Segundo y Santiago Montes de Valladolid acoge hoy la celebración de los 26 años de la revista ‘Veneno’
VALLADOLID, 15 Ene. (EUROPA PRESS) – La revista poética ‘Veneno’ celebrará sus más de 26 años de existencia con un acto que tendrá lugar hoy en la Fundación Segundo y Santiago Montes y en el que se espera la participación de Francisco Aliseda, Julián Alonso, Luis Marigómez, Francisco Sanz y Manuel Sierra.
Según informaron a Europa Press fuentes de la Fundación, la publicación poética ‘Veneno’ nació en agosto de 1983 en Palencia impresa en un folio doblado en cuatro partes y con elementos pictóricos y, desde entonces, han salido a la luz 167 números a los que hay que sumar algunos “especiales”.
Francisco Pino, José Miguel Ullán, Antonio Gamoneda, Olvido García Valdés, Gustavo Martín Garzo o Miguel Casado, entre otros muchos, han escrito en sus páginas, que también han recogido las colaboraciones de pintores y diseñadores “ahora poetas visuales” en una “fiesta encuentro de poéticas, sensibilidades y expresiones”.
Francisco Aliseda ha sido, según las mismas fuentes, el “hilo de continuidad” de la publicación, que a lo largo de todos sus años de vida se ha regalado –“Veneno nunca entró en el improbable comercio de la poesía”– e incluso, durante un tiempo incluía un regalo que convertía en “único” cada ejemplar.
Valladolid y Bilbao han sido algunas de sus ciudades de acogida hasta su residencia en Peñarroya-Pueblonuevo y, desde el número 151, ‘Veneno’ se ha decantado por la poesía visual.


Fecha
16 enero 2010

Evento
PUBLICADO EN EL PERIODICO DE EXTREMADURA

INAUGURACION DE LA EXPOSICION ´MIRAR + VER = LEER´.
La Biblioteca de Extremadura muestra ´La poesía más viva´
La colección que se expone contiene obras de 35 poetas experimentales.Los extremeños Antonio Gómez y Luis Costillo, entre los autores invitados.

Mirar + ver = leer´. Es la forma que tienen los autores invitados a la exposición ´La poesía más viva´, que anoche se inauguró en la Biblioteca de Extremadura (BiEx), para expresar el contenido de la misma, además de con las 35 obras de otros tantos autores que exponen al público.

La Biex organiza la muestra en colaboración con la Galería Arrabal & Cía, de Granada, y ha reunido a un grupo de poetas visuales y experimentales de primera línea, entre los que figuran los extremeños Antonio Gómez y Luis Costillo, para dar cauce a un tipo de expresión que necesita de apoyo para llegar al público y para su difusión.

Por ello la Biex ha editado un catálogo diseñado por Costillo en el que se recogen todas las obras expuestas, además de los textos introductorios de Antonio Gómez y Fernando Guzmán, que se puede recoger en la sala de exposiciones.

Javier Alonso de la Torre, director de Promoción Cultural, manifestó que la Biex presenta “una muestra valiosísima y muy representativa de lo que hoy se produce en España”, en cuanto a este tipo de creación.

La poesía visual se sirve tanto de la escritura como de la pintura, la música o el teatro, entre otras formas de arte, y que Joan Brossa, el máximo exponente en España de la poesía visual, presentó como “un servicio a la comunicación”.

Con de la Torre estuvieron en la inauguración Alejandro Gorafe, director de Arrabal & Cía y creador; el director de la biblioteca, Justo Vila; el profesor de la Universidad de Sevilla Fernando Guzmán Simón, como autor de los textos del catálogo editado por la Biex, y los creadores extremeños Luis Costillo y Antonio Gómez, presentes en con sus obras en la exposición.

Otros autores de ´La poesía más viva´ son Agustín Julián, Angela Argote, Angela Galindo, Angel Sanzmontero, Antonio Orihuela, Carmen ocaña, Carmen Peralto, César Reglero, Consuelo Vallejo, Francisco Aliseda, Francisco Peralto, entre otros.


Fecha
15 enero 2010

Evento
LUAN MART El profeta profanador

Presentación del libro con performance… en Madrid Enero 2010 viernes 15 a las 20:00 horas en Sala OFF LIMITS calle Escuadra,11 -metro Lavapies-

Presentación del libro en formato video http://www.youtube.com/watch?v=jmcplQsYbBE

Para envío de fotos a alta o baja resolución, PDF, entrevistas o el libro de forma promocional luanmart(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)monografico.net

627 58 68 78 – 902 500 722 – 947101964 – 947262128

Características: Libro encuadernado en rústica 68 páginas a todo color formato 10x15cm. Hace el número ocho de la colección www.monografico.net

Contenido: poesía visual trasgresora, polémica y controvertida. Se incluyen últimas obras plásticas como tres rosarios juntos (uno cristiano, otro musulmán y un tercero anal), portal de Belén (figuras diminutas puestas en la entrada de una vagina), un rosario echo con dientes musulmanes auténticos sustituyendo a las cuentas y performances como religión donde se tatúa dicha palabra en la planta del pie izquierdo y que incluye un texto del crítico de arte Fernando Castro Flórez. o la realizada en Venecia donde posa con turistas con un rosario enganchado a su pene.


Fecha
14 enero 2010

Evento
La Xarxa Red Charca de Poesia Urbana de Barcelona és unmoviment poè-c. Urbà.
Volempoesia.Moguda. Fes-valspoè-cspels racons, alsbars, locals, al carrer. La idea
és crear un circuit de recitals i espectacles de pe-t format. Crear una agendamensual
on tots puguin seguir el fil poè-c de la ciutat a través de les hores i els dies.
Volemaprofitar la inèrcia que ve i ja ve de lluny. Volemintegrar i unir esforços amb
altres associacions i altres llocs on ja fa temps que es dedica espai a la poesia i es
treballa i es viu amb ella. Juntar-nos.
Perquè en aquests dies de cendra, necessitemcalidesa. Perquè volemrecitar i cantar.
Penetrar en la poesia per tots els seus forats. Conéixer poetes i poetes i poetes
i als apassionats, als amants. Apropar la poesia. Moure-la, trencar-la, barrejar-la,
portar-la al carrer i als locals. Fer de la poesia un fet urbà enmoviment. I estar tots
junts, en aquest gran bassal de fang, abraçats i cantant a la lluna.
La Xarxa Red Charca de Poesía Urbana de Barcelona es unmovimento poé-co. Urbano.
Queremos poesía.Movida. Fes-vales poé-cos por los rincones, en los bares,
los locales, en la calle. La idea es crear un circuito de recitales y espectáculos de pequeño
formato. Crear una agendamensual donde todos puedan seguir el hilo poé-
-co de la ciudad a través de las horas y los días.Queremos aprovechar la inercia que
viene y viene ya de lejos.Queremos integrar y unir esfuerzos con otras asociaciones
y otros lugares donde hace -empo que se dedica espacio a la poesía y se trabaja y
se vive con ella. Juntarnos.
Porque en estos días de ceniza, necesitamos calidez. Porque queremos recitar y
cantar. Penetrar en la poesía por todos sus agujeros. Conocer a poetas y poetas y
poetas y a los apasionados, los amantes. Acercar la poesía. Moverla, romperla,
mezclarla, llevarla a la calle y a los locales. Hacer de la poesía un hecho urbano en
movimiento. Y estar todos juntos, en este gran charco de barro, abrazados y cantándole
a la luna.


Fecha
14 enero 2010

Evento
Setba Zona d’Art vol retre homenatge al gran poeta Miguel Hernández amb motiu del 100è Aniversari. Setba, en col•laboració amb la Universitat Miguel Hernández d’Elx i la Fundació Cultural Miguel Hernández, organitza una exposició que reuneix a diferents artistes que han realitzat obres entorn a la figura i l’obra del poeta. Es tracta d’una exposició que recull poesia visual, poesia en moviment, escultura, videoart i fotografia.

L’exposició tindrà lloc del 12 de gener al 14 de febrer de 2010


Fecha
12 enero 2010

Evento
Tenemos el gusto de informar a usted que nuestro admirado ídolo, Clemente Padin, en ocasión de su 40mo. aniversario de performances e intervenciones urbanas, estará exponiendo y ofreciendo un seminario, a partir del 14 de Enero, 2010, en el Centro Cultural Español de Santo Domingo, República Dominicana.

Este es otro servicio a la comunidad del Club de Fans del susodicho clementepadin(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)gmail.com
Si no desea seguir recibiendo estos mensajes, cliqué acá.
http://www.beatrizramirez.com.ar/videosdeCP.htm
http://clementepadin.blogspot.com/

Uff, what heat, little mom..!

We have the pleasure of informing you that our admired idol, Clemente Padín, in occasion of his 40th. anniversary of performances and urban interventions, will be exposing and making up a seminar in the Center Cultural Spaniard of Santo Domingo, Dominican Republic, starting from January 14, 2010.

This is another service to community by the Clemente Padín´s Fans Club: clementepadin(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)gmail.com
If you don´t desire to follow receiving these messages, link here.
http://www.beatrizramirez.com.ar/videosdeCP.htm
http://clementepadin.blogspot.com/


Fecha
12 enero 2010

Evento
Características: Libro encuadernado en rústica 68 páginas a todo color formato 10x15cm. Hace el número ocho de la colección www.monografico.net

Contenido: poesía visual trasgresora, polémica y controvertida. Se incluyen últimas obras plásticas como tres rosarios juntos (uno cristiano, otro musulmán y un tercero anal), portal de Belén (figuras diminutas puestas en la entrada de una vagina), un rosario echo con dientes musulmanes auténticos sustituyendo a las cuentas y performances como religión donde se tatúa dicha palabra en la planta del pie izquierdo y que incluye un texto del crítico de arte Fernando Castro Flórez. o la realizada en Venecia donde posa con turistas con un rosario enganchado a su pene.

PVP: 9,5 € edición de 333 ejemplares numerados. ISBN: 978-84-934855-6-6

Algunos comentarios sobre el libro

Fernando Arrabal

Acabo de llegar y de ver. Y de leer y de releer. “El profeta profanador”. No quiero que pase un minuto. En este libro se da cita la incapacidad de compromiso y de concesión con la pasión por la vida. Es el concepto escandaloso de la poesía. Es la nueva faceta del despertar revolucionario. Es el nihilismo de la esperanza. Es la gloria sin pagar ningún tributo. Envíeme, por favor, la dirección del pulverizador de lo esencial F.C.Flórez. Del enemigo implacable de la sumisión. Suyo, del XVII

Fernando Castro Flórez

Luan Mart es, por simplificar desde el principio, un profanador, aunque no se trata, sencillamente de un sujeto afectado por el Síndrome de Erostrato sino más bien de alguien que busca, a través de la anomalía artística, la potencia de lo festivo. “El movimiento inicial de la fiesta reúne hombres que el consumo de la ofrenda contagiosa (la comunión) abre a un abrasamiento, empero limitado por una sabiduría de signo contrario: es una aspiración a la destrucción que estalla en la fiesta, pero es una sabiduría conservadora la que ordena y limita”. La sabiduría conservadora es la sabiduría naturalista, causal, que busca la unidad de la experiencia por medio del tótem pero también empleando el mecanismo del tabú, asunto en torno al cual la experiencia preformativa de Luan gira obsesivamente. Ese carácter maldito y, al mismo tiempo, sarcástico el que “marca” a Luan como un artista que no tiene nada que ver con la retórica institucional. Es, por un lado, demasiado anárquico y, aunque parezca paradójico, excesivamente sistemático. Porque él no se toma a broma su proyecto, antes al contrario, es uno de los artistas más insistentes que he conocido. No se trata de un “joven artista glamouroso” que utiliza referencias políticas, religiosas o sexuales para montar un discursito y entrar así por la puerta grande del Museo. Luan es, más que underground, un conspirador de catacumba, un profanador que no quiere sacar plusvalías inmediatas de sus actos. Si marca y erosiona su cuerpo, si expone su desnudez es porque quiere llegar a conseguir otro tipo de experiencia.

Aunque a Luan Mart le interesa el “freakismo” su posición artística no puede ser localizada ahí. Su rareza no es de esa índole. La marginalidad institucional en la que ha desarrollado su trabajo es la consecuencia de la hegemonía de un comportamiento estético ultra-banal que se presenta, impunemente, como el colmo de la “radicalidad”. Hace bien Luan Mart al izar la bandera de los Estados Unidos, en pelota picada, consiguiendo poner la polla tiesa. El Imperio tiene, lo sabemos todos, un sustrato de rara normalidad y se muestra intolerante con todos los violadores de su religión. La censura ha caído, en algunas ocasiones, sobre la obra de Luan que toca temas que, es cierto, son tabú: desde la embarazada que lleva un cinturón de bombas como una terrorista suicida, a los soldados calcinados, juguetitos nada edificantes. Su obra es, en muchos casos, molesta para las “buenas conciencias” del mundo globalizado. No se podía esperar otra cosa que la marginalización, precisamente porque no es un freak.

Luis María Anson

He visto el libro “El profeta profanador” con el mayor interés. También he leído el prólogo de Fernando Castro Flórez, que está muy bien escrito.

LUAN MART bio 1.490 Resultados en google con busqueda “luan mart”.

Nacido en mayo del 68, artista plástico y performer. Lleva desde 1990 realizando una obra de difícil clasificación, siempre trasgresora, polémica y controvertida, últimamente más centrada en performances y video creación.

* Director y fundador de:

-www.monografico.net fanzine underground activo desde 1987.

-El festival BEM.

* Como comisario a realizado proyectos para:

-Centro Cultural de España México DF

-Festival Espontáneo para Santa Monica de Barcelona.

-Festival LABacción para la Laboral de Gijón.

-CAB en Burgos.

-Octubre en Valencia.

* Obra en:

-Museo de arte contemporáneo de Burgos.

* Últimas performances realizadas

1. Dios es muerte – Centro Cultural de España (México DF)

2. Religión – Espacio El Moderno (Salamanca)

3. Bandera – Centro El Gallo (Salamanca) Censurado por youtube.

Presentación del libro en formato video http://www.youtube.com/watch?v=jmcplQsYbBE

Para envío de fotos a alta o baja resolución, PDF, entrevistas o el libro de forma promocional luanmart(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)monografico.net


Fecha
9 enero 2010

Evento
ABIERTOS POR OBRAS Me gustaría invitarles a la exposición Marlon de Azambuja – Potencial Escultórico, que se inaugura este jueves en el Matadero Madrid a partir de las 21 horas. En esta exposición presentaré una intervención con cinta adhesiva sobre la estructura arquitectónica del espacio Abierto X Obras, les adjunto una imagen del montaje para que tengáis una idea…

Matadero Madrid
paseo de la Chopera 14
28045 Madrid
T. 0034 91 517 73 09


Fecha
9 enero 2010

Evento
ENTREVISTA A SERGIO PINTO BRIONES

S e r g i o P i n t o B r i o n e s
P o e t a V i s u a l
p o r J o s é Á n g e l M u r g a

http://centrodepoesiavisual.blogspot.com/

Sergio Pinto Briones, también conocido como “Pinto” a secas, nació en Santiago de Chile en 1977. Actualmente reside en Barcelona.

Tiene estudios de periodismo, Magíster en Literatura en la Universidad de Chile y Master en Documental Creativo en la Universidad Autónoma de Barcelona.

Poeta experimental (también en net-art), artista, ha colaborado en diversos medios escritos y en el terreno audiovisual ha incursionado en diferentes formatos: videoarte, el documental, el cortometraje, reportaje.

Ha publicado “Barbaridades in Situ” con la editorial Emboscall (España) y actualmente está trabajando en su libro de poesía discursiva/concreta “El Balcón de la Planta Baja”.

Las fotografías del autor que acompañan este reportaje son de Anouk Nitsche, (Suiza, 1978), fotógrafa de retratos y registro documental con exposiciones individuales en España y Suiza.
http://anouknitsche.blogspot.com/


Fecha
9 enero 2010

Evento
Publicado en aventuras interiores por laplumaelectrik en Enero 5, 2010
Rayadísimos.
El 2010 empezó bien arriba. Con una Unexpected Gallery CUANDO ELLA ESTÉ DE VIAJE, pletórica.

Cintas de 4 colores y a pegarse por suelo, paredes y techo.
Pasados de rayas fue una experiencia muy divertida, a pesar del domingo lluvioso. Hubo más té que cerveza -aún y a pesar del título de esta 13º locura sui géneris- aunque sobre el final, no le escapamos al brindis que le puso fin a una nueva aventura de un proyecto que se está consolidando como una ventana de irrealidad imaginativa para un mundo aburrido, malvado y rayadísimo.
¿Qué es la Unexpected Gallery Cuando él esté viaje?

Es un proyecto artístico extravagante y mágica. La galería de arte más rara del mundo desconocido. Esa que sólo ocurre cuando el compañero de piso del colectivo La Pluma Eléctri*k está de viaje.
Y él no sabe que le vaciamos la habitación y la intervenimos artísticamente. Ni él, ni el anterior compi de piso. Y ya suman 11 exposiciones desde abril de 2008 cuando comenzamos con esta locura con sede en Lavapiés, Madrid
¿Qué es La Pluma Eléctri*k?

Somo un colectivo artístico comandado por un gato perseguido por la Justicia Intergaláctica. Arte Urgente, vanguardia, arte urbano. Arte y electricidad todos los días.
http://centrodepoesiavisual.blogspot.com/


Fecha
8 enero 2010

Evento
Imaginando la poética

FERNANDO AGUIAR

Poesía Visual

Del Centro Editores. Colección Un golpe de dados. Madrid. 2009. Primera edición. 64 p. Ejemplar en rama, en caja estuche hecho a mano especialmente diseñada. Edición artesanal de 100 ejemplares firmados y numerados por el autor. Incluye treinta poemas visuales impresos como postales, 10,5 x 15 cm. ISBN: 978-84-92816-07-1.

Otros autores ya publicados en la colección:

Emilio Morandi

Yolanda Pérez Herreras

Javier Seco

Pedidos, reservas y consultas a:

Del Centro Editores

C/ Galileo, 52 – Local

28015 Madrid

34-914298363

delcentroeditores(Sustituya el interior de este parentesis por la arroba)telefonica.net


Fecha
5 enero 2010

Evento
1er. FESTIVAL DE ARTE DE LA ACCION SANTA LUCIA 2010

sábado 20 y domingo 21 de Marzo. Centro Cultural J.E.RODÓ

Introducción

Se trata del primer festival de arte de la acción o performances a
realizarse en el Interior de la República. El arte de la acción (también
llamado Performance en el área anglosajona) es un arte de expresión
escénica, es decir, un arte formalmente similar al teatro u otras artes como
la danza, la opera, etc., en las cuales la conjunción de lo espacial y lo
temporal es decisiva. La única diferencia entre ambas es que en el teatro el
artista (o actor) “representa” a un personaje y, en cambio, en la
performance o acción el artista se “presenta”. El accionista es el
instrumento de su propio arte, sólo que, en este caso, no se puede separar
de la obra. La documentación, ya sea escrita, fotográfica o videística,
etc., no hace otra cosa que confirmarlo. En tanto el público permanezca en
su rol de espectador, la performance continuará siendo una expresión
artística; si interactúa con el artista, el evento pudiera transformarse en
un ritual en donde existe todo un abanico de opciones que van desde la
actitud pasiva (como en el teatro) hasta la máxima participación del
público, como sucede en las ceremonias religiosas o en los bailes populares.

La suma de lenguajes confluyendo en una sola obra se hizo realidad con la
aparición de la performance. Pero no a la manera de una opera musical, en
donde cada arte conserva su contenido, es decir, en donde la música, la
danza o el vestuario o el decorado pueden ser separados sin pérdida de
información como en el poema ilustrado, en donde el texto verbal no se ve
alterado por lo visual. En la performance confluyen, no sólo los signos de
los diferentes lenguajes con toda su carga expresiva, sea del tipo que sea,
sino también, toda una gama de elementos técnicos propios de los diferentes
soportes que aquellos signos suelen conjurar, tales como sonidos, luz,
oscuridad, movimientos, fuego, agua, papel, ruidos, etc., y otros no tan
discernibles como el lugar, el clima, la temperatura ambiente, la hora del
día, la edad promedio o las aspiraciones del público, etc., puestos allí
para conformar esa totalidad de expresión artística, la performance.

En esta oportunidad participarán los más connotados artistas de la
acción del país, convocados por el curador y artista Clemente Padín
con la dirección de Rodolfo Torres, del Proyecto TENDALES/BABELSUR.

DETALLES

sábado 20 hora 18

Festival de arte de la acción.

domingo 21 hora 17

Festival de videos de los más importantes eventos internacionales de
arte de la acción.

Gestión Cultural TENDALES/ BABELSUR


Fecha
5 enero 2010

Evento
Aunque reconocen que este año pasado ha sido muy duro para el arte en general porque la cultura «es muy secundaria», ‘Lalata’ tendrá la suerte de regresar de nuevo a la Feria de Arte Contemporáneo de Madrid (Arco 2010), donde su tarjeta de presentación será, además de esta colección especial, el número 14 que ya está preparando bajo el tema ‘Primeros Auxilios’, publicación para la que ya ha recibido numerosas obras originales que abordan los primeros auxilios de una manera clásica -botiquín, tiritas, vendas- o desde una perspectiva más vanguardista e innovadora, con propuestas «más marcianas» que utilizan desde el placebo hasta la gripe A. De momento, el número lo integrarán entre 75 y 80 obras en miniatura y estará listo de cara a Arco 2010, que se celebrará del 17 al 21 de febrero de este año. Será por tanto la quinta vez que ‘Lalata’ está presente en este escaparate de arte que, a nivel promocional, se ha convertido en uno de los mejores del mundo, según confirman Carmen y Manuela, que explican que su revista se encuentra ubicada en el pabellón correcto, con las editoras de arte, donde la publicación albaceteña «se vende sola» porque, entre otras cosas, cuenta con coleccionistas fijos que todos los años se acercan hasta el stand de ‘Lalata’ para comprar el número correspondiente.


Fecha
5 enero 2010

Evento
lunes 4 de enero de 2010
Concretando la navidad con Fernando Millán en Sevilla

http://www.galvanoplastias.blogspot.com/

El poeta experimental más lúcido de su generación, miembro fundador del grupo N.O. en 1968 saludado por el crítico Antonio Bouza como enciclopedia viviente de la vanguardia en España, sigue siendo hoy un intrépido promotor del arte contemporáneo.

La última vez que nos encontramos fue hace diez años junto a Pablo del Barco y Antonio Gómez en Don Benito con motivo de la inauguración de la exposición de poesía visual La Palabra imaginada y desde entonces ha girado tanto el mundo que da vértigo.

Retirado desde hace unos años en su molino de Jaén al modo de un renacentista desencantado del mundanal ruido, no es fácil dar con él, y de hecho él ha sido quien me ha honrado con su llamada para vernos en Sevilla y disfrutar de nuestra ya antigua amistad.

Fue en la tarde porvenirista y difusa del enero navideño junto a su novia María, qué sorpresa encontrarla de nuevo tan cordial como siempre. Desde que la conocí en el mercadillo de los domingos de la Plaza de Bellas Artes de esta ciudad en el 2001 vendiendo fanzines y plaquettes de poesía experimental (tiempos de bohemia para ambos) ha ido creciendo su activismo en el arte de acción y manifestaciones afines (última actuación en el Musac de León hace unos pocos meses).

Fernando Millán tiene en cartera la publicación de un tratado sobre arte que la editora de los libros del innombrable de Zaragoza le publicará próximamente. Es sólo una línea de su apretada agenda. Ahora está el proyecto del museo en el Patio Herreriano de Valladolid, allí contactará con el buen amigo y poeta Eduardo Fraile. Y luego una antología de arte al alimón con su hija Blanca Millán, María y él. Y luego tantas y tantas ideas en cascada.

Hablando de los fundamentos de la poesía experimental, hemos convenido en que se encuentra muy castigada por el diletantismo de tantos creadores y la poca coherencia en la trayectoria de muchos de ellos. Recuerdo que en una entrevista que realicé en el 2005 a Francisco Peralto, el poeta malagueño se lamentaba también de este afán de protagonismo de muchos escribidores que al hilo de la moda se unen al espectáculo para figurar. Pero siempre hubo junto a los convencidos los temporeros de la cultura que al fin y a la postre acaban consolidando la labor de los artistas sólidos, como es el caso de Fernando y como lo demuestra la segunda edición de su antología La escritura en libertad en el año 2005, libro de culto para investigadores del género, volumen que estaba agotado ya poco tiempo después de su aparición en 1975.

Significativamente hemos coincidido en observar la irrupción de lo que él llama iconopoesía y yo denomino poesía icónica, una poesía visual bajo la que persiste la noción de discurso pero manifestado sin presencia de elementos alfabéticos o verbales de cualquier signo. Hemos recordado a Eugen Gomringer y su concretismo, exportado a Brasil a través de la nueva arquitectura de la Bauhaus en la figura de Niemeyer, el arquitecto que diseñó Brasilia, un espíriritu estructuralista que recogió el grupo Noigandres, en el cual estaba el enigmático profesor y poeta Decio Pignatari a quien Fernando entrevistó para su revista Metaphora…

Hombre de fronteras, Fernando Millán es básicamente andaluz. No se advierte en su hablar fluctuante y consonántico pero sí en ese espíritu fraterno y dicharachero tan especial que derrama y del que ya dio muestra un día hace diez años ante aquel estudiantillo de filología en su estudio de Colmenar Viejo. Desde aquel día aquel estudiante que fui yo se ha convertido en una persona consagrada al mundo del arte desde el propio trabajo de profesor, gracias al ejemplo no ya de su atinada obra sino de su admirable bonhomía


Fecha
5 enero 2010

Evento
El miércoles día 13 de enero, a las 20 horas, en la Librería Literanta estrenamos el espectáculo poético y literario Los locos de la Luna. Presentado por Xisco Fuster, se exhibirán muestras de poesía visual, leeremos mini cuentos y poemas, o los leerán personalidades en la pantalla de vídeo, rescataremos de la memoria momentos inmortales de la literatura reciente… y, además, celebraremos un pequeño slam poético.

En esta primera velada, hablaremos del “Encuentro”, contaremos con la poesía de Agustín Calvo Galán, dos cortometrajes inspirados en los cuentos de Monterroso. Alejandro Sanz recitará a Neruda. Jaime Sabines le cantará a la luna… Gómez de la Serna, Lorca, Serrat, Lacan y Sartori, Cortázar… Antón de Getxo, Anna-Lisa, Toni Rajo, Cristina Moscoso, Tomeu Ripoll serán los poetas que soplarán las velas de este primer barco en la noche.

Con el néctar de la flor blanca y única en el cielo de la noche, invocaremos la necesidad imperiosa de revelarnos contra el mundo necio, con la literatura como única arma. Beber esta gota luminosa te da la vida, lo sabes. Pero tenemos que hacerlo juntos. El día 13 de enero, a las 20 horas, ven a celebrar con nosotros el programa 0 y ayúdanos a crear un retiro de periodicidad mensual, los miércoles de en medio de cada mes.

Que la luna, en cualquiera de sus formas, te acompañe adonde vayas.

Los de la Luna

Librería Literanta C. Can Fortuny, 4A – 07001 Palma (Mallorca) http://www.literanta.com/


Fecha
4 enero 2010

Evento
brain cell / When we encounter well-designed cars and buildings, we are impressed by them, and do really admire the talent of their designers and architects. I sometimes devise logotypes and visual poetry, and when completed, I feel satisfied with it. However, now I would like to think of much more principle theme together with artists : space,atoms and others. This is the reason I opened a bulletin board. All the people have the right to discuss the beginning and the end of the space. Don’t hesitate to put your idea on it about my bulletin board. My idea on the Big Bang and Prime Numbers is as follows.


Fecha
4 enero 2010

Evento
En documento adjunto te envio el Especial dedicado al poeta, traductor, performer… Mario Merlino, recientemente fallecido.

Cuerpo y palabra, ese era el sueño de Mario que concebía el ser humano como literatura. En su honor, la estructura que aquí empleamos está invertida, como en su Arte Cisoria hiciera el propio Mario. La revista comienza en el capítulo trece que constituye la evocación cercana, íntima de Mario y concluye con la voz de Mario en la entrevista de Araceli Otamendi, el punto de partida de la búsqueda.

Nuestro agradecimiento a todos los que hicieron posible este entretejerse de textos y recuerdos, bien por su colaboración directa, bien por su contribución a la difusión del proyecto. Cumplido el hechizo, recompuesta, fragmentada la figura, convocados los textos, hagamos el gesto ameno del bebedor de páginas, libemos.

Emilia Oliva

Editora de ESF

www.ensentidofigurado.com

Boletín Oficial del Taller del Sol